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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Relações Ecológicas - Simulado

Assunto: Relações Ecológicas

01. Uma população de parasitas e seus hospedeiros estão em interação. Eliminando-se os parasitas, espera-se que a população de hospedeiros:
a) cresça continuamente.
b) entre em declínio e depois permaneça em equilíbrio.
c) cresça até certo limite e depois permaneça em equilíbrio.
d) entre em equilíbrio imediatamente.
e) entre em declínio imediatamente.

02. Duas espécies A e B de protozoários ciliados foram colocadas em um único recipiente. Nesse recipiente, colocou-se, a cada dia, uma quantidade constante de nutrientes adequados.
As contagens diárias do número de indivíduos estão expressas no gráfico adiante:

a) O que ocorreu com cada espécie?
b) Interprete esses resultados a partir do conceito de 'nicho ecológico'.

03. O gráfico a seguir apresenta a curva de crescimento de uma população:

Na fase III a população:
a) dobrou o número de indivíduos existentes no início.
b) diminuiu a taxa de mortalidade em relação à fase II.
c) migrou para outro ambiente mais favorável.
d) atingiu a capacidade limite do ambiente.
e) continua crescendo na mesma proporção da fase II.

04. Assinale a alternativa que relaciona um caso de amensalismo:
a) cupins x protozoários flagelados.
b) bactérias x bois.
c) algas Pirrofíceas x peixes.
d) corujas x ratos.
e) orquídeas x árvores.

05. Considere o seguinte gráfico obtido a partir de experimento com duas espécies (X e Y) de angiospermas flutuantes que habitam lagos e lagoas.

Pela análise do gráfico é possível constatar que entre as espécies X e Y existem uma relação de:
a) simbiose.
b) mutualismo.
c) parasitismo.
d) competição.
e) antibiose.

06. O gráfico 1 a seguir mostra o tamanho de duas populações de diferentes espécies, vivendo em um mesmo ambiente antes da introdução de uma nova espécie. O gráfico 2 mostra o tamanho dessas duas populações, vivendo nesse mesmo ambiente depois da introdução da nova espécie. Analisando essas situações, um estudante aventou as seguintes hipóteses:

I A espécie A é predadora da espécie B;
II A espécie B é presa da nova espécie;
III A nova espécie é presa da espécie A.

Pode-se considerar:

a) apenas a hipótese I viável.
b) apenas a hipótese II viável.
c) apenas a hipótese III viável.
d) apenas as hipóteses II e III viáveis.

07. O gráfico a seguir representa a situação de uma determinada doença em uma população humana e a relação predador/presa (rato) na mesma localidade habitada por essa população.
Analise o gráfico e verifique o que está acontecendo nos segmentos A1, e B1, A2 e B2.


08. Na opinião de alguns ecologistas, os animais herbívoros que comem sementes devem ser considerados predadores e os que comem folhas devem ser considerados parasitas. Justifique essa classificação.

09. Em determinada região, o pardal foi introduzido para controlar o aumento populacional de um tipo de lagarta. Ele efetuou tal controle com eficiência, mas, com o tempo, o próprio pardal tornou-se uma praga.
a) Que nome se dá à técnica empregada no exemplo anterior?
b) Por que o pardal tornou-se praga?

10. Num recipiente, com meio de cultura próprio para paramécios, introduziram-se duas populações diferentes: 'Paramaecium caudatum' e 'Paramaecium aurelia' com números aproximadamente iguais de indivíduos das duas espécies. As populações foram contadas, diariamente, durante alguns dias.
A análise do gráfico a seguir permite concluir-se que a(s):

a) capacidade de reprodução de 'P. caudatum' é muito pequena.
b) população de 'P. aurelia' é mais forte que a 'P. caudatum'.
c) população de 'P. aurelia' é predadora da população de 'P. caudatum'.
d) duas espécies ocupam o mesmo nicho ecológico.
e) duas espécies são comensais.

11. Analise os gráficos a seguir:

Neles temos registradas as relações ecológicas entre as espécies I e II que ocupam o mesmo nicho. A relação existente entre I e II é do tipo:
a) comensalismo interespecífico e desarmônico.
b) predatismo para equilíbrio ecológico.
c) parasitismo para equilíbrio ecológico.
d) competição interespecífica e desarmônica.
e) competição intra-específica e harmônica.

12. "O fenômeno da maré vermelha ocorre em determinadas condições ambientais. Certas algas marinhas microscópicas de cor avermelhada produzem substâncias altamente tóxicas e, como proliferam intensamente, formam enormes manchas vermelhas no mar. A grande concentração de toxinas produzidas por essas algas provoca grande mortalidade de animais marinhos".

O fenômeno acima descrito constitui uma relação ecológica do tipo
a) mutualismo.
b) competição.
c) predatismo.
d) parasitismo.
e) amensalismo.

13. Considere os seguintes eventos ecológicos:

I. Competição de espécies introduzidas com os consumidores primários nativos.
II. Competição de espécies introduzidas com os consumidores secundários nativos.
III. Extinção de consumidores primários nativos.
IV. Extinção de consumidores secundários nativos.

Qual das alternativas indica os eventos que poderão ocorrer, na seqüência correta, se uma criação de ovelhas for introduzida num campo nativo?
a) I ? II ? III
b) I ? II ? IV
c) I ? III ? IV
d) II ? III ? IV

14. Muitas plantas que possuem nectários florais são bravamente defendidas por formigas que vivem nos seus galhos, alimentando-se do néctar. Essas formigas impedem, por exemplo, que cupins subam nas árvores e se alimentem das folhas.
As relações ecológicas estabelecidas por árvore-formigas e formigas-cupins podem ser denominadas, respectivamente,
a) comensalismo e mutualismo.
b) competição e inquilinismo.
c) inquilinismo e comensalismo.
d) parasitismo e predatismo.
e) protocooperação e competição.

15. Observe o gráfico.


Com relação às curvas de crescimento observadas, pode-se afirmar que:
a) a curva 3 indica que o crescimento da espécie II duplica nas quatro primeiras horas.
b) a espécie I lança no meio uma substância tóxica que limita o crescimento da espécie II.
c) a espécie I pode servir de alimento para a espécie II.
d) a porcentagem de sobrevivência está representada na ordenada.
e) as curvas 1 e 2 são iguais quanto à velocidade de crescimento.

16. Uma das alternativas para substituir o uso de inseticidas na agricultura é o controle biológico. Essa técnica consiste em
a) utilizar uma determinada espécie para combater uma praga.
b) utilizar fungos para produzir antibióticos, e estes serem usados como medicamento.
c) preparar o solo com técnicas agrícolas que envolvem o adubo verde.
d) contaminar o solo com uma substância industrializada para combater especificamente as pragas.
e) evitar o crescimento de pragas pelo uso de repelentes industrializados, que não as matam mas fazem-nas abandonar a área agrícola.

17. Os predadores são eficientes na captura de presas em virtude da presença de adaptações morfofuncionais, tais como:
a) ventosas nas tênias.
b) mau cheiro no gambá.
c) coloração na esperança.
d) cores berrantes nas borboletas.
e) língua comprida no tamanduá.

18. Observe os gráficos a seguir, que representam o tamanho de diferentes populações de um mesmo ecossistema, antes e depois da introdução de uma nova espécie:


A análise desses gráficos permite afirmar que esta nova espécie:
a) manteve comensalismo com a espécie 1.
b) realizou predatismo na espécie 2.
c) serviu de alimento para a espécie 3.
d) ocupou o mesmo nicho da espécie 4.
e) entrou em mutualismo com a espécie 5.

19. Considere as relações ecológicas e os pares de organismos enumerados a seguir:

I. parasitismo
II. mutualismo
III. comensalismo
IV. predatismo

a) tubarão x peixe-piloto
b) cupim x protozoário
c) árvore x pulgão
d) cobra x sapo

A associação correta é
a) Ia, lIb, IIIc, IVd
b) Ib, IIc, IIId, IVa
c) Ic, IIb, IIIa, IVd
d) Ic, IId, IIIa, IVb

20. Em uma comunidade ocorrem vários tipos de interações entre populações microbianas, plantas e animais. Algumas interações são neutras ou indiferentes; outras são benéficas ou positivas, outras, ainda são prejudiciais. Essas interações positivas e negativas atuam sobre o balanço ecológico dentro da comunidade.
Assinale as afirmações corretas:

I - A relação de mutualismo entre duas espécies indica que ambas se beneficiam pela associação.
II - No predatismo, ocorre prejuízo para a presa, no entanto é importante para o processo de seleção natural.
III - No comensalismo, uma população é beneficiada e a outra não aufere benefícios, nem sofre desvantagens.
IV - No relacionamento de parasitismo, a população parasitária se beneficia e a população hospedeira nunca é prejudicada.

A alternativa que contém as afirmações corretas é:
a) I e IV.
b) I, II, III.
c) II e IV.
d) IV e III.
e) IV.

21. O meio ambiente incapaz de fornecer condições exigidas para a vida (nutrição reprodução e proteção) torna-se impróprio à sobrevivência dos seres vivos, acarretando o desequilíbrio. Um agricultor com problemas de excesso de besouros no seu canavial resolveu introduzir na sua fazenda o sapo-boi, que se alimenta de besouros prejudiciais ao cultivo da cana de açúcar, considerando não existirem na região espécies de animas aptos a devorá-lo. O sapo-boi também se alimenta de insetos destruidores de moscas transmissoras de doenças, prolifera com muita facilidade e vive aproximadamente 40 anos, pondo, em média, 40 mil ovos por ano.
Na sua opinião, o uso do sapo-boi no exemplo acima citado seria:
a) perigoso, pois na região não existem espécies que possam devorá-lo.
b) Inconveniente, pois causaria a eliminação de insetos favoráveis a cultura de cana de açúcar.
c) conveniente, pois causaria a eliminação dos insetos destruidores de moscas transmissoras de doenças.
d) conveniente, uma vez que causaria a eliminação de vespas que se alimentam também de besouros.
e) conveniente, pois na região não existem outras espécies que possam devorá-lo.

22. Um dos maiores problemas encontrados pelos agricultores é a existência de insetos que chegam a destruir lavouras inteiras. Contudo, nem todos os insetos, denominados pragas, são daninhos durante todas as fases do ciclo de vida.
a) COMENTE o papel desempenhado pelas borboletas durante sua fase larval e adulta, em relação ao exposto anteriormente.
b) CITE um inseto que se apresenta como praga desde a fase jovem até a fase adulta do seu ciclo de vida.

23. O que são relações ecológicas desarmônicas.
Cite dois tipos, exemplificando cada caso.

24. São exemplos de relações ecológicas desarmônicas: canibalismo, amensalismo, predatismo e parasitismo. Explique duas dessas relações citadas, exemplificando cada caso.

25. O homem é o único animal que destrói a natureza. O homem é um terrível destruidor.
O que o homem tem feito para se tornar esse "terrível destruidor" ?

26. A relação entre o homem e lombrigas é equivalente à relação observada entre:
a) pássaros anú e bois.
b) orquídeas e árvores.
c) cipó-chumbo e árvores.
d) cupins e flagelados.
e) pássaro-palito e crocodilo.

27. A relação entre o leão e as zebras é equivalente à relação observada entre:
a) pássaros anú e bois.
b) orquídeas e árvores.
c) pássaros e janinhas.
d) cupins e flagelados.
e) pássaro-palito e crocodilo.

28. A atividade de determinados fungos capazes de produzir substâncias antibióticas que inibem o crescimento de populações de bactérias é denominada
a) predatismo.
b) parasitismo.
c) canibalismo.
d) competição.
e) amensalismo.

29. Define-se parasitas como seres que
a) se alimentam dos restos alimentares de outras espécies.
b) matam e comem seres de outras espécies.
c) inibem o crescimento de outras populações produzindo substâncias antibióticas.
d) se nutrem e crescem às custas de seres de outras espécie, sem matá-los a curto prazo.
e) vivem apoiados ou abrigados em seres de outra espécie sem causar grandes prejuízos.

30. Define-se predadores como seres que
a) se alimentam dos restos alimentares de outras espécies.
b) matam e comem seres de outras espécies.
c) inibem o crescimento de outras populações produzindo substâncias antibióticas.
d) se nutrem e crescem às custas de seres de outras espécie, sem matá-los a curto prazo.
e) vivem apoiados ou abrigados em seres de outra espécie sem causar grandes prejuízos.

31. Se duas espécies diferentes ocuparem num mesmo ecossistema o mesmo nicho ecológico, é provável que:
a) se estabeleça entre elas uma relação harmônica.
b) se estabeleça uma competição interespecífica.
c) se estabeleça uma competição intra-específica.
d) uma das espécies seja produtora e a outra, consumidora.
e) uma das espécies ocupe um nível trófico elevado.

32. O tipo de relação existente entre a pulga e o homem é a de:
a) predação
b) competição
c) parasitismo
d) mutualismo
e) comensalismo

33. A planta 'Cuscuta' sp. (cipó-chumbo) é considerada parasita de certos tipos de vegetais (Ex.: 'Hibiscus' sp.), dos quais ela extrai, com suas raízes especiais, a seiva elaborada. Essas raízes são chamadas __________ e alcançam o __________ situado mais __________ ao __________ .

Os espaços devem ser preenchidos correta e respectivamente por:
a) hidatódios, xilema, internamente e floema.
b) hidatódios, floema, externamente e xilema.
c) haustórios, xilema, internamente e floema.
d) haustórios, floema, internamente e xilema.
e) haustórios, floema, externamente e xilema.

34. Os organismos ORQUÍDEAS, BROMÉLIAS, CIPÓ-CHUMBO e LEGUMINOSAS são encontrados, geralmente, envolvidos nas relações ecológicas a seguir, respectivamente:
a) parasitismo, parasitismo, parasitismo, mutualismo.
b) epifitismo, parasitismo, parasitismo, mutualismo.
c) parasitismo, epifitismo, parasitismo, mutualismo.
d) epifitismo, epifitismo, parasitismo, mutualismo.
e) epifitismo, parasitismo, mutualismo, parasitismo.

35. Muitas pessoas confundem plantas epífitas com plantas parasitas. São consideradas como verdadeiras parasitas:
a) orquídeas e erva-de-passarinho.
b) cipó-chumbo e bromélias.
c) orquídeas e bromélias.
d) cipó-chumbo e erva-de-passarinho.
e) cipó-chumbo, erva-de-passsarinho e bromélias.

36. Uma situação que comumente se verifica nas pastagens brasileiras é a de pássaros pousando sobre bois e vacas para se alimentar de seus carrapatos. As relações entre os três animais envolvidos são:
a) parasitismo e predatismo, apenas.
b) parasitismo e protocooperação, apenas.
c) predatismo e protocooperação, apenas.
d) parasitismo, predatismo e competição.
e) parasitismo, predatismo e protocooperação.

37. Entre as abelhas melíferas que não possuem ferrão, existe uma espécie que invade a colméia da outra, a fim de roubar o mel elaborado por elas. O tipo de relação ecológica descrito é:
a) Parasitismo.
b) Predatismo.
c) Amensalismo.
d) Esclavagismo.
e) Mutualismo.

38. Um grupo de estudantes, em visita à zona rural, observou bois e gafanhotos alimentando-se de capim; orquídeas, líquens e erva-de-passarinho em troncos de árvores; lagartos caçando insetos e, no pasto, ao lado de vários cupinzeiros, anus retirando carrapatos do dorso dois bois.
a) Identifique, entre as diferentes relações descritas no texto, dois exemplos de parasitismo.
b) Entre as relações observadas pelos estudantes, cite uma relação interespecífica de benefício mútuo e uma estrutura que indique uma relação intra-específica.

39. Um vegetal conhecido como "cipó-chumbo" tem aspecto filamentoso e produz flores e frutos. Suas raízes são do tipo haustório e penetram até o floema da planta sobre a qual vive.

O "cipó-chumbo" é uma
a) angiosperma epífita, cujas raízes lhe dão suporte, não causando nenhum prejuízo à outra planta.
b) angiosperma hemiparasita, pois retira a seiva bruta da planta sobre a qual vive.
c) gimnosperma parasita, que retira a seiva elaborada da outra planta.
d) gimnosperma hemiparasita, que retira a seiva bruta da planta hospedeira.
e) angiosperma parasita, que retira a seiva elaborada da outra planta.

40. A seguir são citados exemplos de interações ecológicas que ocorrem na natureza.

Exemplo 1: os gafanhotos e o gado alimentam-se do capim de um mesmo pasto.

Exemplo 2: o eucalipto libera, de suas raízes, substâncias que impedem a germinação de sementes de outras espécies ao seu redor.

Exemplo 3: as anêmonas-do-mar são beneficiadas por sua associação com o caranguejo PAGURUS que, ao se deslocar, possibilita à anêmona uma melhor exploração do espaço, em busca do alimento; esta última possui células urticantes que afugentam os predadores beneficiando o PAGURUS.

41. Observa-se que as bananeiras inibem o crescimento de outras espécies de vegetais plantadas próximo a elas.
Para verificar se essa inibição é provocada por uma substância produzida pelas bananeiras, o melhor procedimento será
a) comparar o crescimento das outras espécies cultivadas com extrato de bananeiras, em ambiente com a mesma intensidade luminosa.
b) comparar o crescimento das outras espécies em cultivos com e sem aplicação de extrato de bananeiras.
c) comparar o crescimento das outras espécies cultivadas com extratos de bananeiras, em diferentes temperaturas.
d) analisar quimicamente extratos das bananeiras e de outras espécies.

42. Numa determinada região, onde a malária ocorre em níveis crescentes, certos peixes comem larvas de mosquitos anofelíneos, que sugam o sangue humano, onde se reproduz o plasmódio, causador da malária.
a) Quais são as relações ecológicas entre os peixes e as larvas de anofelíneos e entre o plasmódio e o homem?
b) Se nos rios desta região, onde proliferam larvas do mosquito, também houvesse sapos e as cobras fossem exterminadas, o que deveria ocorrer com o índice de casos de malária nesta região? Justifique.

43. Leia as afirmativas a seguir, que contêm exemplos de interações entre os seres vivos.

I - Os pardais são abundantes em Porto Alegre, porque encontram alimento e abrigo no ambiente construído pelo homem.
II - Várias espécies de baleias foram caçadas pelo homem nas décadas passadas.
III - Na água, a chamada "maré vermelha" pode causar a morte de milhares de peixes, como resultado da liberação de substâncias tóxicas pela proliferação excessiva de certas algas.

Podemos associá-las, respectivamente, aos tipos de interação denominados
a) mutualismo, amensalismo e parasitismo.
b) comensalismo, predação e amensalismo.
c) amensalismo, predação e comensalismo.
d) competição, parasitismo e predação.
e) cooperação, comensalismo e parasitismo.

44. No início deste século, com a finalidade de possibilitar o crescimento da população de veados no planalto de Kaibab, no Arizona (EUA), moveu-se uma caçada impiedosa aos seus predadores - pumas, coiotes e lobos. No gráfico a seguir, a linha cheia indica o crescimento real da população de veados, no período de 1905 a 1940; a linha pontilhada indica a expectativa quanto ao crescimento da população de veados, nesse mesmo período, caso o homem não tivesse interferido em Kaibab.

Para explicar o fenômeno que ocorreu com a população de veados após a interferência do homem, um estudante elaborou as seguintes hipóteses e/ou conclusões:

I. lobos, pumas e coiotes não eram, certamente, os únicos e mais vorazes predadores dos veados; quando estes predadores, até então despercebidos, foram favorecidos pela eliminação de seus competidores, aumentaram numericamente e quase dizimaram a população de veados.

II. a falta de alimentos representou para os veados um mal menor que a predação.

III. ainda que a atuação dos predadores pudesse representar a morte para muitos veados, a predação demonstrou-se um fator positivo para o equilíbrio dinâmico e sobrevivência da população como um todo.

IV. a morte dos predadores acabou por permitir um crescimento exagerado da população de veados, isto levou à degradação excessiva das pastagens, tanto pelo consumo excessivo como pelo seu pisoteamento.

O estudante, acertou se indicou as alternativas:
a) I, II, III e IV.
b) I, II e III, apenas.
c) I, II e IV, apenas.
d) II e III, apenas.
e) III e IV, apenas.

Gabarito:

01. C
02.
a) A população A aumenta e estabiliza enquanto a espécie B aumenta e depois declina, desaparecendo.
b) Ocorreu competição interespecífica entre as duas populações que exploram o mesmo nicho ecológico.
03. D
04. C
05. D
06. D
07.
A1 indica que a relação predador/presa mantém-se elevada e a doença (B1) permanece estável e baixa.
A2 mostra uma queda na relação predador/presa. A quantidade de ratos deve ter aumentado e o segmento B2 mostra um aumento na freqüência da doença. Deve ocorrer um vínculo direto entre o número de ratos e a incidência da etiologia na região.
08.
Herbívoros que comem sementes estão destruindo o embrião do vegetal contido nesta estrutura. Os que comem folhas causam prejuízo às plantas de que se alimentam, sem matá-las, necessariamente.
09.
a) Controle biológico.

b) Pardais são aves onívoras, ou seja, apresentam alimentação diversificada sendo consumidores de primeira e de segunda ordem. Comem as lagartas e outros insetos úteis (polinizadores) e também a própria vegetação.

10. D
11. D
12. E
13. C
14. E
15. C
16. A
17. E
18. D
19. C
20. B
21. A
22.
a) Larvas de borboletas se alimentam de folhas, enquanto o adulto ingere néctar, contribuindo para a polinização de diversas espécies de vegetais com flores.
b) Pulgão.
23.
São interações entre dois organismos, da mesma espécie ou não, onde pelo menos um é prejudicado.

Exemplos:
Predatismo: gavião e cobra
Parasitismo: lombriga e homem
24.
Canibalismo - relação desarmônica intraespecífica onde um dos organismos envolvidos utiliza o outro como alimento. Ex: aranhas

Amensalismo - relação interespecífica onde uma espécie chamada amensal é inibida por outra que é totalmente indiferente à relação. Ex: maré vermelha

Predatismo - relação interespecífica onde uma espécie chamada predadora caça e mata outra chamada presa. Ex: leão e zebra

Parasitismo - relação interespecífica onde uma espécie chamada hospedeira serve de abrigo e fonte de alimento para outra chamada parasita. Ex: pulgas e ratos
25.
Mata animais e destrói a vegetação sem necessidade.
26. C
27. C
28. E
29. D
30. B
31. B
32. C
33. E
34. D
35. D
36. E
37. D
38.
a) Podemos identificar relações de parasitismo entre:
carrapato x gado bovino
erva-de-passarinho x árvore hospedeira

b) Relações interespecíficas de benefício mútuo:
liquens (algas + fungos) - mutualismo
anu x boi - cooperação
Relação intraespecífica: cupinzeiro - sociedade
39. E
40. A
41. B
42.
a) Peixes x Larvas - predatismo
Plasmódio x Homem - parasitismo

b) A incidência de malária na região deverá diminuir já que a diminuição das cobras, predadoras de sapos, causaria o aumento destes anfíbios que se alimentam dos mosquitos transmissores da malária.
43. B
44. E
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Simulado 01 de Ecologia

. Em Ecologia:

Parte superior do formulário

a. comunidade é um grupamento de indivíduos de uma dada espécie.
b. população é a reunião de todos os indivíduos de uma mesma área, pertencentes ou não a diversas espécies.
c. ecossistema é uma porção da Terra biologicamente habitada.
d. o nicho ecológico tem valor dinâmico e funcional em relação ao hábitat, cujo valor é puramente físico.
e. os fluxos de matéria e de energia num ecossistema são cíclicos, pois a matéria e a energia são continuamente reprocessadas nas cadeias alimentares.

Parte inferior do formulário

Parte superior do formulário

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02.
Em Ecologia costuma-se empregar freqüentemente a expressão “nicho ecológico”. No que se refere a essa expressão, podemos dizer que:

Parte superior do formulário

a. as preás e os coelhos, que vivem em um campo e se alimentam de capim, ocupam o mesmo nicho ecológico.
b. as lombrigas e o ancilóstoma, por viverem no intestino do homem, ocupam o mesmo nicho ecológico.
c. “hábitat” é o mesmo que nicho ecológico.
d. a coexistência de duas espécies próximas em um mesmo lugar significa que cada espécie ocupa um nicho ecológico específico.
e. entre espécies que ocupam nichos ecológicos diferentes, a competição é muito acentuada.

Parte inferior do formulário

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário



03.
Num ecossistema de água doce completo, a interdependência entre os membros da comunidade de um para outro, diretamente, é observada do seguinte modo:

Parte superior do formulário

a. Os peixes carnívoros dependem do fitoplâncton.
b. Os hospedeiros dependem dos seus parasitas.
c. O zooplâncton depende do fitoplâncton.
d. As plantas clorofiladas dependem do zooplâncton.
e. Os microcrustáceos dependem dos peixes.

Parte inferior do formulário

Parte superior do formulário

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04.
(PUC) Um ecologista construiu uma pirâmide de massa para uma comunidade de campo, pesando os seguintes componentes de uma área determinada: capim, gafanhotos, ratos e corujas. Sabendo-se que foram pesadas 5.000 toneladas de capim, que número você espera tenha sido atribuído para as corujas?

Parte superior do formulário

a. 10.000 toneladas.
b. 1 tonelada.
c. 5.500 toneladas.
d. 4.900 toneladas.
e. 5.000 toneladas.

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Parte superior do formulário

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05.
Na análise das relações tróficas num determinado ecossistema, o pesquisador poderá chegar à organização de uma pirâmide de números, de biomassa ou de energia. Quanto à última, baseados em princípios termodinâmicos, os resultados experimentais obtidos mostram que:

Parte superior do formulário

a. a pirâmide de energia sempre se apresenta invertida.
b. como os vegetais acumulam energia nos processos fotossintéticos e passam-na para os herbívoros através da nutrição, a energia interna total do ecosssistema é sempre maior que a quantidade de energia absorvida.
c. a quantidade de energia presente no ecossistema sob as mais diferentes formas ao longo de um determinado período é igual à quantidade de energia absorvida durante este período.
d. a pirâmide de energia nunca se apresenta invertida.
e. toda a energia que entra no ecossistema fica retida ao nível dos produtores, considerando que os consumidores obtêm energia unicamente por processos internos como a oxidação de glicídios.

Parte inferior do formulário

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário



06.
(Sta. Casa) O fluxo de energia que atravessa determinado nível trófico constitui a produtividade bruta, que é a soma da produtividade líquida e da energia das substâncias perdidas para a respiração.

Assim, se considerarmos os produtores, a produtividade bruta corresponderá ao total de energia:

Parte superior do formulário

a. assimilado por elas na fotossíntese.
b. incorporado à sua biomassa.
c. disponível para os herbívoros e decompositores.
d. consumido pelos herbívoros e decompositores.
e. incorporado à biomassa de herbívoros e decompositores.

Parte inferior do formulário

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Gabarito

01. Alternativa d.

Habitat refere-se apenas ao espaço ocupado. Nicho engloba fatores relacionados à interação com o meio físico (ex: limites de temperatura e umidade) e biótico (ex.: disponibilidade de alimento e par sexual).


02.
Alternativa d.

Mesmo aparentadas, duas espécies apresentam preferências, tolerâncias e necessidades diferentes em relação a fatores bióticos e abióticos, i.e. nichos distintos.


03. Alternativa c.

Em geral, um determinado nível trófico depende do nível trófico imediatamente inferior, ou seja, de seu alimento. A maioria dos microcrustáceos do zooplâncton depende das microalgas do fitoplâncton.


04.
Alternativa b.

Nas pirâmides ocorre uma redução de massa da ordem de dez vezes a cada nível trófico avançado.


05. Alternativa d.

A cada nível trófico da cadeia ocorre redução de dez vezes na energia disponível, em função de perdas pela respiração.


06. Alternativa a.

O material incorporado à biomassa (e portanto, disponível ao nível trófico seguinte) corresponde à produtividade líquida, ou seja, o que restou daquilo que foi assimilado após o consumo pela respiração.

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Relações Ecológicas - Resumo

Relações ecológicas

Nas comunidades bióticas dentro de um ecossistema encontram-se várias formas de interações entre os seres vivos que as formam, denominadas relações ecológicas ou intera(c)ções biológicas. Essas relações se diferenciam pelos tipos de dependência que os organismos vivos mantêm entre si. Algumas dessas interações se caracterizam pelo benefício mútuo de ambos os seres vivos, ou de apenas um deles, sem o prejuízo do outro. Essas relações são denominadas harmônicas ou positivas.
Outras formas de interações são caracterizadas pelo prejuízo de um de seus participantes em benefício do outro. Esses tipos de relações recebem o nome de desarmônicas ou negativas.
Tanto as relações harmônicas como as desarmônicas podem ocorrer entre indivíduos da mesma espécie e indivíduos de espécies diferentes. Quando as interações ocorrem entre organismos da mesma espécie, são denominadas relações intra-específicas ou homotípicas. Quando as relações acontecem entre organismos de espécies diferentes, recebem o nome de interespecíficas ou heterotípicas.
Relações intra-específicas harmônicas
Sociedades
As sociedades são associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados de um modo cooperativo e não ligados anatomicamente. Os indivíduos componentes de uma sociedade, denominados sociais, se mantêm unidos graças aos estímulos recíprocos. São exemplos de sociedades as abelhas, os cupins e as formigas.
Colônias
Quando as colônias são constituídas por organismos que apresentam a mesma forma, não ocorre divisão de trabalho. Todos os indivíduos são iguais e executam todas as funções vitais. Essas colônias são denominadas isomorfas. Como exemplo, podem ser citadas as colônias de corais (celenterados), de crustáceos do gênero Balanus (as cracas), de certos protozoários, bactérias, entre outros.
Quando as colônias são formadas por indivíduos com formas e funções distintas, ocorre uma divisão de trabalho. Essas colônias são denominadas heteromorfas. Um ótimo exemplo é o celenterado da espécie Phisalia caravela, popularmente conhecida por "caravelas". Elas formam colônias com indivíduos especializados na proteção e defesa (os dactilozóides), na reprodução (os gonozóides), na natação (os nectozóides), na flutuação (os pneumozóides), e na alimentação (os gastrozóides).
Relações Intra-específicas Desarmônicas
Canibalismo
Canibalismo é uma relação estabelecida por seres de uma espécie que comem outros seres de sua própria espécie. Em situação de completa falta de alimento, por exemplo, ratos podem comer seus próprios filhotes. Outro exemplo é o da aranha popularmente conhecida como viúva-negra, que logo após o acasalamento, devora o macho. Também há o caso do louva-deus, em que a fêmea devora a cabeça do macho após o acasalamento, em um ritual canibalistico.
Relações Interespecíficas Harmônicas
Mutualismo ou Simbiose
A Simbiose ou mutualismo é uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, onde as duas espécies envolvidas são beneficiadas e a associação é necessária para a sobrevivência de ambas. Um bom exemplo desta relação é a associação de algas e fungos formando os liquens. Outro exemplo é a relação entre os cupins e os protozoários. Os cupins, ao comerem a madeira, não conseguem digerir a celulose, mas em seu intestino vivem os protozoários (Triconinfas), capazes de digeri-la. Os protozoários, ao digerirem a celulose, permitem que os cupins aproveitem essa substância como alimento. Dessa forma, os cupins atuam como fonte indireta de alimentos e como "residência" para os protozoários.
Protocooperação (cooperação)
A protocooperação, embora as duas espécies envolvidas sejam beneficiadas, elas podem viver de modo independente, sem que isso as prejudique.
Um dos mais conhecidos exemplos de protocooperação é a associação entre a anêmona-do-mar e o paguro, um crustáceo semelhante ao caranguejo, também conhecido como bernardo-eremita ou ermitão. O paguro tem o corpo mole e costuma ocupar o interior de conchas abandonadas de gastrópodes. Sobre a concha, costumam instalar-se uma ou mais anêmonas-do-mar (actínias). Dessa união, surge o benefício mútuo: a anêmona possui células urticantes, que afugentam os predadores do paguro, e este, ao se deslocar, possibilita à anêmona uma melhor exploração do espaço, em busca de alimento.
Outro exemplo é o de alguns animais que promovem a dispersão de sementes de plantas, comendo seus frutos e evacuando suas sementes em local distante, e a ação de insetos que procuram o néctar das flores e contribuem involuntariamente para a polinização das plantas.
Há também a relação entre o anu e os bovinos, onde o anu, uma ave, se alimenta de carrapatos existentes na pele dos bovinos, livrando-os de indesejáveis parasitas.
Um outro exemplo também é o passáro-palito e o jacaré. O jacaré abre a sua boca e o pássaro-palito entra nela, mas não é devorado porque se ele for devorado o jacaré ficará com os dentes podres e não poderá mais comer outros animais.Ao mesmo tempo que o pássaro-palito ajuda o jacaré limpando os seus dentes, ele se alimenta com o resto da comida que há dentro da boca e dos dentes do jacaré assim os dois se beneficiam de algum modo.
Inquilinismo ou Epibioses

O inquilinismo é um tipo de associação em que apenas um dos participantes se beneficia, sem, no entanto, causar qualquer prejuízo ao outro. Nesse caso, a espécie beneficiada obtém abrigo ou, ainda, suporte no corpo da espécie hospedeira, e é chamada de inquilino. Um exemplo típico é a associação entre orquídeas e árvores. Vivendo no alto das árvores, que lhe servem de suporte, as orquídeas encontram condições ideais de luminosidade para o seu desenvolvimento, e a árvore não é prejudicada. Outro exemplo é o do fierasfer, um pequeno peixe que vive dentro do corpo do pepino-do-mar (Holoturia). Para alimentar-se, o fierasfer sai do pepino-do-mar e depois volta. Assim, o peixe encontra proteção no corpo do pepino-do-mar, o qual, por sua vez, não recebe benefício nem sofre desvantagem.
Comensalismo
O comensalismo é a associação entre indivíduos de espécies diferentes na qual um deles aproveita os restos alimentares do outro sem prejudicá-lo. O animal que aproveita os restos alimentares é denominado comensal. Exemplo de comensalismo muito citado é o que ocorre entre a rêmora e o tubarão. A rêmora ou peixe-piolho é um peixe ósseo que apresenta a nadadeira dorsal transformada em ventosa, com a qual se fixa ao corpo do tubarão. A rêmora é transportada pelo tubarão, o que lhe proporciona significativa economia de energia, ao passo que o tubarão não é prejudicado, uma vez que o peso da rêmora é relativamente insignificante. Diz-se que a rêmora se alimenta dos restos alimentares do tubarão.
Um outro exemplo é o das hienas, que se aproveitam de restos deixados pelo leão.






Relações Interespecíficas Desarmônicas

Amensalismo ou Antibiose
O amensalismo ou antibiose consiste numa relação desarmônica em que indivíduos de uma população secretam substâncias que inibem ou impedem o desenvolvimento de indivíduos de populações de outras espécies.
É o caso bem conhecido dos antibióticos, que, produzidos por fungos, impedem a multiplicação das bactérias. Esses antibióticos são largamente utilizados pela medicina, no combate às infecções bacterianas. O mais antigo antibiótico que se conhece é a penicilina, substância produzida pelo fungo Penicillium notatum.
Outro caso de amensalismo é conhecido por maré vermelha. Sob determinadas condições ambientais, certas algas marinhas microscópicas, do grupo dos dinoflagelados, produtores de substâncias altamente tóxicas, apresentam intensa proliferação, formando enormes manchas vermelhas no oceano. Por essa razão, a concentração dessas substâncias tóxicas aumenta, provocando grande mortalidade de animais marinhos.
Sinfilia ou Esclavagismo
A sinfilia é a interação desarmônica na qual uma espécie captura e faz uso do trabalho, das atividades e até dos alimentos de outra espécie. Um exemplo é a relação entre formigas e os pulgões. Os pulgões são parasitas de certos vegetais, e se alimentam da seiva elaborada que retiram dos vasos liberinos das plantas. A seiva elaborada é rica em açúcares e pobre em aminoácidos. Por absorverem muito açúcar, os pulgões eliminam o seu excesso pelo ânus. Esse açúcar eliminado é aproveitado pelas formigas, que chegam a acariciar com suas antenas o abdômen dos pulgões, fazendo-os eliminar mais açúcar. As formigas transportam os pulgões para os seus formigueiros e os colocam sobre raízes delicadas, para que delas retirem a seiva elaborada. Muitas vezes as formigas cuidam da prole dos pulgões para que no futuro, escravizando-os, obtenham açúcar. Quando se leva em consideração o fato das formigas protegerem os pulgões das joaninhas, a interação é harmônica, sendo um tipo de protocooperação.
Predatismo
Predatismo ou predação é uma relação desarmônica em que um animal captura e mata um indivíduo de outra espécie, para alimentar-se.
Todos os carnívoros são animais predadores. É o que acontece com o leão, o lobo, o tigre, a onça, que caçam veados, zebras e tantos outros animais.
O predador pode atacar e devorar também plantas, como acontece com o gafanhoto, que, em bandos, devora rapidamente toda uma plantação. Nos casos em que a espécie predada é vegetal, costuma-se dar ao predatismo o nome de herbivorismo.
Raros são os casos em que o predador é uma planta. As plantas carnívoras, no entanto, são excelentes exemplos, pois aprisionam e digerem principalmente insetos.
Algumas espécies desenvolveram adaptações para se defenderem ao predatismo:
Mimetismo é uma forma de adaptação que muitas espécies se tornam semelhantes a outras, disso obtendo algumas vantagens. Ex.: a cobra falsa-coral é confundida com a coral-verdadeira, muito temida, e, graças a isso, não é importunada pela maioria das outras espécies.
Camuflagem é uma forma de adaptação morfológica pela qual uma espécie procura confundir suas vítimas ou seus agressores revelando cor(es) e/ou forma(s) semelhante(s) a coisas do ambiente. Ex.: o louva-a-deus, que é um poderoso predador, se assemelha a folhas; o bicho-pau assemelha-se a galhos, confundindo seus predadores.
Aposematismo trata-se de espécies que exibem cores de advertência, cores vivas e marcantes para afastar seus possíveis predadores, que já a reconhecem pelo gosto desagradável ou pelos venenos que possui. Ex.: muitas rãs apresentam cores vivas que indicam veneno ou gosto ruim.
Parasitismo
Parasitismo é uma relação desarmônica entre seres de espécies diferentes, em que um deles, denominado parasita, vive no corpo do outro, denominado hospedeiro, do qual retira alimentos.
Embora os parasitas possam causar a morte dos hospedeiros, de modo geral trazem-lhe apenas prejuízos.
Quanto à localização no corpo do hospedeiro, os parasitas podem ser classificados em ectoparasitas (externos) e endoparasitas (internos).
Os exemplos mais comuns de ectoparasitas são os piolhos, os carrapatos, o cravo da pele, o bicho-de-pé e o bicho da sarna, além de outros. Como exemplos de endoparasitas, há o plasmódio e o tripanossomo, protozoários causadores, respectivamente, da malária e da doença de Chagas. São exemplos, também, os vírus, causadores de várias doenças, desde a gripe até a febre amarela e a AIDS.
Relações Intra-específicas e Interespecíficas
Competição
A competição compreende a interação ecológica em que indivíduos da mesma espécie ou de espécies diferentes disputam alguma coisa, como alimento, território, luminosidade, entre outros. Logo, a competição pode ser intra-específica ou interespecífica. Em ambos os casos, esse tipo de interação favorece um processo seletivo que culmina, geralmente, com a preservação das formas de vida mais bem adaptadas ao meio ambiente, e com a extinção de indivíduos com baixo poder adaptativo. Assim, a competição constitui um fator regulador da densidade populacional, contribuindo para evitar a superpopulação das espécies.

Texto Complementar nº 01
Mutualismo, cooperação ou oportunismo?
Organismos de grupos muito distintos estabelecem por vezes relações complexas entre si, nalguns casos de total interdependência. As formas de cooperação, pelo menos aparente, são dos resultados mais fascinantes da evolução da vida.
Alexandre Vaz



Líquens em árvores

No mundo natural, quase todos os seres vivem embrenhados numa complexa teia de relações que se estabelecem entre representantes dos diferentes grupos taxonómicos. As relações de predador-presa, herbívoro-planta e de parasita-hospedeiro, são um exemplo disso mesmo. Em todos estes casos, há uma característica em comum: entre os parceiros destas relações existe uma pressão selectiva comum, mas em sentidos opostos. Ou seja, à pressão imposta pelos predadores, herbívoros e parasitas, sobre as presas, as plantas e os hospedeiros, estes últimos respondem com uma contra adaptação para evitar a pressão.


Pelo contrário, no caso das relações mutualísticas, ambos os parceiros beneficiam das pressões selectivas recíprocas, através de um processo que se designa por co-evolução. O que na prática quer dizer que se ajudam mutuamente. Dentro do mutualismo existem muitas modalidades diferentes, mas o factor comum que conduziu os diferentes organismos a evoluir neste sentido permanece ainda por explicar. Na verdade, verifica-se que muitas relações mutualísticas são mais explorações recíprocas, do que esforços cooperativos entre indivíduos.
Em todo o caso, este tipo de relação atrai de forma particular a atenção dos humanos, que facilmente encontram aqui uma analogia com sentimentos como a amizade ou o altruísmo. Mesmo assim se nos debruçarmos mais profundamente sobre o paralelo, as conclusões sobre o porquê da amizade poderiam ser também algo desconcertantes: será que amizade é motivada por questões de altruísmo ou de egoísmo? Afinal, se calhar até as próprias relações entre as pessoas se podem arrumar, pelo menos de forma metafórica, dentro das categorias: predação, parasitismo e mutualismo…





Morcego como agente polinizador ou disseminador de sementes
O mutualismo pode, ser ou não simbiótico e pode ser facultativo ou obrigatório. O mutualismo simbiótico, ou simplesmente simbiose, é aquele em que ambos os organismos vivem juntos numa associação física muito próxima e em que pelo menos um deles não poderia viver independente do outro. A simbiose é por isso sempre um caso de mutualismo obrigatório.





Na verdade, apesar das relações de simbiose existirem um pouco por todo o lado, na sua maioria não são nada óbvias, e muitas vezes utiliza-se essa designação (simbiose) de forma abusiva para outros tipos de mutualismo. As relações entre organismos simbiontes são por vezes tão profundas que chega a ser difícil distingui-los. Um exemplo disso é uma associação de algas e fungos que constitui os líquenes. Também no coral, os Celenterados associam-se a algas que lhes fornecem mais de 80% da energia de que necessitam, em troca da retenção de nutrientes essenciais que provêm da sua habilidade em capturar o zooplancton em suspensão no Oceano. Nas raízes de muitas plantas, que vivem em solos pobres, estabelecem-se relações simbióticas com fungos, que em troca da energia fotossintética fornecida pelas plantas fornecem nutrientes minerais que captam do solo.


O mutualismo obrigatório não simbiótico é um tipo de mutualismo mais frequente do que o anterior. Neste caso, os intervenientes dependem um do outro para sobreviver mas não vivem fisicamente tão próximos. A polinização de flores e a dispersão de sementes está em alguns casos absolutamente dependente de um agente, que pode ser um insecto, uma ave, ou outro animal, que dependa desse recurso, néctar, pólen ou fruto, para sobreviver. Também algumas espécies de formigas vivem dentro dos troncos de árvores, que para alem de abrigo, lhes fornecem alimento através de substâncias açucarinas que segregam, em troca de protecção contra insectos desfolhadores. Também as térmitas da savana africana criam fungos dentro dos seus ninhos, que lá encontram as características indispensáveis para se desenvolverem e que lhes degradam parcialmente o alimento.

O mutualismo facultativo ou oportunista não só é o mais frequente, como provavelmente o mais visível de todos os tipos de mutualismo, já que opera em maior escala ao nível dos animais vertebrados.
Para muitas plantas, apesar de não ser a única forma de se reproduzirem, a ajuda prestada por alguns animais torna-se preciosa e em troca fornecem-lhes alimento. Noutros casos, como em alguma orquídeas de florestas tropicais, as flores não fornecem qualquer alimento aos machos das abelhas que as polinizam. Em vez disso, os machos encontram no interior das flores fragrâncias segregadas por células específicas, que utilizam para desenvolver as suas próprias feromonas para atrair as fêmeas. Como essas abelhas visitam orquídeas de diferentes espécies, estas estão adaptadas de forma a que o pólen se deposite numa parte específica do corpo da abelha, de forma a esta poder visitar muitas outras flores sem que o pólen se perca e para, quando vários dias ou semanas mais tarde entrar uma flor da mesma espécie, poder cumprir o seu papel.


Ao nível da dispersão das sementes, as relações mutualísticas entre animais e plantas desempenham também um papel preponderante. Muitas espécies de plantas evoluíram no sentido de produzirem frutos com cores coloridas, odor intenso e um valor nutritivo elevado. Dentro destes frutos existem sementes pequenas, que podem atravessar o tubo digestivo dos animais sem se degradarem. Desta forma, essas plantas convidam diferentes animais a ingerirem os seus frutos e sementes, por forma a excretarem mais tarde as sementes num outro local.
Para além das relações entre animais e plantas, mais raramente também se estabelecem relações entre animais, como algumas aves que catam parasitas em cima de grandes mamíferos. Um outro caso muito curioso disso mesmo, é a cooperação entre uma ave da mesma Ordem dos pica-paus, o Indicador e uma espécie de texugo que habita em África. Estas aves têm a capacidade de encontrar colmeias de abelhas, mas dificilmente consegue extrai-las das cavidades em que se encontram. Por isso, atraem um texugo que com as suas garras afiadas consegue fazer o trabalho. O texugo come o mel e o Indicador ingere as larvas e a cera de que é feito o ninho. Curiosamente, a capacidade para digerir a cera depende, também ela, da existência de bactérias simbiontes no intestino da ave, que lhe fornecem as enzimas necessárias para a digestão. Na ausência de texugos, os indicadores estabelecem esta relação com humanos que também procuram o mel.

O limite entre as relações mutualísticas e outras de outro tipo nem sempre é claro. Será que os tubarões beneficiam de alguma forma da presença das rémoras que os seguem para ingerir os restos de alimento por si deixados? Se lhes fosse absolutamente indiferente seria uma relação de comensalismo. Mas em alguns casos, as fronteiras são tão ténues que pode mesmo ser difícil de distinguir algumas formas de parasitismo de outras de mutualismo. De certa forma, o mutualismo é por vezes um caso de parasitismo recíproco.


A complexidade das relações entre os diferentes seres vivos faz com que, apesar de muito se investigar nesta área da ecologia, como nas demais ciências, o aprofundar dos conhecimentos conduza a um refinar de conceitos que mesmo assim ficarão sempre aquém da complexidade da realidade.


Texto nº 02. Efeito Cascata na perda de Biodiversidade
Certas espécies desempenham um papel fulcral nos ecossistemas, e mesmo que se discuta que não têm mais valor do que outras, a perda de uma delas leva à perda de outras, criando um efeito cascata na perda de biodiversidade.
Nuno Leitão
A manutenção da biodiversidade local implica muitas vezes a manutenção do próprio ecossistema, razão pela qual as medidas de conservação e exploração dos recursos naturais têm que a promover, em prol do equilíbrio e sustentabilidade dos sistemas ecológicos.


A perda de determinadas espécies pode ter diversos efeitos nas espécies que persistem no ecossistema. O número de espécies que irá ser influenciado pelo desaparecimento de outras, e a forma como esses efeitos irão ocorrer, depende das características do ecossistema e do papel das espécies na sua estrutura.


Um "Efeito Cascata" ocorre quando uma extinção local de uma espécie altera significativamente as dimensões das populações de outras espécies, o que potencialmente pode levar à perda de mais espécies.


Este efeito é particularmente evidente nos casos em que a espécie desaparecida é um "Predador Chave", um "Mutualista Chave" ou uma Presa de um predador especialista.
Perda de um "Predador Chave"


A perda de um predador num ecossistema vai afectar o tamanho de uma determinada população de presas, embora a extensão e a forma como os efeitos se vão fazer sentir dependa de quanto esse predador limitava a população de que se alimentava.


O tamanho da população de presas pode ser controlado por outros factores para além da predação (é o chamado control-Donor, modelo que descreve as situações em que os predadores não afectam as populações de presas), e neste caso a perda do predador do ecossistema não será significativo para as espécies predadas. Os factores limitantes do efectivo populacional de uma presa poderão ser agentes como o alimento, o espaço, a competição intra ou inter-específica, entre outros, pelo que a ausência de predador poderá nunca vir a ser evidente.


Num sistema onde o número de presas é controlado pelos predadores (interacções positivas/negativas entre a presa e o predador, descrito no modelo de Lotka-Volterra), o impacto da perda da espécie predadora poderá ser significativo, especialmente se a posição desta na cadeia trófica for relativamente elevada.
Os chamados "Predadores Chave" afectam não só o tamanho da população de presas, mas também a diversidade de espécies da comunidade. Ao limitarem, quando presentes, a população de determinada espécie, os "Predadores Chave" permitem a existência de uma elevada diversidade específica. Uma determinada presa que seja a preferencial de um determinado predador, na ausência deste (ou seja, na ausência do factor limitante), pode ter uma explosão demográfica e passar a dominar os recursos do ecossistema, em detrimento de outras espécies (com outros factores limitantes), por processos de competição inter-específica, que se traduzem, muitas vezes, por uma competição exclusiva.
Os "Predadores Chave" não são fáceis de identificar e o reconhecimento destas espécies, com este estatuto essencial para o funcionamento de um ecossistema, requer muito estudo e muita investigação. A lontra marinha do Pacífico, por exemplo, que pode ser observada no Oceanário do Parque das Nações, actua como "Predador Chave" no Pacífico Norte, sendo a única espécie não humana capaz de controlar as populações de ouriços-do-mar. A sua acção impede que os ouriços dominem as costas da América do Norte e eliminem drasticamente as populações vegetais marinhas, com elevada perda de biodiversidade. Perda de um "Mutualista Chave"


As espécies envolvidas numa relação de mutualismo (interacções mutuamente benéficas, como o caso da polinização de plantas por insectos) são profundamente afectadas se uma das espécies parceiras se perder. A consequência do desaparecimento de uma espécie envolvida numa relação deste tipo é tanto mais grave quanto maior for a especificidade do mutualismo. Por exemplo, determinadas espécies de orquídeas dependem de uma única espécie de abelhas para se processar a polinização, e existem espécies de vespas que polinizam uma única espécie de figueira (Ficus spp.).


Certas espécies, os "Mutualistas Chave", podem assumir um papel de extrema importância na comunidade. No Parque Nacional de Manu, na época seca, a produção de frutos pelas plantas decresce para apenas 5%, em que somente 12 das 2000 espécies de plantas existentes continuam a produzir frutos que suportam todas aves e mamíferos frugívoros da comunidade. A perda de uma destas 12 plantas "Mutualistas Chave" pode ser catastrófica para as populações com estes hábitos alimentares.

Ao contrário do caso dos "Predadores Chave", é relativamente fácil identificar um "Mutualista Chave", havendo casos em que é suficiente a observação não experimental dos recursos utilizados pelas espécies. Num dado ecossistema, em que se identifica um "Mutualista Chave", as medidas de gestão a implementar terão um encaminhamento também facilitado. Além de se procurar favorecer o incremento da espécie essencial ao ecossistema, a promoção do aumento da sua densidade populacional traduz-se, normalmente, no aumento das populações dependentes.


Perda de Presa de predador especialista


A perda de uma espécie, geralmente, tem tanto mais impacto num predador seu, quanto maior for o nível da cadeia trófica ocupada por esse predador. As populações de predadores de topo da cadeia trófica tendem a estar limitadas pela disponibilidade de presas, ao contrário das espécies que ocupam níveis mais baixos da cadeia, como os herbívoros, que estão normalmente limitados por predadores, parasitas e doenças. Desta forma, a população do predador de topo sofrerá gravemente com a remoção de presas, que funcionam como o seu factor limitante.


Esta situação pode ser tanto mais grave para o predador de topo, quanto maior for a sua especialização alimentar, e no caso dos predadores especialistas não é relevante se a posição que ocupa na cadeia trófica é elevada ou não. Por exemplo, muitos insectos, que se encontram numa posição baixa na cadeia trófica, são predadores especialistas de uma única espécie de planta, por terem desenvolvido técnicas para superar as suas defesas, e o desaparecimento destas será catastrófico para a população de invertebrados.


Numa comunidade, as espécies mais comuns tendem a ter como predadores os mais especialistas, ao contrário do que acontece com as espécies mais raras ou endémicas. Assim, o declínio das espécies mais comuns tem normalmente um maior impacto nos predadores especialistas.
Texto nº 03. Espécies em vias de extinção - Perdidas para sempre?
Actualmente vive-se um processo de extinção em massa que está a reduzir a biodiversidade do Planeta. Apesar disso, diversas histórias de recuperação in extremis são motivo de esperança e indicam que vale a pena lutar por isso.
Júlia Almeida
Declínios e Extinções

De uma forma mais ou menos rápida, o declínio de uma espécie ocorre quando nas suas populações a mortalidade excede a natalidade e a emigração excede a imigração. Se este curso se mantiver, a extinção acontece, ou seja , a espécie desaparece de parte ou da totalidade da sua área de distribuição.

Em geral, a extinção de uma espécie não acontece simultaneamente em toda a sua área de ocorrência. Começa com extinções locais isoladas, quando as condições ambientais se degradam. Frequentemente as extinções locais são desencadeadas quando, por destruição de habitat, os indivíduos desalojados não encontram habitat adequado; começam então a ocupar habitat marginal e podem reduzir a sua taxa de reprodução ou sucumbir à predação e falta de recursos. À medida que o habitat se torna mais fragmentado, a distribuição da espécie vai-se reduzindo a pequenos núcleos populacionais isolados, com reduzido contacto com outras populações da mesma espécie. Como resultado, estas pequenas populações ficam fragilizadas e com uma capacidade reduzida de resistir às alterações ambientais.
As extinções acontecem actualmente a um ritmo acelerado. Foi estimado que diariamente se extinguem cerca de 100 espécies, a maior parte delas ainda desconhecidas para a ciência. O maior número de extinções terá ocorrido apartir do século XVII, calculando-se que desde então tenham desaparecido do nosso planeta cerca de 486 espécies animais e 600 de plantas, e que outras 3565 espécies animais e 22137 de plantas estejam actualmente ameaçadas de extinção.

O Novo Mundo e a Ásia têm a maior contribuição para o actual cenário de perda de espécies, sendo a Indonésia,India, Brasil e China os países com maior número total de espécies de mamíferos e aves ameaçadas. Quanto às plantas, o seu declínio faz-se sentir sobretudo na América do Sul e Central, África Central e Ocidental e no Sudoeste Asiático.

Embora a extinção seja um processo natural, tendo-se registado ao longo dos milhões de anos da história da Terra o aparecimento e desaparecimento de inúmeras espécies, sabe-se que mais de 75% das extinções históricas foram provocadas por acção do Homem.
Recuperar espécies em risco: uma operação por passos

Na perspectiva da conservação da biodiversidade do nosso planeta, têm-se dirigido muitos esforços no sentido de controlar a extinção das espécies.

Neste processo, o primeiro passo é identificar quais as espécies que se encontram em risco de extinção, ou seja, avaliar o estatuto de ameaça das espécies. Nesta avaliação, confundir abundância com invulnerabilidade é um erro frequente; com efeito, uma espécie em declínio pode ser relativamente comum até pouco antes de se tornar rara.

Basicamente, os declínios podem ser detectados através da avaliação da tendência populacional, traduzida na variação do número de indivíduos. Mas a contracção da área de ocorrência de uma espécie é outro um sinal de potencial problema, que também evidencia um declínio.

Numa tentativa de classificar as espécies em função do seu risco de extinção, a UICN (Union International pour la Conservation de la Nature) define diferentes categorias de ameaça para as espécies, tendo em conta critérios objectivos como a taxa do seu declínio, a dimensão da sua área de distribuição e o tamanho actual da população: Criticamente Em Perigo, Em Perigo, Vulnerável. A estas categorias estão associadas diferentes probabilidades de extinção.

Nas aves, grupo particularmente bem estudado, 11% das espécies conhecidas foram classificadas como estando ameaçadas de extinção, estando 168 catalogadas como Criticamente em Perigo, 235 como Em Perigo e 704 como Vulneráveis. Prevê-se que, se não se tomarem medidas adequadas, 400 espécies de aves desaparecerão nos próximos 100 anos, das quais 200 nos próximos 20 anos e 100 nos próximos 5-10 anos.

O segundo passo a dar no sentido de evitar a extinção é identificar as causas do declínio. Para compreender quais os factores que estão a conduzir uma espécie à extinção e como estão a actuar, é fundamental ter um sólido conhecimento de base da biologia e ecologia da espécie em causa.

Os factores que levam uma espécie ao declínio podem ser de vária ordem. A alteração do habitat (perda ou degradação) é avançada como a causa dominante das extinções. A introdução de espécies é também um factor relevante: as espécies exóticas podem predar, competir ou provocar distúrbios nas espécies indígenas, calculando-se que o impacto de animais introduzidos esteja implicado em c. 40% das extinções históricas. A sobreexploração pelo homem, por exemplo através da caça ou da pesca, é outro factor frequente de declínio. A contaminação ambiental, as doenças e a consanguinidade são ainda factores importantes.

Poucos destes factores actuam isoladamente; é frequente que exerçam efeito em conjunto, quer em simultâneo quer em sequência.

Por fim, o último passo na sequência de recuperação das espécies em perigo de extinção é inverter a tendência de declínio, removendo ou neutralizando os seus agentes. Esta intervenção, se concebida como um evento experimental, tem o poder de confirmar o diagnóstico feito e de avaliar o sucesso da operação.



São vários os processos de inversão da extinção das espécies. Frequentemente, tem de se recorrer a suplementação de recursos, quer de alimento quer de locais de reprodução ou abrigo, através de uma correcta gestão do habitat. O controle das perdas populacionais directas, resultantes de sobreexploração, predação, doença ou contaminação ambiental, que subtraem indivíduos ao efectivo populacional, é também uma medida importante; este efeito consegue-se através de legislação e educação, e de erradicação e controle de predadores, de parasitas e de competidores.

Muitas situações exigem o reforço das populações, por adição de indivíduos, podendo ser usados para tal indivíduos selvagens (translocação) ou criados em cativeiro. Esse aumento do efectivo populacional pode ser efectuado para ultrapassar os riscos de a população ser demasiado pequena ou mesmo para estabelecer de novo uma população na natureza.
São vários os processos de inversão da extinção das espécies. Frequentemente, tem de se recorrer a suplementação de recursos, quer de alimento quer de locais de reprodução ou abrigo, através de uma correcta gestão do habitat. O controle das perdas populacionais directas, resultantes de sobreexploração, predação, doença ou contaminação ambiental, que subtraem indivíduos ao efectivo populacional, é também uma medida importante; este efeito consegue-se através de legislação e educação, e de erradicação e controle de predadores, de parasitas e de competidores.

Muitas situações exigem o reforço das populações, por adição de indivíduos, podendo ser usados para tal indivíduos selvagens (translocação) ou criados em cativeiro. Esse aumento do efectivo populacional pode ser efectuado para ultrapassar os riscos de a população ser demasiado pequena ou mesmo para estabelecer de novo uma população na natureza. Ibis de crista Nipponia nippon, apesar de muitos esforços desenvolvidos no sentido da sua conservação, viu a sua população decair até um máximo de 22 aves em liberdade. Extinguiu-se no Japão, tendo gerado alguma polémica a possibilidade de se congelar o último exemplar vivo, numa tentativa de salvaguardar a hipótese de vir a encontrar no futuro uma forma de recuperar a espécie.

A Grande Borboleta Azul Maculinea arion é uma atraente borboleta europeia, cujo declínio era bem conhecido há várias décadas e que atraiu o interesse e a preocupação do grande público. Várias medidas de conservação tomadas primeiro no sentido da sua recuperação falharam simplesmente por um deficiente diagnóstico do declínio, ao minorar-se a importância de uma vital relação de parasitismo que a espécie estabelece com formigas.

Um passeriforme da Nova Zelândia Petroica traversi ilustra o sucesso de um intenso programa de recuperação. Originalmente com ampla distribuição nas Ilhas Chatham, Nova Zelândia, sofreu após a colonização europeia e a introdução de predadores no século passado uma redução drástica, que foi acentuada por posterior degradação do habitat. Nos anos 70 a população total consistia em apenas 7 indivíduos, dos quais apenas 2 fêmeas adultas. Através de um minucioso programa de recuperação, que incluiu transferência para outra ilha, manipulação de ovos e criação por adopção por outra espécie de ave, resultou um notável aumento populacional, estimando-se em 1994 uma população de cerca de 155 indivíduos.

São histórias como estas que ajudam a preparar o retorno de muitas outras espécies.
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Atividade 01 - Características dos Seres Vivos

Estudo Dirigido de Biologia

Assunto: Características dos Seres vivos.
Vale 2,0 pontos

I. Escrevam em ordem crescente os níveis de organização abaixo:

TECIDOS - MOLÉCULAS - ÓRGÃOS - ÁTOMOS - SISTEMAS - MOLÉCULAS - ORGANISMO - CÉLULAS

__________ - ____________ - ____________ - ____________ - ___________
__________ - ____________ - ____________.

II. Escreva o que se estuda as subdivisões da biologia abaixo:
A) Citologia: ______________________________________
B) Histologia: _____________________________________
C) Embriologia: ___________________________________
D) Genética: ______________________________________
E) Fisiologia: _____________________________________
F) Anatomia: _____________________________________
G) Ecologia: _______________________________________
H) Patologia: ______________________________________
I) Paleologia: _____________________________________
J) Microbiologia: __________________________________
K) Imunologia: ______________________________________
L) Parasitologia: _____________________________________


III. Complete as lacunas com as palavras estudadas corretamente:

Ciclo vital
1. Todo ser vivo realiza um ciclo vital que segue a seqüência: Nascimento, ___________, ______________, ____________, ______________ e morte. Sabemos que esta última é o fim do _________________.
2. O crescimento dos seres vivos ocorre de __________ para __________ por um processo chamado de ______________, ou seja, por multiplicação __________.
3. Os seres brutos, como exemplo um pedregulho, crescem por ______________, ou seja, de ________ para dentro. Por acúmulo de ______________.
4. Amadurecimento é o mesmo que ________________. Quando uma planta germina ela amadurece para poder realizar o processo de ______________ depois de crescer.
Organização celular dos Seres vivos
1. Todo ser vivo é formado por células, exceto os _____________ que são considerados _____________. Eles se comportam como seres ___________ no ambiente, pois estão na forma __________________ e só estão vivos quando __________________ uma célula ________________ fazendo-a trabalhar para que ele se _________________ e invada outras células por isso são considerados ___________ parasitas __________________ _____________________. Os vírus são formados na maioria por uma __________________ de proteínas também chamada de _____________. Ele também possui um ácido _______________ que pode ser o _______ ou o _______, nunca ______________ juntos.
2. Os seres __________________são formados por apenas _______ célula como os _______________, ____________________, alguns ____________.
3. Os seres ___________________ ou __________________ são formados por ______________________ de células como os _______________, _________________ e a maioria dos ______________.
Nutrição
1. Os seres vivos necessitam de obter os nutrientes necessários para realizar suas funções básicas de _______________ celular, ou seja, de repor as células velhas, de fornecer _________ para o trabalho diário de nossas células e de _____________ das atividades celulares.
2. A nutrição pode ser dos tipos: _______________________, ______________________ e ____________________________.
3. Na nutrição autotrófica os seres são capazes de ______________________________________________________________ através de um processo chamado __________________ que canaliza a _______ do sol através de um pigmento de cor _________ chamado ________________ usando reagentes como a ___________, os ___________, o gás ____________ eliminado durante nosso processo de _____________ e produzindo seu alimento na forma de _____________ além de mais ________ e liberando o gás ___________ importante para os seres vivos no processo de ____________________. Os seres que realizam este tipo de nutrição são chamados de __________________ e temos como exemplos os _____________ e as __________.
4. Na nutrição heterotrófica os seres _____________________________________ por isso necessitam de _____________ outros seres vivos para obter os ________________ necessários para sua sobrevivência. Dentre os mais famosos heterótrofos estão os carnívoros que comem __________ como exemplo temos ________________ quando come ___________. Já o tipo Fitófago ou __________________ se alimenta de ______________ como exemplo _________________. Já os onívoros se alimentam de _________, ou seja, come ________________ e __________________.
5. ________________________ comem frutos como exemplo _______________.
6. Ornitófagos se alimentam de _______________.
7. Piscívoros ou _______________ comem __________ como o caso dos leões marinhos.
8. Carcinófagos comem __________________ como as baleias azuis que comem Krill.
9. Entomófagos ou ________________ se alimentam de ________________ como o tamanduá.
10. Existem três espécies apenas de morcego vampiro no mundo. Eles se alimentam de _____________ e são chamados de ____________________. A maioria dos morcegos é __________________ ou ___________________.
11. Necrófagos, _________________ ou ________________ comem cadáveres, matéria orgânica morta (de animais e plantas). Como exemplos temos os __________ e as larvas de moscas chamados de ________________.
12. As tribos indígenas realizam em sua cultura rituais de ____________________ onde eles comem a carne de outros indígenas. Eles nesse caso são chamados de ___________________ por comerem carne humana.
13. Nectívoros se alimentam de __________ da flor e temos como exemplos o ____________ e a ____________.
Respiração
1. A diferença entre respiração celular e a fisiológica é que a celular é o fornecimento de ________________ da célula para todas as atividades importantes. Como uma usina de força. A respiração fisiológica é a obtenção do gás ______________ e liberação do gás tóxico para nós ___________.
2. Quanto à respiração os seres podem ser: ________________, ______________ ou ________________.
3. Os seres __________________ só sobrevivem na presença de _____________ como exemplo os ___________, ____________, ____________, ___________ e _____________.
4. Os seres _________________ só sobrevivem na ausência de ______________. Este gás para ele é um veneno. Temos como exemplo o famoso _____________.
5. No processo de assepsia de um corte por furada de prego usamos a __________________ ou peróxido de hidrogênio de fórmula _______ que ao entrar em contato com o ferimento provoca liberação de ___________ no meio e consequentemente mataria o bacilo do tétano que estiver no meio, pois esse é ________________. No fim forma-se apenas ______ comum.
6. Os seres ____________________ são aqueles que sobrevivem tanto na presença quanto na ausência de oxigênio. Como exemplo temos algumas ____________.
Evolução
1. A capacidade que os seres vivos têm de sofrerem mudanças no decorrer dos milhões de anos é chamada _____________. As mudanças devem ocorrer no código genético do indivíduo para poder ser transmitidas para os seus descendentes através da reprodução e recebem o nome de ________________. Algumas são vantajosas e outras são _________________ como o câncer.
Reprodução e Hereditariedade
1. A capacidade que os seres vivos têm de gerar novos descendentes é chamada _____________________ e tem como papel principal manter a espécie existindo e evitando sua total ________________.
2. A reprodução pode ser ______________ ou _________________.
3. Na reprodução sexuada ocorre participação de ______ indivíduos, um _________ e uma __________, além da participação de gametas como os masculinos ____________ (animal) e _____________ (vegetal) e femininos ____________ (animal) e ______________ (vegetal). Neste tipo de reprodução ocorre gestação de __________ (poucos/muitos) descendentes e ______________ (ocorre/ não ocorre) variabilidade genética. Como exemplo deste tipo de reprodução usamos a maioria dos ____________ e ____________.
4. Na reprodução assexuada ocorre participação de ______ indivíduo apenas, ________ a participação de gametas. Neste tipo de reprodução ocorre gestação de __________ (poucos/muitos) descendentes e ______________ (ocorre/ não ocorre) variabilidade genética. Os indivíduos são ___________ do original. Como exemplo temos ____________ e ____________.
5. ________________________ é a capacidade que os seres vivos têm de transmitir seu código genético para seus descendentes.
Reação
1. __________ é a capacidade que os seres vivos têm de reagir a ___________ ou estímulos produzidos pelo meio ambiente ou por outros seres. A reação pode ser de dois tipos: __________________ e ___________________.
2. A _______________________ ocorre em seres com sistema nervoso como quando pisamos em um prego ou tocamos em uma panela quente.
3. A _______________________ ocorre em seres sem sistema nervoso como os ________________.
Homeostase
1. ______________ ou ______________ é a capacidade que os seres vivos têm de manter suas atividades internas (celulares e fisiológicas) em perfeito equilíbrio.
Metabolismo
1. Ao conjunto de reações que ocorrem no nosso corpo chamamos de _________________. As reações de síntese (produção) de novas moléculas são chamadas de ________________ enquanto as reações de quebra de moléculas em outras menores chamamos de _________________________.
Movimentação
1. A maioria dos seres vivos realiza _______________. Alguns por ______________________ como no caso da maioria dos animais que dominam os ambientes terrestres com quatro patas chamados de _______________, como _____________, por duas patas, os __________________, como _______________ e os sem patas chamados de ______________ como ____________.
2. Os vegetais não se locomovem, mas acompanham os movimentos do sol durante o dia ou acompanham seu crescimento por influência da gravidade como crescem as ______________ e o caule por __________.
3. Existem indivíduos fixos ou ____________ como é o caso dos ______________ e _________________.
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Seminários Sobre Drogas - 1a série E. Médio



Lá vai os temas divididos para os grupos dos Seminários 2010 - Drogas não!!!

Grupo 1 - Introdução as Drogas

1) Conceito de Drogas - O que é droga segundo a OMS - Termos técnicos usados para descrever o assunto (dependência química, Dep. psíquica, overdose, Síndrome de abstinência, vício, fator viciante, usuário e dependente etc.)

2) Classificação das Drogas - várias formas de classificações como:

a) Quanto o poder viciante;
b) Drogas que diminuem a atividade mental (depressoras) - Drogas que aumentam a atividade mental (estimulantes) - Drogas que alteram a percepção (Psicotrópicas);
c) Drogas leves e pesadas;
d) Drogas naturais e químicas ou sintéticas;

3) Perigo no uso das drogas - Tratamento de um drogado - O trabalho de uma clínica de recuperação;

4) Relação Drogas X Sociedade X Religião X Família X Trabalho

5) Estatísticas das Drogas em geral no seu bairro, na sua cidade, no seu estado no Brasil e no mundo.

6) A Legislação o que diz sobre drogas pelo mundo.

7) Curiosidades em geral.

8) Por que as autoridades não conseguem acabar com as drogas - Soluções a curto e a longo prazo;

9) Entrevistas com especialistas e drogados - Teatrinho informativo.


Grupo 2 - Tabagismo (Cigarro ou tabaco e outros afins)

1) Histórico da droga - Falar da planta original - seu poder viciante - Sua classificação dentre as drogas - seus efeitos a curto e a longo prazo - Girias de um fumante - O Fumante passivo;

2) O Cigarro e sua relação com a sociedade, com a família, com o trabalho;

3) Os Alertas nas carteiras de cigarro;

4) Tratamento de um fumante - O que são os TAs (tabagistas anônimos);

5) A legislação pelo mundo sobre o uso do tabaco (o que a lei diz por ai);

6) Estatísticas sobre o tabagismo pelo mundo;

7) Elaborar enquetes sobre a droga para fazer pesquisa com alunos e professores na escola - apresentar resultados no dia do seminário;

8) A droga no nosso meio escolar;

9) Teatrinho ou documentário sobre o assunto;

10) Entrevistas com especialistas e drogados ou curados.

Grupo 3 - Alcoolismo (Bebidas alcoólicas)

1) Histórico da droga (álcool etílico e as várias bebidas) - Teor alcoólico das várias bebidas - seu poder viciante - Sua classificação dentre as drogas - seus efeitos a curto e a longo prazo - Girias de um alcoólatra;

2) O álcool e sua relação com a sociedade, com a família, com o trabalho;

3) Os Alertas nas propagandas de bebidas;

4) Tratamento de um alcoólatra - O que são os AAs (Alcoólatras Anônimos) - Entrevista com especialistas ou alcólatra curado;

5) A legislação pelo mundo sobre o consumo de bebidas alcoólicas (o que a lei diz por ai) - Álcool e trânsito;

6) Estatísticas sobre o alcolismo pelo mundo;

7) Elaborar enquetes sobre a droga para fazer pesquisa com alunos e professores na escola - apresentar resultados no dia do seminário;

8) A droga no nosso meio escolar;

9) Teatrinho ou documentário sobre o assunto;

Grupo 4 - Canabismo (Maconha) - Cafeína e inalantes

1) Canabismo - Histórico da droga Canabis sativa ou maconha - Falar da planta original - Seu poder viciante - Sua classificação dentre as drogas - Seus efeitos a curto e a longo prazo - Como se usa - Por quê os jovem fumam maconha - Resultados do uso da maconha - Verdades e mentiras sobre a maconha - Por que não se morre de overdose de maconha - Por quanto tempo a maconha permanece no corpo - Efeitos da maconha no desempenho escolar e esportivo - Efeito sobre o ato de dirigir - Efeitos na gestação - Síndrome de abstinência no recém-nascido - Influência da maconha no consumo de outras drogas - Como saber se alguém estava fumando maconha - O que fazer para deixar de fumar maconha - Maconha X Sociedade X Família X Trabalho - Tratamento de um viciado em maconha - O que diz a legislação - Estatísticas sobre a droga pelo mundo - Enquetes sobre a droga no colégio (questionários pesquisados com alunos e professores);

2) Cafeína - Histórico da droga - Falar da planta (Café) e outros produtos onde consumimos cafeína e seu teor - Efeitos a curto e a longo prazo no organismo - Como evitar a cafeína - Cafeína e seu consumo pelo mundo - Classificação dentre as drogas - Enquete no colégio;

3) Inalantes - Quais os mais usados - Histórico - Essas drogas no meio escolar - Seu poder viciante e o perigo de seu uso - A lei o que diz - Quem usa esse tipo de droga - Como identificar o efeito dos inalantes - Classificação dentre as drogas - Efeitos - O lança-perfume e o loló e seus efeitos letais e intoxicações - Enquetes no meio escolar;

4) Teatrinho ou documentário sobre o assunto.

Grupo 5 - Cocaína e Derivadas (Crack e merla) - Outras drogas

1) Cocaína e derivadas - Histórico - Falar da planta original (Coca) e do seus preparos - seu poder viciante - Sua classificação dentre as drogas - seus efeitos a curto e a longo prazo - Girias de um viciado em cocaína - Formas de consumo da cocaína e derivados - Efeitos imediatos da cocaína - Consequências do uso contínuo da cocaína e derivados; A saúde e o uso da cocaína e derivados - Uso abusivo e a dependência - Tratamento - Relação com a Sociedade, com a família e com o trabalho - O que diz a lei - O que fazem os Toxicômanos anônimos - Estatísticas pelo mundo - Enquetes no próprio colégio;

2) Outras drogas - Heroína e seus sub-tipos - Opiácios - Santo Daime - Mescalina - LSD - Medicamentos - Morfina - Codeína - Falar de cada uma delas;

3) Elaborar enquetes sobre as drogas para fazer pesquisa com alunos e professores na escola - apresentar resultados no dia do seminário;

8) Essas drogas no nosso meio escolar;

9) Teatrinho ou documentário sobre o assunto;



Boa sorte a todos e espero que façam um bom seminário.

Djalma Neto
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Espécime

Espécime, ou especimen, designa um exemplar ou amostra de um qualquer material ou ser vivo. Em biologia, um espécime designa individualmente um animal, planta ou microorganismo, ou uma sua parte identificável, usado como amostra representativa para o estudo das propriedades de uma população da espécie ou subespécie a que pertença. Quando um taxon é descrito, a descrição publicada, e que serve de referência posterior para inclusão no taxon, é em geral baseada num único espécime, depois referido como o respectivo tipo nomenclatural ou holótipo.

Outros significados

A palavra é utilizada em diversos campos da ciência e da tecnologia com significados diversos:

  • Em análises clínicas — uma amostra de uma parte anatómica ou fluido corporal recolhida de um paciente (sangue, urina, sémen ou outro qualquer material biológico;
  • Em petrologia, mineralogia, gemelogia e ciências correlatas — uma peça de um tipo de rocha, mineral ou gema recolhido para amostra;
  • Em tipografia — uma publicação que serve para demonstrar os glifos disponíveis num determinado tipo, incluindo as variantes usadas para ligatura e ornamentação;
  • Em reconhecimento caligráfico — uma amostra de caligrafia usada para fins forênsicos, grafológicos ou para identificação ou determinação da tipologia de escrita de um indivíduo;
  • Numismática e controlo de papel-moeda — uma nota de banco, sem valor intrínseco, utilizada como amostra de um tipo de papel-moeda para fins de treino, determinação do reconhecimento ou para informação entre instituições bancárias (estas notas são em geral perfuradas ou sofrem cortes em forma de marcas ou letras, recebem números de série do tipo 9999999999 (tudo noves) 0000000000 (tudo zeros) ou são impressas com a sobrecarga "Specimen" ou "Cancelada" na língua ou línguas de emissão.

Notas

  1. A palavra é sempre usada no masculino. Exemplos: Este espécime de aranha pertence a uma espécie de aracnídeos tropicais; este espécime de papagaio pertence à família dos psitacídeos.
Fonte: Wikipédia
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