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sábado, 17 de agosto de 2013

Aranhas - Quadro de diferenças

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Loxoceles intermedia - Aranha Marron, o maior índice de acidentes no Brasil



  • Aranha-marrom
  • As aranhas-marrons ou aranhas-violino, Loxosceles spp. são aracnídeos venenosos, conhecidas por sua picada necrosante. Elas são membros da família Sicariidae. As aranhas-marrom têm um comprimento total de cerca de 3–4 cm e seis olhos na cor branca. Wikipédia



  • Loxoceles intermedia.jpg (9738 bytes)teste.gif (4993 bytes)



  • São aranhas pequenas, também conhecidas por aranha-marrom possuem aproximadamente 1 cm de corpo, tem hábitos noturnos, podendo viver no interior das residências, atrás de móveis, em porões, sótãos e quartos de despejo. Não são agressivas, picando somente quando comprimidas contra a roupa. As aranhas peçonhentas não fazem teias, exceto a Aranha Marrom, sua teia é irregular e semelhante a um chumaço de algodão.
    O acidente causado pela picada destas aranhas normalmente é grave, seu veneno  tem ação proteolítica e hemolítica  e se  manifestam-se tardiamente, em média 12 a 24 horas após a picada.
    Sinais e sintomas precoces:
    Normalmente não valorizado pelo doente, as lesões cutaneas evoluem de forma lenta e prolongada, com discreto edema e eritema  e dor local semelhante a uma queimadura
    Eritema, edema, dor local, equimose, vesiculação local, bolha local. Após dois a cinco dias ocorre a formação de úlcera de difícil cicatrização onde poderá ser indicado um enxerto de pele.
    Quando há comprometimento cutâneovisceral, observamos febre, mal-estar generalizado, icterícia, equimose, vesículas, bolhas, necrose e ulceração.
    urina torna-se escura, cor de "coca-cola" Pode evoluir para oligúria, anúria e insuficiência renal aguda, semelhante ao que ocorre no acidente crotálico.
    O tratamento:
    Específico é feito com o soro antiaracnídeo e/ou antiloxoscélico, utilizado para a forma cutanea na dosagem de 5 ampolas e para a forma cutaneavisceral na dosagem de 10 ampolas de preferência pela via endovenosa, mas também pode ser feita aplicação subcutanea. O soro deve ser feito até 36 horas após o acidente.
    Complementar consiste na limpeza local com anti-sépticos e hidratação do doente de maneira semelhante ao preconizado para o acidente crotálico.
    vacinação anti-tetânica está indicada. Os antibióticos devem ser utilizados quando houver infecção secundária de maneira semelhante ao preconizado no acidente botrópico
    Para prevenir a possibilidade de efeito alérgico, pode-se administrar um anti-histamínico 15 minutos antes de aplicar o soro
    Nào usar garrote ou torniquete
    Não fazer incisões no local da picada
    Não aplicar amoníaco ou querosene no local da picada
    Não permitir o uso de bebidas alcoólicas

    FONTE:  ALE MED

    Arquivo: Latrodectus.mactans.spiderling.development.lima.png


    DESCRIÇÃO: Desenvolvimento de filhotes de Latrodectus de Lima, Peru. Venter esquerda, direita dorso com as pernas. 1: Após a eclosão (machos e fêmeas). 2: Após a primeira muda (machos e fêmeas). 3: Após a segunda muda (machos e fêmeas), em, padrão variante direita. 4: Após terceira muda (penúltimo masculino) 5: Após a quarta muda (macho adulto). 6: Após terceira muda (feminino). 7: Após a quarta muda (feminino). 8: Depois de quinta muda (feminino). 9: Após sexto muda (fêmea adulta).
    As mudas são contados após a saída do ovo-sac, há uma muda dentro de ovo-sac. Branco: branco; crosshatch: castanho claro; dupla crosshatch: sobrancelha escura, pontilhado de luz: laranja; pontilhado escuro: vermelho, preto: preto. Pode haver uma franja amarela ao redor do vermelho em áreas marcadas branco.
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    Viúva-negra-americana Latrodectus mactans

    Foto: Viúva-negra-americana
    Fotografia por Jessica Lucia, CC BY-NC-ND


    Espécie

    Nome Comum
    Viúva-negra-americana

    Nome em Inglês
    Southern Black Widow

    Nome Científico
    Latrodectus mactans
    Viúva-negra é o nome que se dá em geral às aranhas do gênero Latrodectus, de distribuição cosmopolita. Existem atualmente 32 espécies reconhecidas neste gênero.
    A viúva-negra-americana, é uma espécie de aranha altamente venenosa (seu veneno é neurotóxico). Elas são bem conhecidas pela distinta coloração preta e vermelha da fêmea e pelo fato de que ocasionalmente comem seu companheiro após a cópula. A espécie é nativa dos Estados Unidos, Canadá e México. O veneno da fêmea da viúva-negra é particularmente nocivo para os seres humanos (os machos quase nunca picam seres humanos). A inoculação do veneno dessa espécie é uma picada relativamente perigosa ou letal.
    Uma fêmea adulta mede cerca de 3,8 cm de comprimento e 0,64 cm de diâmetro. Possui coloração negra brilhante, com uma marca vermelha em forma de uma ampulheta na superfíce ventral (embaixo) de seu abdômen arredondado. Há muita variação no tamanho da fêmea, particularmente em fêmeas transportando ovos (prenha). O abdômen de uma fêmea prenha pode medir mais de 1,25 cm de diâmetro. Muitas fêmeas  também tem uma mancha laranja ou vermelha um pouco acima das fiandeiras na parte superior do abdômen.
    O macho é preto, ou mais próximo da aparência dos juvenis na cor, e é muito menor com o corpo medindo menos de 0,75 cm.
    Os juvenis têm uma aparência bem diferente dos adultos, o abdômen é de cor cinza ao preto com listras brancas e possui pintas amarelas e laranjas.
    A viúva-negra, normalmente se alimenta de uma variedade de insetos. Quando a presa cai na sua teia, ela rapidamente a agarra, então inocula o seu veneno. O veneno leva cerca de dez minutos para fazer efeito e, ao mesmo tempo, a presa é mantida firmemente pela aranha. Quando os movimentos da presa cessam, enzimas digestivas são liberadas dentro do ferimento da presa. As enzimas dissolvem o corpo da presa e ela suga o líquido resultante.
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    Tarântula-mexicana-de-pernas-vermelhas Brachypelma boehmei

    Foto: Tarântula-mexicana-de-pernas-vermelhas
    Fotografia por Michael L. Baird, CC BY


    Espécie

    Nome Comum
    Tarântula-mexicana-de-pernas-vermelhas

    Nome em Inglês
    Mexican Fireleg Tarantula, Mexican Rustleg Tarantula

    Nome Científico
    Brachypelma boehmei
    Descrita somente em 1993, essa impressionante aranha do sudoeste do México se assemelha ao seu parente mais conhecido,Brachypelma smithi (tarantula-mexicana-de-joelhos-vermelhos), com sua coloração preta e laranja. O fêmur preto (parte superior das pernas) possui uma faixa divisória escura entre a rica coloração laranja da carapaça e as pernas.
    Ao contrário das articulações laranja da sua parente Brachypelma smithi, as belas e coloridas pernas dessa espécie são de um vermelho "fogo" brilhante nas patelas (joelhos), clareando gradualmente para um laranja mais pálido mais para baixo e atingindo a cor preta nos pés. Embora não seja uma espécie particularmente defensiva, ao menor sinal de irritação ela não hesitará em liberar seus pelos urticantes.
    A tarântula-mexicana-de-pernas-vermelhas prefere regiões de vegetação seca, sendo encontrada em tocas abandonadas por roedores ou tocas de lagartos, normalmente embaixo de rochas ou troncos caídos. Nativa do México, essa espécie de tarântula é encontrada ao longo da costa do Pacífico central, do estado de Michoacán ao oeste do estado de Guerrero.
    As tarântulas desse gênero (Brachypelma) têm uma vida longa, com machos atingindo a maturidade aos 7-8 anos, e as fêmeas aos 9-10 anos. Enquanto os machos só vivem até um ano depois da sua muda final, as fêmeas podem viver por mais dez anos. A muda dos adultos e sub-adultos ocorre no final da estação seca (Novembro a Junho), depois desse período iniciam suas buscas por fêmeas para acasalamento. A bolsa de ovos é colocada depois da muda das fêmeas, e a eclosão ocorre de 3 a 4 semanas antes do início da estação das chuvas.
    As tarântulas-mexicanas-de-pernas-vermelhas tendem a ser mais ativas após escurecer, mas também podem estar ativas durante o dia.
    Tal como acontece com outras espécies do gênero Brachypelma da costa oeste do México, essa espécie se torna um animal de estimação popular devido à sua docilidade e cores vivas. O tráfico ilegal de animais, junto com a crescente destruição do seu habitat natural e a sua alta taxa de mortalidade antes da maturidade sexual, causa uma considerável preocupação para o futuro dessa tarântula.
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    Como é a digestão dos ARACNÍDEOS?

    Os aracnídeos não possuem mandíbulas para triturar o alimento, utilizando-se de suas quelíceras para segurar e dilacerar a presa. Eles ingerem somente alimento liquefeito e, para isso, lançam enzimas digestivas sobre os tecidos dilacerados da presa. O alimento é, então, parcialmente digerido fora do corpo do aracnídeo (digestão extracorpórea), formando um "caldo" que é sugado para o interior do estômago (estômago bombeador), associados a músculos. A digestão prossegue no interior do trato digestivo, e os restos não aproveitáveis são eliminados através do ânus.

    FONTE: SÓ BIOLOGIA

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    Escorpiões - Macro Fotografias


    NESSAS FOTOS MACRO VEMOS ESTRUTURAS DO CORPO DOS ESCORPIÕES PELO MUNDO. VALE A PENA CONFERIR PESSOAL...

    PEDIPALPOS OU PALPOS EM PINÇAS  
    Buthus occitanus fingers (France)
    Apistobuthus pterygocercus chela (Saudi Arabia)
    Parabuthus villosus fingers (South Africa)
    C. margaritatus pedipalp-tibia finger (Costa Rica)
    Androctonus australis fingers (Algeria)
    PENTES 

    Androctonus australis finger tip (Algeria)
    Leiurus quinquestriatus pectine (Lybia)
    Hottentotta caboverdensis pectine (Cape Verde)
    Parabuthus transvaalicus pectine (South Africa)
    Opisthacanthus elatus pectine (Colombia)
    Tarsoporosus species female pectines (Colombia)
    Tarsoporosus species male pectines (Colombia)
    Uroplectes planimanus female pectines (South Africa)

    Uroplectes planimanus male pectines (South Africa)

    Androctonus australis pectine (Algeria)


    Androctonus australis pectinal sensilla (Algeria)


    Androctonus australis trichobothrium (Algeria)

    olhos em ocelo

    Androctonus australis trichobothrium (Algeria)


    Buthus occitanus median eyes (France)
    Buthus mardochei median eyes (Morocco)
    Pandinus cavimanus median eyes (Tanzania)
    Parabuthus transvaalicus median eyes (South Africa)
    Opisthacanthus asper median eyes (South Africa)
    Zabius fuscus median eyes (Argentina)
    Scorpio maurus median eyes (Israel)
    Leiurus quinquestriatus median eyes (Lybia)
    Leiurus quinquestriatus lateral eyes (Lybia)
    Scorpio maurus lateral eyes (Israel)
    Hadrurus spadix chelicerae (USA)
    Leiurus quinquestriatus chelicerae (Lybia)
    Opisthacanthus elatus genital opening (Colombia)

    Parabuthus spp spermatophores (South Africa)

    Hadrurus spadix anus (USA)


    Nebo hierichonticus book lung spiracle (Israel)


    Parabuthus mossambicensis embryo (South Africa)

    Parabuthus mossambicensis embryo (South Africa)

    Centruroides vittatus embryo (USA)


    Centruroides vittatus embryo (USA)
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    Escorpiões da América do Norte

    ... Centruroides
    Centruroides vittatus "xeric" female (USA)
    C. vittatus "xeric" males, two morphs (USA and Mexico)
    Centruroides vittatus "xeric" mating couple (USA)
    Centruroides vittatus "xeric" couple (USA)
    C. vittatus "xeric" female eating embryos (USA)
    Centruroides vittatus "xeric" embryos (USA)
    Centruroides vittatus "mesic" female (USA)
    Centruroides vittatus "mesic" male (USA)
    Centruroides vittatus "mesic" 2nd instar (USA)
    Centruroides vittatus "mesic" juvenile (USA)
    Centruroides exilicauda female (USA)
    Centruroides exilicauda male (USA)
    Centruroides exilicauda female (USA)
    Centruroides exilicauda female (USA)
    Centruroides hentzi female (USA)
    Centruroides hentzi male (USA)
    Centruroides hentzi couple (USA)
    Centruroides hentzi couple (USA)
    Centruroides hentzi with 1st instars (USA)
    Centruroides hentzi with 2nd instars (USA)
    Centruroides ochraceus female (Mexico)
    Centruroides ochraceus female (Mexico)
    ... Hadrurus
    Hadrurus arizonensis pallidus female (USA)
    Hadrurus arizonensis pallidus male (USA)
    Hadrurus arizonensis pallidus male (USA)
    Hadrurus arizonensis pallidus juvenile (USA)
    Hadrurus spadix female (USA)
    Hadrurus spadix female (USA)
    ... Paruroctonus
    Paruroctonus silvestrii female (USA)
    Paruroctonus silvestrii freshly molted (USA)
    ... Smeringurus
    Smeringurus mesaensis female (USA)
    Smeringurus mesaensis male (USA)
    Smeringurus mesaensis couple (USA)
    Smeringurus mesaensis mating couple (USA)
    Smeringurus mesaensis female giving birth (USA)
    Smeringurus mesaensis female giving birth (USA)

    FONTE: ZOOPETS
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