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terça-feira, 1 de maio de 2012

Larva da Morte da Mongólia (Mito)

Comentário do Dj alma a convite do Prof. djalminha: Essa larva aparece no filme Ataque dos vermes malditos, mas mil vezes maiores e vorazes. 

Mongolian Death Worm -Larva da Morte da Mongólia



Nome:
A Larva da Morte da Mongólia é conhecida pelos nómadas do Deserto do Gobi como «allghoi khorkhoi», o que traduzido significa «intestino de vaca», já que o animal se assemelha a um intestino vivo. Devido ao nome original que lhe é atribuído, é muitas vezes confundida como um parasita intestinal, embora não o seja.

Descrição:
»Criatura avermelhada e com pequenas manchas escuras espalhadas pelo corpo;
»Mede entre 2 a 5 pés de comprimento (cerca de 61cm e 1,5m);
»Tão grossa como o braço de uma pessoa;
»A cabeça e a cauda são indistinguíveis, sendo por vezes descrita como tendo estruturas pontiagudas, semelhantes a espinhos em ambas as pontas.


Os relatos sobre este animal surgem-nos do sul do Deserto do Gobi, na fronteira entre a China e a Mongólia, uma das regiões menos exploradas em todo o planeta.

É descrita como sendo extremamente venenosa e mortal, sendo capaz de matar cavalos e camelos sem muita dificuldade. Tem a capacidade de cuspir o seu veneno, capacidade encontrada em várias cobras, embora nenhuma delas viva em ambientes semelhantes ao daquela zona da Ásia.

Passa a maior parte do ano debaixo da terra, vindo apenas à superfície nos dois curtos meses em que a chuva cai no Gobi.

Durante anos, os regimes comunistas impediram quaisquer buscas pelo animal, mas mesmo recentemente nenhuma tentativa de encontrar este verme mortal teve sucesso. A maioria dos relatos são consistentes , pelo devem ser considerados como prova de que existe um animal verdadeiro escondido nas vastas e longínquas areias do Gobi.

Em baixo, as areias do Gobi, mesmo a norte dos Himalaias, sobressaem do resto do verde da imagem.
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Aardvark

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Como ler uma caixa taxonómicaOricteropo
Ocorrência: miocénico inferior–recente
O
S
D
C
P
T
J
K
N
Orycteropus afer stuffed.jpg
Estado de conservação
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Superordem: Afrotheria
Ordem: Tubulidentata
Família: Orycteropodidae
Género: Orycteropus
Espécie: O. afer
Nome binomial
Orycteropus afer
(Pallas, 1766)
Distribuição geográfica
Aardvark area.png
O oricteropo (nome científico: Orycteropus afer) é um mamífero africano, o único representante vivo da ordem Tubulidentata, da família Orycteropodidae e do seu género. Este animal distribui-se por todas as as planícies e savanas do sul de África[1]. O nome aardvark, pelo que é conhecido em vários países, significa "porco-da-terra" em africâner (aarde, "terra", e vark, "porco"), mas este animal não está relacionado com a família Suidae. Também é conhecido como aardvark, jimbo, porco-da-terra, porco-formigueiro, timba, timbo,[2] orictéropo, [3] ou oricterope[4]


Características

É um animal de médio porte que pode pesar entre 40 a 100 kg. Tem uma pele espessa e de cor amarelada a acastanhada, revestida por poucos pelos, e orelhas compridas e bicudas. A dentição do oricteropo é única na classe dos mamíferos e o motivo pelo qual são classificados numa ordem à parte. O adulto tem 20 dentes distribuidos segundo a fórmula 0/0 0/0 2/2 3/3, constituidos por dentina e com uma cavidade tubular. Os dentes não são revestidos e desgastam-se; para compensar os dentes crescem continuamente. A língua, vermiforme, tem uma superfície pegajosa e pode chegar a ter 30 centímetros. Os porco-formigueiros consomem ocasionalmente outros insectos, pequenos roedores e frutos mas a sua alimentação base é composta de térmitas e formigas. Para comerem estes insectos e como protecção contra predadores, os orictéropos desenvolveram uma capacidade excelente para escavar buracos e túneis no subsolo e podem enterrar-se completamente no solo em menos de um minuto.
São animais noturnos e solitários que não mantêm territórios, deslocando-se com frequência dentro do seu habitat em busca de fontes de alimento. Apenas fémeas mantêm morada fixa e mesmo assim só durante a época de reprodução, que varia de acordo com a latitude em que vivem. A gestação dura em média 7 meses e resulta numa única cria, embora tenham sido registados nascimentos de gémeos. As crias nascem dentro de tocas e mantêm-se escondidas por várias semanas. Aos seis meses, o oricterope começa a alimentar-se sozinho e a maturidade sexual é atingida aos dois anos.
Os porco-formigueiros não têm importância económica para o homem mas foram ocasionalmente caçados como fonte de alimento. Graças à sua preferência alimentar por cupins, estabelecem um equilíbrio importante nas populações destes insetos sendo os buracos que cavam em busca de alimento utilizados por diversas espécies como refúgio.
A ordem Tubulidentata surgiu no Miocénico inferior, no atual Quénia.

Na cultura popular

Os oricteropos também aparecem na cultura popular:
  1. Arthur (desenho)
  2. A Formiga e o Oricteropo
  3. Um dos animais do African Adventure
  4. Cerebus the Aardvark, Série em Quadrinhos

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Categoria no Commons
Wikispecies Diretório no Wikispecies

Referências

  1. Klickeducacao: Aardvark
  2. "Aardvark". Dicionário Houaiss. Consultado em 29 de Agosto de 2009. 
  3. "Orictéropo", Dicionário Aurélio.
  4. "Oricteropo". Dicionário Houaiss. Consultado em 29 de Agosto de 2009.
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Diga não aos casacos de pele de mustelídeos

Peles
É muito aconchegante e elegante usar um casaco de pele de animais. Porém, lembre-se! Para que esses casacos sejam feitos, muitos animais são mortos de forma quase sempre brutal: são eletrocutados, asfixiados ou têm seus pescoços quebrados. Antes disto, são capturados em armadilhas, mantidos em cativeiros e sofrem muito no isolamento à espera de que atinjam as condições necessárias e exigidas para que suas peles se tornem valiosas o suficiente para serem negociadas no mercado de peles.

Nos dias atuais já existem grandes coleções de materiais sintéticos que imitam perfeitamente a pele dos animais e que aquecem da mesma forma. Deste modo, não faz sentido e nem é justo o uso da pele de um animal para aquecer outra pele, no caso a do homem.

Entretanto, a obsessão por ter um casaco de pele legítimo "esquenta" este debate. De um lado estão os ambientalistas, os defensores dos animais, provando que por trás de cada um desses casacos existe uma história de sofrimento e morte. Eles defendem que os casacos feitos com fibras sintéticas não necessitam do sacrifício de nenhum animal. Além do mais, argumentam que o material é lavável à mão, resistente, leve e mais barato. Por todas estas qualidades, os defensores dos animais consideram que a "pele ecológica" representa uma alternativa.

Porém, os fabricantes que usam peles de animais em suas peças de vestuário combatem as acusações e garantem que seguem as normas do decreto 98/58 sobre o bem-estar dos animais e do decreto 93/119 sobre o sacrifício de animais, ao pé da letra. Além do mais, contra-atacam, dizendo que o material de "pele sintética" é uma enganação, pois a lei de 1966 proíbe utilizar essa denominação para algo que não seja realmente pele de um animal. Dizem que é uma mentira para o consumidor, já que a "pressuposta pele" é de plástico, não é biodegradável, não é ecológica e, portanto, não pode ser denominada de "pele".

Enquanto isso, a indústria da moda continua alheia a este debate ambiental. A cada ano, quase todos os estilistas mais famosos do mundo criam uma coleção de abrigos de pele, que inclui casacos, estolas, jaquetas, jalecos e carteiras. Em suas coleções, as peles também se combinam com outros materiais, como jeans ou plumas no pescoço e nas mangas. Para aumentar a indignação dos defensores dos direitos da saúde, da vida e da liberdade dos animais, o último "grito" da moda é o casaco... reversível. Ou seja: pele por fora e por dentro!

São animais que fazem parte de uma mesma "família" muito disputada no mercado das peles. É a família dos mustelídeos, composta por pequenos mamíferos que se alimentam de carne e, geralmente, têm pernas curtas, unhas afiadas e possuem glândulas odoríferas que podem exalar cheiro forte. As peles destes animais são muito valiosas por serem macias, aconchegantes e possuírem várias tonalidades.

Fonte: Edukbr
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Os Texugos do Mundo: nove espécies, um nome

O termo “Texugo” designa diversas espécies semelhantes, que vivem em habitats tão distintos como os desertos da América do Norte, as savanas africanas, as florestas temperadas europeias e as florestas tropicais do Sudeste Asiático.

A designação “texugo” é usada para denominar uma variedade de predadores da Família Mustelidae, que habitam quatro continentes: Ásia, Europa, América e África. No mundo existem nove espécies diferentes de texugos (oito pertencem à sub-família Melinae, que são considerados os “verdadeiros” texugos, e uma à sub-família Mellivorinae). Apesar da sua aparência ser por vezes muito diferente, estes carnívoros apresentam similaridades estruturais, comportamentais e ecológicas. Os texugos são mamíferos de tamanho médio, com um corpo entroncado, uma cabeça pequena e um pescoço reduzido e espesso. A cauda é em geral curta e o focinho é alongado. Numerosas espécies cavam uma elaborada rede de tocas, utilizando as patas da frente, que possuem garras não retrácteis relativamente bem desenvolvidas. Estas tocas, além de lhes fornecerem segurança, protegem-nos do frio durante os Invernos longos, especialmente aos que habitam zonas mais setentrionais. A maior parte das espécies são nocturnas e a sua visão é portanto relativamente fraca, sendo os olhos reduzidos e pouco visíveis. Pelo contrário, o olfacto está bem desenvolvido. Tal como em todos os mustelídeos, as glândulas anais são bem desenvolvidas e produzem secreções de odor intenso, que servem como veículo de comunicação olfactiva.

Meles meles
O registo fóssil indicia que este grupo de mustelídeos evoluiu a partir de ancestrais semelhantes a martas e fuinhas (Gén. Martes), que no Terciário (há 65 – 2 milhões de anos) diferenciaram-se, apresentando uma evolução na dentição em direcção à omnivoria (importância crescente dos dentes tuberculados atrás das mandíbulas e redução dos dentes carniceiros cortantes). No começo do Pleistocénico (a partir de 1,8 milhões de anos) a Europa assistiu ao aparecimento de texugos semelhantes às espécies actuais, vindos da Ásia, havendo numerosos restos fósseis de animais deste período (e.g. Meles thorali).
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FURÃO (FERRET)

Dicionário dos bichos do site Kick Educação:
Eles são muito simpáticos e brincalhões. Fazem parte de uma numerosa família, a dos Mustelídeos. Têm vários primos espalhados pelo mundo: a lontra, o vison, a marta, a doninha, a ariranha, a irara e o furão selvagem.

Todos eles têm em comum o tamanho pequeno, de 40 a 70 centímetros (cm), o corpo alongado, as patas curtas, as orelhas redondas e o focinho fino.

A única característica que diferencia os furões de seus outros parentes é que eles são domésticos. Isso mesmo! Podem ser seu bichinho de estimação assim como os gatos e cachorros.

Hora do lanche

Quando estão soltos na natureza, os furões comem pequenos vertebrados e invertebrados, ovos e frutas.

Em casa, água fresca e ração devem estar sempre ao alcance do seu amigão. Como eles são carnívoros (comem carne), precisam de bastante proteína no cardápio.

Frutas, doces e fibras podem prejudicar seu intestino. Então, é melhor não oferecer tudo o que estiver comendo a eles.

Maternidade

As fêmeas podem ter filhotes a partir do quarto mês de idade. A gestação das mamães é longa e pode variar de 41 a 42 dias. Passado esse tempo, nascem de 2 a 4 filhotes pesando entre 8 e 10 gramas (g). Depois de no mínimo 21 dias de vida, os pequenos conseguem abrir os olhos.
 


Tamanho:
40 centímetros.
Peso:
1 quilo, em média.
Tempo de vida:
de 5 a 8 anos, mas alguns podem chegar aos 12 anos de idade.
Alimentação:
na natureza, pequenos vertebrados e invertebrados, ovos e frutas; em casa, ração e água.
Onde vive:
próximo a florestas ou em meio a arbustos, na beira de rios.
 




O coração dos furões chega a bater de 180 a 250 vezes por minuto.
A temperatura do corpo dos furões é de 38,5ºC. Mas, se ficam estressados ou nervosos, pode subir para 40ºC.
Os furões são muito curiosos. Por isso, é melhor não deixá-los sozinhos em casa. Eles adoram se enfiar em cantos e buracos e podem acabar se machucando.
Adoram esconder alimentos embaixo de móveis. Assim, os furões nunca ficam sem comida.
Os furões precisam ser vacinados contra raiva e cinomose.
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Ratel (Texugo), O animal mais destemido do mundo

O animal mais destemido do mundo



ratel-03
O ratel, um mamífero canívoro que vive na África e em partes da Ásia, é conhecido pela sua ferocidade. Tanto, que ostenta o título de animal mais destemido do mundo, no Guinness Book, o livro dos recordes. Comparado ao ratel, o famoso diabo da tasmânia vira um bichinho de estimação fofinho.
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Sua dieta inclui minhocas, insetos, escorpiões, esquilos, pássaros, tartarugas, cobras, lagartos, crocodilos de até um metro, frutas ou qualquer outra coisa que cruze o seu caminho, até mesmo animais maiores que ele. Leões, leopardos, lobos e outros predadores hesitam em atacar o ratel.
Mesmo com toda essa variedade em seu cardápio, o animal mostra um grande apetite por mel, justificando seu nome inglês, Honey Badger. Ele ataca ferozmente colméias, mesmo sendo picado por milhares de abelhas durante o ataque.
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Num documentário da National Geographic de 2002, um ratel rouba a caça de uma das mais venenosas serpentes africanas. Enquanto degusta a caça, o ratel percebe que essa cobra está entre uma de suas guloseimas preferidas e passa a caçá-la. Após matar a cobra, o animal começa a comê-la quando, de repente, desmaia devido ao veneno de uma mordida, desferida pela cobra durante a luta. Passado o efeito do veneno, ele desperta, termina sua refeição e segue em frente como se nada tivesse acontecido.
Taí um bichinho que se garante.
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Mustelídeos

Mustelídeos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Como ler uma caixa taxonómicaMustelidae
Loutre des pyrenees baronnies 2004.jpg
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Subordem: Caniformia
Infraordem: Arctoidea
Parvordem: Mustelida
Superfamília: Musteloidea
Família: Mustelidae
Géneros
Ver texto
Wikispecies
A Wikispecies tem informações sobre: Mustelídeos
Os mustelídeos (latim científico: Mustelidae) constituem uma família de mamíferos da ordem dos carnívoros, bastante diversificada e com ampla distribuição geográfica. O grupo tem representantes em todos os continentes, à excepção da Oceania, e habita habitats diversificados como os litorais costeiros, zonas montanhosas, o Rio Amazonas ou a tundra siberiana. Os mustelídeos são animais de pequeno a médio porte, desde a doninha anã do tamanho de um rato ao glutão de cerca de 25 kg, conhecido pela agressividade. O grupo inclui animais bem conhecidos como as lontras, os texugos e as doninhas.
Os mustelídeos têm tipicamente patas curtas, corpo alongado e uma cauda mais ou menos comprida. As orelhas são normalmente arredondadas e o focinho é afilado. Uma das características mais marcantes do grupo é a sua pelagem espessa de coloração e texturas variadas, de grande qualidade para efeitos de fabricação de vestuário. Esta qualidade fomentou a caça indiscriminada aos mustelídeos com o objectivo de lhes retirar a pele. O vison marinho, que vivia na costa leste da América do Norte, extinguiu-se em 1894 devido a caça exaustiva. Outras espécies como o vison ou o arminho foram também muito perseguidas. Hoje em dia a caça é controlada, mas a procura de peles de mustelídeo pela indústria da moda não baixou. Em vez disso, estes animais são hoje em dia criados em cativeiro, em quintas especializadas para a produção de peles. As condições em que os animais vivem são, em muitos casos, bastante precárias e as organizações de direitos dos animais têm vindo a lutar contra o fenómeno. Para além de campanhas publicitárias contra o uso de peles, uma das acções preferidas dos activistas é a invasão das quintas e libertação dos animais. Esta actividade tem provocado a expansão geográfica de várias espécies, nomeadamente o vison nativo da América do Norte, para a Europa e América do Sul. Em contrapartida, à medida que o vison prolifera graças às fugas do cativeiro, a doninha-europeia tem vindo a declinar por não ser capaz de competir no mesmo nicho ecológico com a espécie americana.


Taxonomia da família Mustelidae Fischer von Waldheim, 1817

A lista não é exaustiva, no total existem 55 espécies de mustelídeos divididas em 24 géneros.

Subfamília incerta

  • Paragale
    • Paragale huerzeleri - Mioceno Inferior, Aquitaniano (MN 2a), Montaigu-le-Blin, França.
  • Plesiogale
    • Plesiogale angustifrons - Mioceno Inferior, Aquitaniano (MN 2a), Montaigu-le-Blin, França
    • Plesiogale postfelina - Mioceno Inferior, Burdigaliano (MN 3), Wintershof-West, Alemanha

Subfamília Oligobuninae Baskin, 1998

  • Promartes
    • Promartes olcotti † - Mioceno Inferior, Hemingfordiano, EUA
  • Oligobunis
    • Oligobunis crassivultus † - Oligoceno Superior, Arikareeano, John Day Formation, EUA
  • Aelurocyon
  • Megalictis
    • Megalictis ferox† - Mioceno Inferior, Hemingfordiano, Marsland Formation, EUA.
  • Zodiolestes
    • Zodiolestes daemonelixensis † - Oligoceno Superior, Arikareeano, Harrison Formation, EUA.
  • Brachypsalis
  • Potamotherium Geoffroy, 1833 †
  • Potamotherium miocenicum Peters, 1868 †

Subfamília Leptarctinae Gazin, 1936

  • Leptarctus Leidy, 1856 †
    • Leptarctus neimenguensis - Mioceno Médio, Tunggur, Nei Mongol, China
  • Trocharion Forsyth Major, 1903 †
    • Trocharion albanense F. Major, 1903 - La Grive Saint-Alban, França; Valles Pénédes, Espanha; Steinheim, Alemanha
  • Craterogale Gazin, 1936 †
  • Hypsoparia Dorr, 1954 †
  • Schultzogale Lim & Martin, 2000 †
    • Schultzogale inexpecta Lim & Martin, 2000 - Hemingfordiano, Formação Runningwater, Nebraska, EUA.
  • Kinometaxia Wang, Qiu & Wang, 2004 †
  • Kinometaxia guangpui Wang, Qiu & Wang, 2004 - Mioceno Inferior, Formação Tiejianggou, Gansu, China.
  • Trochotherium Fraas, 1870
    • Trochotherium cyamoides Fraas, 1870
  • Gaillardina Ginsburg, 1999
    • Gailhardina transitoria Gaillard, 1899 - Mioceno Médio (MN 7-8), La Grive Saint-Alban, França

Subfamília Lutrinae

Inclui as lontras e ariranhas. Dividem-se 7 gêneros e 13 espécies atuais.
  • Amblonyx
  • Aonyx
  • Enhydra
  • Lontra
  • Lutra
  • Lutrogale
  • Pteronura

Sub-família Melinae

(Texugos)

Sub-família Mellivorinae Gill, 1872

  • Eomellivora Zdansky, 1924
    • Eomellivora wimani Zdansky
    • Eomellivora tugenensis Morales & Pickford, 2005 - Mioceno Médio, Ngorora, Quênia
  • Mellivora - ratel

Sub-família Taxideinae

Sub-família Mustelinae

Referências

  • Wang, X., M. C., McKenna & Dashzeveg, D. (2005) - Amphicticeps and Amphicynodon (Arctoidea, Carnivora) from Hsanda Gol Formation, Central Mongolia and Phylogeny of Basal Arctoids with Comments on Zoogeography. American Museum Novitates, Number 3483, 57 pgs.
  • Bonis, L. de (2005) — Carnivora (Mammalia) from the late Miocene of Akkaşdağı, Turkey, in Sen S. (ed.), Geology, mammals and environments at Akkaşdağı, late Miocene of Central Anatolia. Geodiversitas 27 (4) : 567-589.
  • Wang, X., Qiu, Z. & Wang, B. (2004) - A new leptarctine (Carnivora: Mustelidae) from the early Miocene of the northern Tibetan Plateau: implications for the phylogeny and zoogeography of basal mustelids. Zoological Journal of the Linnean Society, 2004,142, 405–421.
  • Marmi, J., López-Giráldez, J.F. & Domingo-Roura, X. (2004) - Phylogeny, evolutionary history and taxonomy of the Mustelidae based on sequences of the cytochrome b gene and a complex repetitive flanking region. Zoologica Scripta 33 (6), 481–499.
  • Hunt, R. M. & Skolnick, R. (1996) - The giant mustelid Megalictis from the early Miocene carnivore dens at Agate Fossil Beds National Monument, Nebraska; earliest evidence of dimorphism in New World Mustelidae (Carnivora, Mammalia). Rocky Mountain Geology, Dec 1996; 31: 35 - 48.
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Texugo raro é encontrado em vila no oeste da Índia

Material do portal Terra


Raro texugo do mel foi visto no Estado de Chattisgarh e levado para um zoológico próximo Foto: BBC Brasil
Raro texugo do mel foi visto no Estado de Chattisgarh e levado para um zoológico próximo

Foto: BBC Brasil


Um animal de uma espécie rara, o texugo do mel, foi encontrado no Estado de Chattisgarh, no oeste da Índia. O exemplar foi visto por guardas florestais vagando por uma vila da região e foi levado para um zoológico próximo.
Segundo um funcionário do zoológico, o animal encontrado é uma fêmea de cerca de cinco anos de idade. O texugo do mel se alimenta tanto de carne quanto de vegetais. No zoológico indiano, ele tem comido maçãs e bananas, além de frango e ovos.
O animal foi examinado por um veterinário que não encontrou nenhum machucado ou problema de saúde. O zoo para o qual ele foi levado já tinha um texugo do mel macho e agora os responsáveis pelo parque esperam que os animais procriem.
O texugo do mel é encontrado na África e em algumas regiões da Ásia. A espécie tem uma cabeça larga, olhos pequenos, um nariz arredondado e praticamente não tem orelhas.

 
 
BBC Brasil - BBC BRASIL.com - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC BRASIL.com.
 
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Ratel (Texugo) é um mamífero mustelídeo


O ratel (Mellivora capensis) é uma espécie da família Mustelidae. Ocorrem na maioria de África e no Oeste e Sul da Ásia. É a única espécie classificada no género Mellivora e na subfamília Mellivorinae. É um animal muito destemido e quase desprovido de medo. O Ratel ataca e mata basicamente qualquer coisa que se movimente e demora apenas 15 minutos para comer uma cobra de 1,50m, ele possui um diferencial dos outros animais que é uma inteligência e facilidade para achar os pontos fracos dos oponentes rapidamente e assim obter sucesso na caça e na captura de suas presas, mas quando é defrontado por um outro macho da mesma espécie, ele comumente ataca primeiramente os testículos. Ele é um dos únicos animais que usam ferramentas, por exemplo uma pilha de toras como escada. O ratel é tão carniceiro que aparenta não ter critérios de seleção para aquilo que ataca, bastando estar no seu alcance visual (ou de ataque). Come insetos, mamíferos, lagartos e répteis. O Ratel consegue até matar um crocodilo adulto. O Ratel é louco por mel (o seu nome em inglês é “honey badger”) e está disposto a levar milhares de picadas para acabar com uma colméia para satisfazer o seu desejo. Foi também observado por ambientalistas que nem mesmo criaturas astutas como leões e leopardos tentam atacá-lo.
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Blog amigo: Fotos de Natureza

Encontrei um belo blog que trata de fotografar a natureza animal como ela é.

Vou postar sempre aqui material do blog: Fotos de natureza.
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Alguns militares se infectaram na mata atlântica aqui em Natal (RN) com Chromobacterium violaceum

Chromobacterium violaceum

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


Chromobacterium violaceum
Placa de agar de sangue cultura de C. violaceum. Imagem do CDC .
Classificação científica
Reino: Bactérias
Filo: Proteobactérias
Classe: Betaproteobacteria
Ordem: Neisseriales
Família: Neisseriaceae
Gênero: Chromobacterium
Espécie: C. violaceum
Nome Binomial
Chromobacterium violaceum
( Schröter 1872)
Chromobacterium violaceum é um Gram-negativas , anaeróbico, não-sporing cocobacilo . Faz parte da flora normal da água e do solo de regiões tropicais e sub-tropical do mundo. Ela produz um antibiótico natural chamado violaceína, que pode ser útil para o tratamento de cólon e outros cancros. [1] Cresce prontamente em ágar nutriente, produzindo distintivos lisas baixas colónias convexas com um escuro violeta metálico brilho (devido à produção de violaceína). Seu genoma completo foi publicado em 2003. [2] Ela tem a capacidade de quebrar tarballs . [3]


Bioquímica

C. violaceum fermentos glicose , trealose , N-acetilglucosamina e gluconato , mas não a L- arabinose , D- galactose ou D- maltose . Em muitos casos, pode mostrar resistência de alto nível para uma gama de antibióticos (Doenças Infecciosas Emergentes • www.cdc.gov / eid • Vol. 11, n º 9, setembro de 2005).

significado de Medicina

C. violaceum raramente infecta humanos, mas quando ele faz isso provoca lesões de pele, septicemia e abcessos do fígado que pode ser fatal. [4] É preciso ter cuidado porque Burkholderia pseudomallei é comumente identificado erroneamente como C. violaceum por muitos métodos de identificação comuns. [5] [6] Os dois são facilmente distinguidos porque B. pseudomallei produz grandes colônias enrugadas, enquanto C. violaceum produz um pigmento violeta distintivo.
C. violaceum produz um número de antibióticos naturais:
Tem sido descrita como uma causa de infecção em Gibbons. [7]

Tratamento

Infecção causada por C. violaceum é raro, portanto, não existem ensaios clínicos que avaliaram diferentes tratamentos. Os antibióticos que têm sido utilizados com sucesso para tratar C. violaceum incluem pefloxacina , [8] ciprofloxacina , amicacina e [9] e cotrimoxazol . [10] Outros antibióticos que parecem ser eficazes in vitro incluem cloranfenicol e tetraciclina . [11] Por razões teóricas, a infecção não seria de esperar para responder a penicilinas e cefalosporinas , ou aztreonam , apesar de carbapenêmicos como meropenem ou imipenem pode possivelmente trabalhar. [12]

Genoma

O genoma completo foi sequenciado, e os resultados foram publicados em 2003. C. Tipo de violaceum estirpe ATCC 12472 foi encontrado para ter 4,751,080 pares de bases com um teor de G + C de 64,83% e 4,431 ORFs . [2]

Referências

  1. ^ Kodach LL, Bos CL, Durán N, Peppelenbosch MP, Ferreira CV, Hardwick JC (2006). "Violaceína sinergicamente aumenta 5-fluorouracil citotoxicidade, induz a apoptose e inibe Akt mediada transdução de sinal em células humanas cancro colorrectal" Carcinogenesis 27 (3):. 508-16. doi : 10.1093/carcin/bgi307 . PMID 16.344.270 .
  2. ^ um b . Nacional Brasileiro Genoma Project Consortium (2003) "A seqüência completa do genoma da Chromobacterium violaceum revela notável e exploráveis ​​adaptabilidade bacteriana" Proc Natl Acad Sci EUA 100 (20):.. 11660-5 doi : 10.1073/pnas.1832124100 . . PMID 14500782 .
  3. ^ Itah AY, Essien JP (2005). "Perfil do potencial de crescimento e hidrocarbonoclásticas dos microrganismos isolados de Tarballs no golfo de Bonny, na Nigéria" World Journal of Microbiology and Biotechnology 21 (6-7):. 1317-1322. doi : 10.1007/s11274-004-6694-z .
  4. ^ Sneath PH, Whelan JP, Bhagwan Singh R, Edwards D. (1953). "Fatal infecção por Chromobacterium violaceum" Lancet 265 (6780):.. 276-7 doi : 10.1016/S0140-6736 (53) 91132-5 . PMID 13085740 .
  5. ^ Inglis TJ, Chiang D, Lee GS, Chor-Kiang L (1998). "Erro de identificação Potencial de Burkholderia pseudomallei por API 20NE" Patologia 30 (1):.. 62-4 doi : 10.1080/00313029800169685 . PMID 9534210 .
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