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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Fique sabendo: Maçã, morango, abacaxi e caju não são frutos

Um pouco de botânica sempre faz bem… Quando falamos de frutos, uma das primeiras coisas que vem na cabeça são “frutas” comuns, como a maçã por exemplo. Os frutos estão relacionados ao ciclo reprodutivo das angiospermas e são na verdade os ovários que se desenvolve e aumenta seu tamanho após a fecundação dando origem ao que chamamos de fruto. A intenção desse crescimento da parede do ovário nada mais é do que proteger as sementes da planta e ajudar na sua dispersão, já que alguns animais aproveitam os sabores geralmente agradáveis para se alimentar deles.
 Só que nem todos os frutos que conhecemos como frutos, são realmente frutos! (uhh!!!) A maçã por exemplo, é um pseudofruto. O pseudofruto é uma estrutura suculenta, mas não se desenvolvem a partir do ovário da planta, como acontece com os frutos verdadeiros. No caso da maçã, a parte que comemos é formada a partir do receptáculo da flor, o fruto de verdade é aquela casquinha que protege a semente. O caju é outro pseudofruto. A parte suculenta é originada do pedúnculo floral e a castanha sim, é o fruto propriamente dito. Morango também não é um fruto verdadeiro. A parte gostosa e suculenta do morango é também originada do receptáculo floral, a flor possui vários ovários que e seus receptáculos se agregam formando um “fruto agregado”, as “sementinhas” do morango são os frutos secos (arquênio). No abacaxi, ocorre a reunião de várias flores (inflorescência) e então com a fecundação formam-se vários frutos que são chamados de infrutescência, ou seja, é desenvolvido a partir do ovário de várias flores, como se fosse mesmo um fruto múltiplo. Já a banana é um fruto partenocárpico, se origina do ovário, mas sem que haja fecundação e produção de sementes.
 maça
morango
caju
abacaxi

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Cambuci - Conheçam esse fruto tão exótico e o cambucizeiro

Por Marcelo Oliveira
InfoEscola

O cambucizeiro  é uma árvore da Mata Atlântica, cujo fruto de formato ovóide-romboidal e dividido ao meio por uma crista horizontal. O nome cambuci  surgiu devido à aparência de vasos e potes utilizados pelos tupis e chamados de kamu’si. Uma árvore semidecídua, da família das mirtáceas e parente de frutos como a goiaba, a jabuticaba e a pitanga, podendo atingir uma altura de 8m, com uma copa piramidal, tronco descamável e liso e de folhas elípticas.

Cambuci
Cambuci
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Myrtaceae
Gênero: Campomanesia
Espécie: Campomanesia phaea
Os frutos, de casca verde e fina, amadurecem entre os meses de janeiro e abril e é possível saber que estão maduros por se tornarem mais macios e a cor mais amarelada, além de caírem dos galhos. As bagas têm aproximadamente 6cm de diâmetro, de polpa cremosa, suculenta e de poucas sementes, além de extremamente ácidos. Apesar de não serem do tipo de fruta consumida in natura, possui perfume e sabor característicos que o faz um popular aromatizante da cachaça desde o período colonial, uma de suas principais aplicações até hoje.
Fonte de agentes antioxidantes e taninos, que combatem os radicais livres,  o fruto ajuda a retardar o envelhecimento e fortalecer o sistema imunológico, além de ser rico em fibras e vitamina C. O cambuci também é bastante apreciado por animais como o jaú, pacas, macacos e tucanos, no entanto a dispersão de sementes através destes animais frugívoros não acontece em um ritmo adequado para a mantenabilidade da espécies nas matas.
Felizmente a árvore é cultivada em pomares domésticos emcidades como Salesópolis, Biritiba-Mirim e Paranapiacaba, dentre outras com resquícios de Mata Atlântica, cujos moradores são incentivados a plantá-las em seus quintais, graças a recém-descoberta de que há mais usos para o cambuci do que saporificar cachaça, servindo assim como alternativa de crescimento econômico e sustentável para esses municípios.
Na cidade de Paraíbuna, por exemplo, é possível apreciar o sorvete e o xarope de cambuci, além de ser vendido o fruto em mercados d cidade e em outros pontos da rodovia dos Tamoios. A diversidade culinária empregando o fruto não é novidade, já que há relatos de que moradores da antiga São Paulo colhiam a fruta caída em seus quintais após as chuvas de verão para o preparo de geléias, sucos e tempero de aguardente. Essa cultura, no entanto, se perdeu com a chegada da poluição e o sumiço desses quintais e áreas verdes nativas, que deram lugar a apartamentos e casas menores.

Fonte:
http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/2010/03/21/o-cambuci-e-seus-frutos-desconhecidos/
http://jornal.valeparaibano.com.br/2004/06/15/rural/receita1.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cambuci_(fruta)
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sábado, 15 de setembro de 2012

Tipos de frutos: Aquênio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


(Redirecionado de Diaquênio)

Aquénios na superfície de um morango.
Aquênio, ou aquénio, é um tipo de fruto normalmente seco, com origem em um ou mais carpelosindeiscente, portando normalmente umasemente. Em Moraceae, os aquênios podem ser carnosos.
Em Asteraceae, os aquênios podem estar acompanhados de papus, uma modificação do cálice de suas flores, que possuem ganchos e espinhos que facilitam sua dispersão.
Geralmente nos frutos, o seu pedúnculo é apreciado mais que o aquênio. É o caso do caju.
Nas plantas com mais do que um carpelo, o fruto é um poliaquênio. É o caso das Lamiaceae e Ranunculaceae.
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Silíqua, um tipo de fruto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Síliquas da espécie Raphanus sativus
Lunaria annua
Síliqua é um tipo de fruto seco e deiscente, constituído por 2 carpelos. Em seu interior há um septo plano, onde inserem-se as sementes, em ambas as suas faces (encerrando-as em cada um dos dois lóculos formados). Este septo, na abertura do fruto, destaca-se de ambos os carpelos, expondo as sementes ao vento.
Este tipo de fruto não é muito comum, ocorrendo especialmente em alguns gêneros de Bignoniaceae, como exemplo em Tabebuia e Tecoma, conhecidos popularmente como ipês.
Os frutos do tipo síliqua são geralmente alongados. Quando mais curtos, com o comprimento aproximadamente do mesmo tamanho ou até três vezes menor que a largura são denominados silículas.
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