TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Mais um caso de PICA!!!


"Já ouviu falar na história do amarelo que come barro.... é PICA"


Matéria do Jornal Ciência

Americana viciada em comer pedras e rochas já ingeriu mais de 1.360 kg em toda sua vida


Mulheres - e homens também - adoram comer chocolate quando estão com dificuldades pessoais e de cunho amoroso, mas não é o caso de Teresa Widener.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mulher grávida, portadora da síndrome de PICA, sente desejo por sabão e bebe 2 frascos de sabonete líquido por semana

É cientificamente provado que a gravidez pode desencadear alguns desejos estranhos nas mulheres, mas uma britânica elevou isso a outro patamar.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Existe alguma fruta azul?

“Adoro esse blog e adoro acompanhar também os posts que você publica no FaceBook. Gostaria de saber se existe alguma fruta azul?” Jerryane Dutra
Jerryane, existe fruta azul sim, o nome dela é Mirtilo (blueberry, em inglês; arándano, em espanhol) pertence a família Ericacea. O fruto é uma baga de cor azul escura devido a grande quantidade de antocianinas, tem formato achatado, coroada pelos lóbulos do cálice e com aproximadamente 1 a 2,5 cm de diâmetro. Apresentam em seu interior muitas sementes e tem sabor doce-ácido. Não são muito comuns no Brasil, pois é nativa de regiões da Europa e dos Estados Unidos e só começaram a ser cultivadas aqui nos estados do Sul do país nos anos 80. Nos países do hemisfério Norte vem sendo largamente cultivada, pois possui uma grande importância comercial. Acredita-se que estes frutos garantem uma “fonte de longevidade” devido a sua composição nutricional.
Existem várias espécies de blueberries, mas as principais espécies com expressão comercial são divididas em três grupos, de acordo com o genótipo, hábito de crescimento, tipo de fruto produzido e outras características. São elas: “highbush” frutos com tamanhos mais desenvolvidos e mais saborosos, “rabbiteye” que apresentam maior produção por planta e seus frutos têm uma maior conservação em pós-colheita e “lowbush” em que frutos de pequeno tamanho, cujo destino é a indústria processadora.
Estudos sobre suas propriedades apontam o mirtilo como arma contra o câncer, pois contém a fibra pectina que ajuda no combate a esta doença. Contém também, antioxidantes que combatem os radicais livres que são prejudiciais ao organismo como um todo. Os Flavonóides ajudam a melhorar a função de enxergar melhor e melhorar o sistema circulatório.O mirtilo possui ainda, vitamina B2,C,E e Magnésio.
Chamar as mirtilo de blueberry é muito mais charmoso, não é?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O que torna um queijo diferente do outro?

É a variedade de processos de produção, que altera as reações químicas que transformam o leite em um aglomerado sólido. O tipo de queijo começa a ser definido pela matéria-prima, já que cada leite - seja de vaca, cabra, ovelha ou búfala - apresenta diferentes teores de gordura e de composição nutricional. Seja qual for a fonte escolhida, o líquido tem que passar primeiro pela etapa de coagulação ou solidificação, processo ativado por bactérias naturais do próprio leite ou pela renina, enzima retirada do estômago do carneiro. Depois de formada a massa, ela é prensada para perder o soro, ou excesso de água. Essa é a receita básica para os queijos frescos. Quando a massa é envelhecida - ou "curada" -, a produção incorpora outras etapas, que ajudam a aumentar a variedade de queijos. Esses tipos envelhecidos dependem ainda da bactéria, enzima ou fungo utilizado para amadurecê-los, bem como da temperatura e da umidade do local onde a massa descansa até ficar no ponto certo.
A soma de todos esses fatores determina a velocidade das reações químicas entre os compostos do leite, modificando o aroma, o sabor, a textura e a consistência. Quanto mais curado, mais duro e amarelado fica o queijo. Essas diferenças na receita já são bem conhecidas - o que permanece cercado de mistério é como o queijo surgiu no mundo. O mais provável é que tenha sido acidentalmente, assim que o homem passou a domesticar animais, há cerca de 10 mil anos, no Oriente Médio. Segundo uma lenda antiga, o primeiro queijo teria sido produzido ao acaso por um mercador árabe que atravessava o deserto. Ele guardou leite numa bolsa feita com estômago de carneiro e a renina presente na bolsa, junto com o calor do Sol, fez o leite coagular, formando uma massa saborosa. O queijo se espalhou pela Europa com o Império Romano e, na Idade Média, passou a ser produzido por monges, que dominaram o processo e fizeram do alimento um produto típico do continente.
Os especialistas calculam que existam milhares de nomes diferentes de queijo - que poderiam ser agrupados em cerca de 400 tipos básicos, quase todos de origem européia.
Alquimia apetitosaIguaria de leite solidificado nasce de fungos e bactérias

EMENTAL
O famoso queijo suíço apareceu por volta do século 15. Durante sua produção, ele passa duas semanas no refrigerador e depois é transferido para uma câmera com temperatura entre 20 e 24 ºC. Essa mudança ativa a bactéria Ropionibacterium shermanii, que produz gás carbônico, formando os buracos característicos desse queijo. Junto com o gruyère, um tipo semelhante, é usado para fazer o saboroso fondue.
CAMEMBERT
Um dos queijos de cheiro mais forte, surgiu na região da Normandia no século 17. Sua casca é produzida pelo fungo Penicillium camemberti, um tipo de bolor. Esse fungo solta enzimas que digerem as proteínas do queijo, fazendo com que seu interior fique cremoso. Para que as enzimas possam amolecê-lo por inteiro, ele é feito com pouca espessura. Um tipo parecido, porém mais suave, é o brie, que usa outro fungo, o Penicillium candidum.
CHEDDAR
O mais típico queijo inglês teve origem no condado de Somerset, sudoeste da Inglaterra, no século 15. Sua massa, ainda fresca, é picada para que o soro escorra e depois fica prensada em grandes cilindros. O cheddar, então, é envolto em um tecido fino e coberto com cera. O tempo ideal de maturação é de um ano e meio, o que deixa o sabor mais intenso.
MUSSARELA
Um dos queijos mais populares do mundo foi criado na região de Nápoles no século 16. As primeiras mussarelas eram de leite de búfala. Sua massa fresca é amassada e esticada até ficar com uma consistência suave e flexível, sendo depois moldada e conservada no próprio soro. A versão com leite de vaca passa por um rápido cozimento, seguido de um período de três semanas descansando em local refrigerado, o que deixa o queijo mais fácil de derreter.
PARMESÃO
Surgiu na cidade de Parma no século 16. Possui uma crosta externa de cor marrom-amarelada, dura e oleosa, com um interior que fica quebradiço com o envelhecimento. O parmesão original deve ser envelhecido por dois anos no mínimo. Um tipo semelhante é o grana, o chamado "ouro da Itália", queijo caríssimo porque chega a ficar quatro anos maturando.
MINAS
Como diz o nome, surgiu em Minas Gerais durante o período colonial, passando a ser produzido industrialmente em 1880. Trata-se do representante nacional do queijo fresco, categoria da qual fazem parte a ricota e o queijo cottage. São esses os tipos mais simples de produzir, pois não passam pela etapa de envelhecimento. Devido ao sabor suave, muitas vezes são usados para fazer sobremesas.
ROQUEFORT
Nascido no sul da França no século 11, é feito com leite de ovelha e tem um fungo chamado Penicillium roqueforti, que só é ativado em contato com o ar. Por isso, a massa é furada por agulhas para que o fungo cresça e forme um bolor esverdeado. Na produção tradicional, o envelhecimento é nas cavernas da cidade de Roquefort, onde o frescor e a umidade ajudam o fungo a crescer. O gorgonzola é parecido, mas leva leite de vaca.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Nasce bebê gigante com mais de 6 kg

Caso chama atenção da medicina. Um bebê de 57,5 cm e 6,11 kg nasceu na cidade de Leipzig, na Alemanha. A criança é uma menina e foi chamada de Jasleen. A mãe só chegou ao hospital no dia do parto e sofreu de diabetes durante a gestação. Confira imagem da menina na maternidade.

bebe gigante Nasce bebê gigante com mais de 6 kg usuario
 FONTE: NOVAS DO DIA


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

As rochas deslizantes de Racetrack Playa


O fenômeno das rochas deslizantes do lago seco de Racetrack Playa, no Vale da Morte, é um dos enigmas naturais mais intrigantes da geologia moderna. Esse fenômeno consiste nos movimentos de rochas, algumas delas imensas, ao longo de um rastro, sem nenhuma intervenção humana ou animal. Elas têm sido registradas e estudadas em diversos lugares pelo Racetrack Playa, onde o número e o tamanho dos rastros são notáveis. Até hoje não se tem certeza da força por trás do movimento das rochas.
As rochas só se movem a cada dois ou três anos, e a maioria dos rastros de desenvolvem por três ou quatro anos. As pedras ainda são capazes de se virarem, expondo outro lado para o chão, e deixando rastros diferentes. Esses rastros podem se diferenciar tanto em direção quanto em distância. Rochas que podem partir juntas de um certo ponto, podem seguir por uma linha paralela por um tempo, e logo uma delas pode mudar de direção abruptamente para a esquerda, direita ou até para trás, na direção de onde veio. O tamanho das trilhas também varia bastante, duas rochas de tamanhos e formas similares podem viajar uniformemente, e uma delas pode simplesmente parar, enquanto a outra continua.

Geologistas mapearam toda a área do Racetrack Playa em 1948, e registraram os rastros das pedras. Naquele tempo, a maioria dos estudiosos concordou que a hipótese mais plausível seria que esse fenômeno fosse causado por ventos fortes quando o solo do rio estivesse minimamente úmido, e que, se essa não fosse a causa principal, com certeza seria fortemente responsável. Porém, algumas rochas pesam tanto quando um ser humano, fato que fez com que alguns geólogos, como George Stanley, acreditassem que tais rochas seriam excessivamente pesadas para serem empurradas pelo vento. Estudiosos que seguem Stanley, acreditam que camadas de gelo ao redor das pedras podem tanto ajudar a pedra a “pegar” mais vento, ou podem ajudar as pedras a deslizar sobre camadas de gelo no solo.
Em maio de 1972, Bob Sharp e Dwight Carey criaram um complexo programa de monitoramento das pedras do Racetrack Playa. Eles registraram e rotularam cerca de trinta pedras, e usaram estacas para marcar suas posições. A cada pedra foi dado um nome, e as posições das pedras foram registradas por um período de sete anos. Eles fizeram muitos testes para tentar provar a teoria das camadas de gelo, mas ela não se comprovou, as pedras se moviam da mesma forma, independente da presença ou não de gelo. Eles usaram cercados e estacas, que deveriam impedir a ação do vento e detectar alterações causadas pelo congelamento. Isso indicou que, se o gelo faz parte dessa equação, a sua importância deve ser muito pequena, quase desprezível. Outros pares de pedras foram selecionados, e em muitos deles, apenas uma delas se moveu.
Posteriormente, em 1995, alguns pesquisadores detectaram a ocorrência de ventos incomumente fortes na região do rio, que podiam ser comprimidos e intensificados por causa da configuração topográfica da região, podendo esses ventos chegarem a 90km/h, com rajadas de até 140km/h. Acredita-se, que essas rajadas são suficientemente fortes para ser a força de impulso que dá início ao movimento das pedras, enquanto os ventos constantes e mais fracos podem ser responsáveis para manter o movimento das pedras, já que apenas metade da força inicial seria necessária para manter a pedra em movimento.
Um estudo publicado em 2011, postulou, novamente, que pequenas formas de gelo deveriam ser formadas ao redor das pedras, quando o nível do rio aumentava, e esse gelo seria responsável por diminuir a força de atrito nas pedras. Mas essa teoria não pode ser totalmente aceita, pois os movimentos das pedras já foram registrados em temperaturas muito superiores ao do congelamento da água, impossibilitando a formação de gelo.
Fontes:

Fonte: InfoEscola

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Qual a diferença entre Aspirina, Novalgina e Tylenol?


Apesar de eles serem os campeões de vendas (3 em cada 10 itens comprados nas farmácias) e furtos (9 entre os 20 remédios mais roubados), pouca gente sabe diferenciar os efeitos dos principais analgésicos.

Não, não é tudo a mesma coisa. Apesar de servirem ao propósito geral de diminuir dores, eles podem ter efeitos colaterais perigosos dependendo do paciente, como você vê nas fichas abaixo.

É importante aprender essas diferenças agora que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mandou-os para trás do balcão da farmácia. A ideia é fazer com que os clientes sejam orientados pelo farmacêutico, evitando a automedicação.

Conhecendo-os ou não, o negócio é usá-los só quando necessário, para que a medicação não se transforme em uma dor de cabeça.


O melhor remédio
Conheça as características e riscos dos principais tipos de analgésico

ÁCIDO ACETIL-SALICÍLICO

Marcas conhecidas: Aspirina, AAS.
Indicação: Eficiente contra febre e dores da cabeça ao dedão do pé, também previne problemas cardiovasculares.
Contraindicação: Por inibir a formação de coágulos, piora dengues. Também é contraindicado para quem tem gastrites ou sofre de asma e rinite (ele favorece reações alérgicas).


DIPIRONA SÓDICA

Marcas conhecidas: Anador, Dorflex, Lisador, Neosaldina e Novalgina.
Indicação: Em gotas ou comprimido, é ideal para febres, médio para dores e fraco para inflamações.
Contraindicação: Muitas pessoas são alérgicas, e a sensação de fraqueza é comum. Em excesso, prejudica o poder de cicatrização do organismo. A substância deve ser evitada pelos diabéticos, pois contém açúcar.


PARACETAMOL

Marcas conhecidas: Sonridor, Tylenol.
Indicação: Efeito analgésico semelhante ao da aspirina. Mas é o único que não tem ação anti-inflamatória.
Contraindicação: Não pode ser usado em caso de dengue, pois a doença faz com que o fígado pare de fabricar uma enzima que metaboliza o paracetamol e a substância fica acumulada no organismo, o que pode levar o paciente à morte. Em excesso, ele pode causar danos no fígado, então deve ser evitado por quem já agride o órgão regularmente, como doentes de hepatite e quem bebe em excesso. Ou seja, tomar um Tylenol para aliviar ressaca é uma péssima ideia.

Fontes Prof. Luis Antônio Baffile Leoni, farmacêutico pela Universidade Estadual de Londrina e diretor da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade São Judas Tadeu, e Patricia Pâmela Fonseca, da pós-graduação em medicina farmacêutica pela Unifesp.

Fonte: Super.abril
.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 15 de setembro de 2012

Já viram o fruto do Couve?


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Como ler uma caixa taxonómicaCouve
Couves (repolho)
Couves (repolho)
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem:Brassicales
Família:Brassicaceae
Género:Brassica
Espécie:B. oleracea
Cultivares
ver texto
Couve é o nome vulgar, genérico, das diversas variedades cultivares da espécie Brassica oleracea L., (ou Brassica sylvestris (L.) Mill.) da família das Brassicaceae, a que também pertence o nabo e a mostarda. É uma planta muito utilizada como verdura na cozinha, para sopas (como a couve-galega para o caldo verde) e conservas (como o repolho para o chucrute), entre outros acompanhamentos, como a couve à mineira.

Descrição

É uma planta cuja descrição se torna difícil, já que as diversas variedades são bastante diferentes em termos morfológicos. Assim, pode-se considerar que é uma planta herbácea, mas há algumas variedades sublenhosas na zona da base do caule; pode ser considerada uma planta bianual, mas tem, por vezes, tendências perenantes (o seu ciclo de vida pode prolongar-se para além dos dois anos). O caule é erecto, podendo ser curto, como no repolho, ou longo, como na couve-galega. As folhas da base podem diferir das folhas terminais: as basilares podem ser lirado-penatipartidas, enquanto que as folhas superiores podem ser oblongas, obovadas, onduladas, denteadas, formando, ou não, uma "cabeça" de folhas apertadas, antes da floração. As folhas são geralmente verdes (glaucas, mas nem sempre), grossas, não chegando a ser carnudas. Ao longo docaule (também chamado de talo) podem formar-se pequenos ramos ou gemas, como na couve-galega, ou na couve-de-bruxelas. As flores, dispostas em rácimos terminais erectos, podem ser brancas ou amarelas, com sépalas erectas e corola composta por quatro pétalas obovadas, unguiculadas (com forma de unha). Tem estames tetradinâmicos, (quatro com filetes compridos e dois curtos). Os frutos são síliquas cilíndricas ou subcompridas rostradas (com um prolongamento em forma de bico na extremidade). É uma planta originária das costa ocidental europeia.

Composição

É rico em vitamina CA,Kcálcio e β-caroteno, além de nutrientes bons para o corpo

Grupos

Flor dos brócolos - são visíveis as sépalas eretas, as pétalas obovadas e os estames tetradinâmicos (dos seis, dois são mais curtos), como é característico da espécie.
Os tipos cultivados dividem-se nos seguintes grupos:
Couve-galega
  • Brassica oleracea, grupo Italica - brócolos ou bróculos;
    • Subrupo Albida;
    • Subgrupo Cymosa;
    • Subrupo Flava;
    • Subgrupo Italica;
  • Brassica oleracea, grupo Medullosa - couve-cavaleiro, couve-forrageira ou couve-repolho-branca;
  • Brassica oleracea, grupo Nanofimbriata - couve-frisada-anã;
  • Brassica oleracea, grupo Palmifolia - couve-palmeira;
    • Subgrupo Laciniato - também incluído nos grupos Viridis e Sabellica - ainda que pertença indubitavelmente à Brassica oleracea acephala;
  • Brassica oleracea, grupo Ramosa- outro tipo de couve-cavaleiro;
  • Brassica oleracea, grupo Sabauda - couve-lombarda, lombardo, couve-crespa, couve-de-sabóia ou couve-de-milão;
  • Brassica oleracea, grupo Sabellica - couve-frisada ( bem como a couve-galega, ambas pertencentes também ao tipo Acephala, nem sempre consideradas como grupo, mas como "variante");
  • Brassica oleraceae, grupo Viridis - couve-forrageira;

    Ver também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...