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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Primeira vacina inalável contra o Ebola é capaz de proteger primatas do vírus, podendo abrir possibilidade de ser usada em humanos


Os locais mais difíceis na luta contra surtos de Ebola estão recebendo equipes de médicos profissionais treinados, a fim de ajudar a combater a propagação do vírus.
Uma nova pesquisa sobre a primeira vacina inalável contra o ebola do mundo pode acarretar em um método mais rápido, menos oneroso e potencialmente sem risco de imunizar as pessoas em risco, no futuro.

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terça-feira, 31 de março de 2015

Virus – Tudo sobre vírus HIV, Ebola e Gripe para Enem

Veja videoaulas para revisar sobre Vírus. O Ebola, a Gripe, o HIV estão entre os vírus que mais desafiam a ciência. Vírus - Biologia Enem e Vestibulares também. Confira.


Você estava aí, de boa, pensando que era melhor dar uma revisadinha em Biologia pra garantir uma super nota no Exame Nacional do Ensino Médio, mas, não sabia exatamente por onde começar, o que relembrar primeiro… De repente, aquela voz feminina que, por muitas vezes nos faz saltar da cadeira, anunciou em alto e bom som através do seu computador: “As definições de vírus foram atualizadas”. Mas, aqui, o papo é outro: Vírus – Biologia Enem. 
Obrigada, moça do Avast. Além do susto de sempre, valeu a dica de revisar Vírus em Biologia para o Enem e o Vestibular. Em 2014 o mundo inteiro voltou a se apavorar com o vírus Ebola, que causou mais de 9 mil mortes no continente África, e ainda fez vítimas em países onde nunca se imaginava. O vírus HIV, que provoca a AIDS segue ainda invicto contra vacinas ou tratamentos eficazes.
vírus HIV Ebola 
O HIV é um vírus mortal. Muita gente pensa que pode ‘conviver com ele’ o resto da vida, pacificamente. Mas, esta interpretação está errada. Os tratamentos severos para os portadores do HIV que manifestam os sintomas da doença debilitam progressivamente, e a vida que resta se torna cada vez mais penosa. Esta ilusão tem levado muitos jovens ao caminho ainda sem volta da AIDS e aos sofrimentos decorrentes.
O vírus Ebola, que em 2014 provocou um novo surto no continente africano, tem um ciclo diferente no organismo humano, e pode provocar a morte em poucos dias. A taxa de mortalidade dos infectados pelo Ebola pode ficar acima de 50% em poucos dias após a manifestação. Veja aqui um post especial sobre tudo o que você precisa saber sobre o vírus Ebola para o Enem e o Vestibular: http://blogdoenem.com.br/ebola-biologia-enem/
Biologia Enem - Vírus
Outro vírus importante e que também pode cair nas provas é o vírus da Gripe, que todo ano retorna com uma nova mutação. Então, você já sabe que o tema dos vírus está sempre na pauta e pode cair no Enem e nos Vestibulares! Para garantir uma revisão mais completa você pode assistir os vídeos selecionados abaixo, e também fazer o download destas duas apostilas a seguir, que trazem conteúdos de Biologia, além de exercícios e gabaritos.
Clique ao lado para baixar: Apostila Biologia com exercícios 1
Clique ao lado para baixar: Apostila Biologia com exercícios 2
*Disponível em: http://cienciashumanas-cm.blogspot.com.br 
 
 Vírus Ebola    Vírus HIV
Dica 1: Biologia Enem – Revise sobre Evolução para mandar bem na prova –http://blogdoenem.com.br/biologia-enem-revise-evolucao/
Agora, prepare a sua imunidade, que vamos aos “queridos” Vírus! A primeira aula é do Professor Márcio, do Canal Caep Interativo, no Youtube. Saca Só!





 Dica 2: Biologia – Revise sobre Genética com aulas e apostilas grátis – http://blogdoenem.com.br/enem-genetica-aulas-apostilas-gratis/
Nossa segunda aula de revisão sobre Vírus, fica por conta do Professor Paulo Jubilut, do site Biologia Total. O Vídeo está no Youtube, no Canal com o nome do Professor, mas, você pode acessar ohttp://www.biologiatotal.com.br/ e conferir outras aulas!



 Dica 3: Biologia – Citologia: apostilas e videoaulas gratuitas – http://blogdoenem.com.br/biologia-enem-apostilas-videoaulas/
















Para encerrar, separamos esse vídeo produzido pelo Discovery e que está disponível no Youtube. É um documentário que cita exemplos dos dez mais alarmantes germes do mundo (tenso!). Mas é bem interessante, vale o play!
https://youtu.be/1XC-S6p0dl4
Dica 4: Redação Enem: Você sabe o que é Coesão Textual? Aulas grátis aqui –http://blogdoenem.com.br/redacao-enem-gratis/
FONTES: BLOG DO ENEM

QUESTÕES DE VÍRUS DO ENEM

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Pré-veja o Enem: Ebola - Como o Enem poderá cobrar esse assunto


Enem: saiba como o vírus ebola pode ser cobrado na prova


A febre hemorrágica ebola tornou-se uma epidemia que ameaça a saúde dos países do oeste da África. Mas o que você sabe sobre este assunto? Para explicar os fatores envolvidos quando ocorre a disseminação de uma doença, o apresentador do quadro Pode Cair no Enem, Marco Aurélio Carvalho, conversou com Nina Basílio, coordenadora de conteúdo do site Mande Bem no Enem. "A chance do tema epidemia cair na prova é grande por reunir os aspectos relevância, ordem social, ciência, cultura e política. Inicialmente, o vírus ebola parece se relacionar apenas à questão da saúde, mas é tão complexo que envolve também fatores demográficos, sociais e econômicos'', opina a especialista.

Classificação
Os estudantes devem prestar atenção na categorização das enfermidades em endemia, epidemia e pandemia. O que caracteriza e diferencia os termos é sua propagação e a extensão do espaço atingido: a endemia é local, restrita a uma região específica, a epidemia pode se espalhar rapidamente por outros países, enquanto a pandemia chega a outros continentes. ''No caso do ebola, as chances de se tornar uma pandemia são remotas devido à maneira de contágio através de fluidos corporais e pelo cuidado que tem havido'', acredita Nina.

História
No passado, outras doenças já dizimaram populações inteiras. A Peste Negra, causada por uma bactéria transmitida por pulgas e ratos, matou milhares de pessoas durante a Idade Média e alcançou o nível de pandemia. No século XX, o surgimento do vírus HIV criou um estado de pânico devido às escassas informações sobre a patologia e por sua grande taxa de mortalidade. A aids é a segunda doença infecciosa que mais fez vítimas no mundo, ficando atrás apenas da tuberculose.

Ouça a entrevista completa no player abaixo:
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Para ficar por dentro dos tópicos importantes para sua prova, acompanhe o quadro Pode cair no Enem todas as segundas-feiras, às 9h10, durante o programa Todas as Vozes da Rádio MEC AM do Rio de Janeiro.

Colaborou: Maianna Souza

Fonte: EBC
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

EBOLA: a humanidade está em perigo? [Por Nélio Bizzo]

Material de Nélio Bizzo - Link

EBOLA: a humanidade está em perigo?
Há um surto de uma virose em alguns países da África Ocidental que merece toda a atenção da comunidade internacional. Todos já devem ter ouvido falar do vírus Ebola, tecnicamente Zaire ebolavirus, uma partícula viral (tecnicamente “vírion”) comporto por uma molécula de RNA muito particular, pois sua geometria molecular é inversa ao sentido usual, inserida em um envelope filiforme característico, de onde resulta o nome do grupo dos filovírus. O aspecto realmente assustador desse surto é a rapidez com a qual a virose evolui nos pacientes contaminados, e sua alta letalidade. A virose pode matar de 90 a 100% dos infectados. Médicos e enfermeiros que atendem os doentes nos locais do surto devem medir sua temperatura duas vezes ao dia. Ao menor sinal de febre, são colocados em isolamento.
O QUE É O EBOLA
O vírus Ebola (EBOV) provoca uma das mais letais infecções transmissíveis, responsável por altas médias de fatalidade e substancial morbidade, em surtos esporádicos. À medida em que os seres humanos invadem o interior de regiões endêmicas, na África Central e Ocidental, próximas da floresta tropical, o risco de se contaminar com o vírus aumenta, pois há animais, como os grandes morcegos frugívoros da família Pteropodidae, que são considerados reservatórios naturais da doença. Embora não sejam hematófagos, e não apresentem sintomas, eles podem eventualmente compartilhar alimento, água etc e contaminar com sua saliva recipientes compartilhados por animais domésticos e mesmo frutas que venham a ser consumidas.
A transmissão pelo ar ainda não foi totalmente descartada, além da reconhecida transmissão por contato direto com os líquidos do corpo entre pessoas. Homens que conseguiram sobreviver continuaram a transmitir o vírus pelo sêmen por sete semanas depois de recuperados. Tudo somado, o perigo de uma epidemia de grandes proporções aumenta, dado que não existe tratamento nem prevenção, seja na forma de remédios ou vacinas.
Neste ano, até o presente momento (agosto de 2014) foram confirmados 2127 casos da doença, com 1145 mortes, em Serra Leoa, Guine, Liberia e Nigeria. No entanto, diante da precariedade dos registros sanitários daquela região, é muito possível que esses números sejam muito subestimados. Pouco se sabe sobre a doença, mas por aquilo que se conseguiu esclarecer desde 1976, quando da primeira aparição do vírus no Zaire (hoje República Democrática do Congo), nas proximidades do Rio Ebola, sabe-se que a contaminação ocorre no contato com líquidos corporais com alguma escoriação da pele ou com superfícies úmidas, como olhos, mucosa do nariz, boca, etc. Animais domésticos, como porcos, também podem ser transmissores, em especial em regiões onde há morcegos da família Pteropodidae, o que cobre uma larga área. O hábito de abater macacos para alimento, e o consequente contato com seu sangue, parece ter sido decisivo para o início da transmissão para humanos.
O vírus inativa a linha de frente do sistema imune que está presente no tecido epitelial. Existem células dendríticas em meio às células da epiderme que têm função de detectar corpos estranhos e disparar sinais de ativação de linfócitos T, que normalmente são muito efetivos contra microrganismos invasores, inclusive na ativação de anticorpos. Sem essa linha de defesa, o vírus se replica rapidamente, mesmo se não penetre nos linfócitos. Assim, partículas virais são silenciosamente produzidas a partir dessa parte do tecido epitelial, que não é vascularizada, mas, aumentando muito em número, logo ganham a corrente sanguínea. A incubação da doença pode durar de dois a 21 dias, quando então aparecem sintomas como febre, intensa fraqueza, dor de cabeça e dor de garganta. Esses sintomas iniciais são agravados com a progressão da doença, que leva ainda ao comprometimento das funções hepática e renal. As pessoas podem contaminar outras apenas quando o vírus aparece em seu sangue ou secreções, o que pode demorar até 61 dias após o início dos sintomas.
Ao atingir outras regiões do corpo, as partículas virais se deparam com grandes células chamadas macrófagos, que normalmente se deslocam com movimento ameboide por entre as células do tecido conjuntivo frouxo. Essas células são devoradoras de partículas estranhas, e, assim, englobam as partículas virais filiformes, mas com uma reação adversa. A maquinaria viral no interior do macrófago ativa a produção desenfreada de proteínas que desencadeiam a coagulação sanguínea, formando coágulos (“trombos”) que bloqueiam a circulação em vasos pequenos, além de produzirem substâncias que danificam o epitélio de revestimento dos vasos sanguíneos. Isso provoca hemorragias, com sangramento pelo nariz, olhos, vagina etc. Embora essa seja uma reação comum, nem todos os pacientes apresentam esse tipo de hemorragia.
As partículas virais, que aumentam rapidamente em número, atacam outros órgãos e diversos tipos de tecidos, em especial no fígado, comprometendo a produção de elementos celulares relacionados com a coagulação sanguínea, e nas glândulas adrenais, que deixam de produzir hormônios relacionados com o controle da pressão sanguínea. No trato gastrointestinal, a destruição de células leva à perda rápida de líquidos, com forte diarreia que pode rapidamente levar à desidratação.
TRATAMENTO E COBAIAS
Os doentes são tratados com cuidados paliativos, contornando os problemas com reposição de líquido e eletrólitos. Como as partículas virais estão nos líquidos perdidos, a saliva, o suor e o sangue podem contaminar outras pessoas, inclusive por contato direto simples. Isso explica duas razões para temer dessa doença: sua potencialidade de disseminação é muito grande e o tratamento dos doentes requer uma infraestrutura especializada, que normalmente não existe nos países que estão sofrendo o surto. A terceira razão é, contudo, a mais evidente: a mortalidade é muito alta.
A alta mortalidade da virose fez eclodir um debate mundial sobre a ética na clínica médica, pois diante da situação emergencial é necessário tentar utilizar remédios e técnicas que ainda estão em teste, fazendo dos doentes verdadeiras cobaias humanas. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu um bom número de especialistas e definiu alguns parâmetros que, se satisfeitos, permitem o uso de drogas e tratamentos ainda experimentais, mesmo se há dúvidas de que, de fato, possam trazer benefício maior do que os possíveis efeitos colaterais.
As estatinas, por exemplo, poderão ser utilizadas no tratamento dos doentes, pois têm efeito sobre os trombos (efeito antitrombótico), melhoram a função do endotélio dos vasos e outros efeitos comprovados. No entanto, podem provocar diarreia, náusea e outros efeitos adversos que poderiam agravar o quadro dos doentes, daí a dúvida que alguns especialistas levantam sobre os reais benefícios que algumas drogas podem efetivamente trazer aos doentes. No entanto, é alta a probabilidade de drogas com efeito conhecido na clínica médica sobre o estado hemodinâmico de fato trazerem benefício aos doentes.
Diversas drogas experimentais têm sido sugeridas, mas os órgãos internacionais consideram apenas a possibilidade de recomendar aquelas que já tiveram resultados positivos em humanos, ou em experimentos com primatas, em testes padronizados. Neste caso, vemos como o uso de animais é indispensável na pesquisa de drogas novas na clínica médica.
No entanto, esse conjunto de drogas e terapias são paliativas e visam prolongar a vida dos doentes; uma outra linha de atuação tem sido tentada com drogas utilizadas no tratamento de hepatite C, como um interferon sintético. O laboratório ucraniano que o produz (Pharmunion BSV Developent) já encaminhou 60.000 doses gratuitamente para os países africanos com a doença. Os pacientes que foram levados aos Estados Unidos receberam um coquetel de anticorpos, chamado Zmapp, mas não é possível ter certeza se sua sobrevivência tenha sido devida ao tratamento. Essa terapia deriva de testes com macacos Rhesus, em artigo publicado no ano passado, os quais demonstraram que um coquetel de anticorpos produzidos a partir de uma técnica especial (os anticorpos monoclonais) salvou 43% dos animais infectados, enquanto a mortalidade do grupo controle (e os registros históricos) tenha sido total.
Ironicamente, uma terapias em estudo é derivada da chamada soroterapia, testada há mais de um século, na qual se procuram pacientes que tenham sobrevivido à doença, e lhes é pedida doação de sangue. Em seu soro deve haver anticorpos específicos contra o vírus Ebola; se ele ajudar a combater o vírus, seria uma terapia muito eficiente. Com técnicas modernas seria possível produzir esses anticorpos artificialmente e ter um novo tratamento potencialmente muito efetivo.
No entanto, os cuidados da OMS se justificam, pois se forem testadas drogas experimentais na África, sem garantias mínimas de real possibilidade de benefício, ao invés de ajudar, tais iniciativas poderiam atrapalhar o combate do surto. O sentimento de que as companhias farmacêuticas multinacionais estejam se aproveitando do surto para fazer testes de campo em seres humanos poderia despertar reações adversas e perigosas, o que poderia deixar fora de controle a disseminação da doença. No momento o alerta internacional vai no sentido de impedir que a doença se espalhe por outros países. Portos e aeroportos devem isolar pessoas que apresentem febre ao chegar das regiões de ocorrência do surto. Por enquanto essa é a única forma segura de tratar o surto, sem tornar cobaias humanas as pessoas doentes de uma virose que mata mais da metade dos doentes.
QUAL A REAL DIMENSÃO DOS RISCOS?
A área na qual já foram detectados vírus Ebola ou similares cobre uma área muito extensa na África. Os morcegos tidos como reservatórios naturais são de porte avantajado e podem se deslocar por grandes distâncias. A distribuição geográfica desses morcegos é muito ampla, indo da costa ocidental da África até a Austrália. Esses fatos somados ao precário serviço sanitário e de controle de fronteiras dos países africanos torna o quadro muito preocupante.
O Brasil tem recebido fluxo migratório muito importante da região ocidental da África, que se intensificou com a Copa do Mundo. O comércio com os países dessa região, sobretudo o trânsito de containers nos portos, deve ser fiscalizado de maneira mais rigorosa. Da mesma forma, a chegada de passageiros dessas regiões deve ser acompanhada de avisos e melhor monitoramento por parte das autoridades sanitárias.
Por fim, a atuação na região onde irrompeu o surto e a solidariedade internacional são fundamentais para garantir tratamentos humanitários e evitar que haja um êxodo da região. Ações de esclarecimento sobre formas de prevenção de contágio são parte dessa estratégia junto às populações diretamente atingidas.
Fonte: Organização Mundial da Saúde, Science Magazine (special collection Ebola Virus) – agosto de 2014, e
PETTITT, J et al, Therapeutic Intervention of Ebola Virus Infection in Rhesus Macaques with the MB-003 Monoclonal Antibody Cocktail. Sci Transl Med (5): 199ra113 (2013)


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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A volta por cima do Vírus Ebola na África

Segundo a OMS, a atual epidemia de ebola é a mais grave já registrada. O vírus é muito contagioso e o índice de mortalidade pode atingir 90% dos casos.

O Ministério da Saúde informou que acompanha, por meio de dados repassados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto de ebola registrado na África Ocidental. Segundo o ministério, não há casos da doença confirmados no Brasil e mesmo com o grande fluxo de turistas estrangeiros em razão da Copa do Mundo, o risco de transmissão no país é considerado baixo.


Vírus ebola já matou 467 pessoas na África



“De acordo com avaliação da OMS, o risco de disseminação da doença é considerado alto nos países fronteiriços, moderado no restante do Continente Africano e baixo no restante do mundo. O ebola é transmitido pelo contato direto com sangue, secreções, órgãos e outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. Por isso, a transmissão para outros continentes não é provável e a OMS não recomenda quaisquer medidas que restrinjam o comércio ou o fluxo de pessoas com os países afetados”, informou o ministério.
Dados da OMS mostram que três países enfrentam atualmente uma epidemia do ebola: Guiné, Libéria e Serra Leoa. A organização iniciou ontem (2) uma reunião de dois dias para discutir a situação na África Ocidental. O último boletim registra 759 casos e 467 mortes provocadas pela doença. Em apenas cinco dias (entre 25 e 30 de junho), foram registrados 14 óbitos.
A doença do vírus ebola, mais conhecida como febre hemorrágica do ebola, é uma condição grave, com índice de mortalidade que chega a 90% dos casos. Durante surtos, as pessoas consideradas mais suscetíveis incluem trabalhadores da saúde, parentes de pacientes e demais indivíduos que tenham tido contato com pessoas infectadas.

Editor Graça Adjuto

Fontes: EBC - EBC 2
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