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terça-feira, 31 de março de 2015

Ácidos Nucleicos Para o Enem

Ácidos Nucleicos – Aula de Biologia Enem

Você conhece o ácido desoxirribonucleico e o ácido ribonucleico? Entenda tudo sobre o DNA e o RNA nesta aula de Biologia Enem


Ácidos Nucleicos
São moléculas longas, apresentando-se sob a forma de ácido desoxirribonucleico (DNA) e ácido ribonucleico (RNA).
São responsáveis pelo armazenamento e transmissão da informação genética (hereditariedade).
O resultado da informação genética contida nos ácidos nucleicos é, sempre, a formação de proteína.
Fazem o controle do funcionamento celular.
São polímeros orgânicos formados pelo encadeamento de nucleotídeos (monômeros), tanto no DNA quanto RNA.
Nucleotídeo possui moléculas de fosfato, açúcar (pentose) e base nitrogenada.
O fosfato faz a ligação entre as pentoses da mesma cadeia.
aula_06_img01.jpg
O açúcar possui cinco carbonos, sendo uma pentose, pode ser uma desoxirribose em DNA, ou ribose em RNA.

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terça-feira, 24 de março de 2015

Notícias e Esclarecimentos sobre a cirurgia feita pela Atriz Angelina Jolie [Histerectomia]

Na onda da notícia da declaração da atriz Angelina Jolie querendo fazer uma cirurgia para retirar os ovários vamos falar dessa cirurgia.

Notícia: 

Angelina Jolie retira ovários para prevenir cancro


http://imagens0.publico.pt/imagens.aspx/911520?tp=UH&db=IMAGENS&w=171
Fonte da notícia: LINK

A atriz Angelina Jolie revelou esta terça-feira que retirou os ovários como forma de prevenção do cancro, porque é portadora de mutações hereditárias no gene BRCA1, que aumentam em 50% o risco deste cancro. Em Portugal, só no Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto mais de 30 mulheres já tomaram esta decisão.
Num relato no jornal norte-americano New York Times, a atriz de 39 anos lembrou que a sua mãe, de quem herdou as mutações genéticas no BRCA1, morreu aos 56 anos de cancro da mama. Mutações no BRCA1 também aumentam em 87%  o risco de cancro da mama, o que já tinha levado a atriz a fazer uma dupla mastectomia em 2013, para reduzir essa probabilidade para menos de 5%. “É uma cirurgia menos complexa [do que a dupla mastectomia], mas os efeitos são mais graves. Força a mulher a entrar na menopausa”, escreveu agora sobre a remoção dos ovários.
Em Portugal, as mutações hereditárias do BRCA1 – tal como do gene BRCA2 – têm levado várias mulheres a decidirem-se por estas cirurgias profilácticas da mama e dos ovários. Manuel Teixeira, diretor do Serviço de Genética do IPO do Porto, informa que só ali estão identificadas 150 famílias com mutações nos dois genes.
Até Maio de 2014, 34 mulheres com as mutações tinham retirado os ovários para reduzir o risco de cancro, diz ainda Manuel Teixeira. Já a dupla mastectomia foi feita por dez mulheres. E, tal como Angelina Jolie, houve outras 20 que fizeram as duas cirurgias no IPO do Porto.
“Se uma mulher tiver a mutação num destes genes, deve fazer a cirurgia”, considera o médico a propósito da remoção dos ovários. “Não há uma redução completa do risco, mas quase.”
Há mesmo uma “recomendação formal” das instituições oncológicas para a extração dos ovários em caso de mutações nos genes BRCA: “Não há alternativa, porque é muito difícil diagnosticar antecipadamente [este cancro]”, explica. “É uma situação médica absolutamente necessária.”
Mas só a partir dos 35 anos: “O risco de cancro dos ovários é muito raro até aos 40 anos, mesmo o hereditário. A média é por volta dos 50, portanto não é um grande risco esperar até aos 35 e ter os filhos que se entender.”
Já a cirurgia mamária profiláctica, “mais radical” do que a dos ovários por afetar a aparência física, não tem uma idade mínima: “Diria que é indicada a partir dos 25 anos, embora não seja uma indicação oficial.”
___________________________________________
Professor Djalminha diz: A cirurgia é chamada em geral de Histerectomia. Normalmente é o útero ou parte dele que é retirado, mas também em caso de esterilidade total de uma mulher se retira as tubas uterinas e o próprio ovário.
Fonte: Minha Vida
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segunda-feira, 23 de março de 2015

Dúvida Legal - Como a mulher sangra durante dias ao menstruar e não morre de hemorragia?



Como a mulher sangra durante dias ao menstruar e não morre de hemorragia?

Essa pergunta veio de uma aluna do ensino médio aqui do Encanto... muito legal e intrigante.
Embora possa parecer muito, a quantidade de sangue perdida durante a menstruação é muito pequena se comparada ao total de sangue do corpo da mulher. Além disso, não se trata de um sangramento como o de uma ferida aberta, mas sim de um tecido que foi acrescentado ao útero e que, no período menstrual, acaba descamando por não ter havido a implantação do embrião (isto é, pelo fato de a mulher não ter engravidado após a ovulação).



Fonte: Klickeducão
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domingo, 15 de março de 2015

A viagem de Darwin



O naturalista Charles Darwin fez uma viagem que durou quatro anos e nove meses como objetivo de mapear a costa da América do Sul. Ele não foi convidado para procurar e coletar os materiais, mas sim para fazer companhia ao capitão da embarcação, que buscava uma pessoa com quem pudesse conversar durante a viagem. O navio utilizado tinha o nome de HMS Beagle, em referência à raça de cães.
A rota do Beagle começou na Inglaterra no dia 10 de fevereiro de 1831 e teve cerca de 20 paradas. Passou pelo Brasil - em Salvador e Rio de Janeiro -, depois foi para o Uruguai, Montevidéu, Argentina, Patagônia no Chile e Ilha Galápagos, que pertence ao Equador. Em seguida foi para o Haiti, passou pela Nova Zelândia, Austrália e África. Depois desse percurso, ele retornou à Bahia e seguiu para a Inglaterra. Nessa jornada Darwin viu que há muita diversidade de meio ambiente e que cada lugar tem suas características, tanto na vegetação, quanto na fauna e flora.
 
 
 
 
Quando o navio chegou ao Rio de Janeiro, o naturalista oficial não quis mais seguir viagem, então Darwin, com apenas 22 anos, assumiu o cargo. Como isso, ele pode coletar amostras, pesquisar e conversar com as pessoas nativas para obter todas as informações sobre os locais que passava. Durante a viagem Darwin conseguiu coletar 1.529 espécies fósseis, 3.907 espécimes preservados e um diário de 770 páginas no qual registrava tudo que observava.
 
À medida que coletava materiais, o naturalista já enviava à Inglaterra para seus amigos pesquisadores realizarem a identificação. Se encontrava um mamífero, mostrava para um especialista da área, se fosse uma planta enviava a outro.
 
Três observações constituem o ponto de partida para Darwin começar a pensar na Teoria da Evolução: fósseis encontrados na Patagônia, a distribuição geográfica da Ema e a diversidade da vida animal no Arquipélago de Galápagos. Até então, acreditava-se que as espécies eram imutáveis, mas, depois de concluir a viagem, Darwin começou a crer que as espécies mudavam com o passar do tempo. Ele observou que às vezes era possível encontrar uma concha do mar no alto de uma montanha. Então, provavelmente, aquele local teria sido mar em alguma época remota. Para ele, a Terra não foi sempre igual, pois acreditava que ela sofria modificações com o passar do tempo e com isso algumas espécies poderiam de se adaptar a esses novos ambientes e dar origem a uma nova espécie.
 
Fato curioso
 
Darwin visitou na Patagônia o sítio arqueológico de Ponta Alta, um lugar apropriado para a fossilização, onde encontrou o fóssil de uma preguiça. Alguns anos atrás, outro cientista havia encontrado um fóssil deste animal, evidenciando que a Terra já tinha sido habitada por animais que já estavam extintos. Nesta região, ele também conheceu uma espécie diferente, a ema (Rhea americana), ave ternária de grande porte que não voa.
Quando a embarcação atracava, a tripulação saía para caçar animais, como a ema. Conversando com os nativos, Darwin descobriu que naquela região tinha outra ave parecida com esta, mas um pouco menor. Eles acreditavam que esse animal era a Rhea americana mais jovem. A ave foi servida na ceia de natal e quando Darwin comeu e observou os ossos, percebeu que tinha algo diferente. Então, ele recolheu os ossos e pediu ao cozinheiro as penas que havia retirado da ave. No retorno à Inglaterra, descobriu que o animal era outra espécie muito semelhante à ema. A nova espécie recebeu o nome de Rhea darwinii.
 
Caminho da Descoberta 
 
Em 1838, dois anos depois do fim da viagem, Darwin leu um ensaio do matemático Thomas Malhus que falava da tendência da humanidade em crescer em progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos aumenta em progressão aritmética, ou seja, em algum momento teria mais gente que comida. A dúvida de Darwin  foi: o que mantinha o equilíbrio estável de uma população? Então observou que nas populações existe competição - pelo ambiente, alimento, abrigo e uma série de outras coisas - e o indivíduo que apresenta variação vantajosa sobrevive e se reproduz, já aquele que não apresenta as características necessárias a própria natureza extingue. Foi assim que surgiu o conceito de seleção natural.
 
Em 1859, Darwin escreveu o livro “A Origem das espécies”, em que explica como chegou à Teoria da Evolução. Cada local que poderia servir de exemplo foi detalhado no livro para evitar contestação. Quando foi lançado, em poucas horas todos os exemplares se esgotaram. 
 
 
 
 
 
 
 
Primeira edição do livro "A Origem das Espécies"
 
 
 
 
 
 
 
 
Clarice: "Uma das características de um bom pesquisador é ser minucioso, detalhista, observador, registrar tudo. Uma coisa que, no momento, pode parecer insignificante, no futuro poderá ser importante e até mesmo resolver algum problema. Darwin desde pequeno gostava de colecionar as coisas, observar e registrar tudo".  
 
Aluno: “Alguma obra dele, como livro, está em algum museu?
Clarisse: “O original está no museu em Londres, porque já existem várias edições. Lá tem todos os livros dele, uns sete ou oito, sobre besouros, plantas, minhoca, entre outros. Eles ficam todos na biblioteca do museu”.
 
Aluno: “Teve alguma situação polêmica que fez com que ele pensasse em parar com a pesquisa?
Clarisse: “Depois que ele fez o ensaio, ficou certo tempo fazendo outras coisas. Mas esse tema podia causar muita polêmica, muito impacto, não só no mundo científico, mas na sociedade de modo geral”.
 
Este texto tem como objetivo reportar a interação entre alunos e pesquisador e os conceitos tratados durante os encontros do programa “Adote um Cientista”. A professora Clarice Harumi Sakamoto, doutora em genética, falou aos alunos do Adote um Cientista sobre a história de Charles Darwin, responsável pela Teoria da Evolução.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Respostas para perguntas mais freqüentes sobre Taxonomia, Sistemática, Classificação e Nomenclatura Zoológica, com exemplos em moluscos

Qual o significado de subespécie, forma e variedade?

Na literatura zoológica, se observa que as espécies costumam ser divididas em unidades subespecíficas: subespécie, forma e variedade. Dentre estas, o Código Internacional de Nomenclatura Zoológicasó reconhece e regulamenta a categoria subespécie. O nome da subespécie é um trinômio, sendo que o último termo corresponde ao nome subespecífico, por exemplo, Ranella australasia gemmifera (distribuição geográfica: África do Sul e Atlântico Oeste). Quando se reconhecem duas ou mais subespécies, automaticamente uma delas deve ter o mesmo nome do que a espécie - a espécie nominal, isto é a subespécie correspondente ao exemplar-tipo da espécie que foi subdividida, Ranella australasia australasia (distribuição geográfica: Pacífico Sudoeste). Ainda segundo o CINZ, a subespécie deve corresponder a uma raça geográfica. Portanto, subespécies distintas não podem ocorrer em simpatria, ou seja, em uma mesma localidade. Se ocorrerem, ou devem ser consideradas espécies distintas, ou variações morfológicas de uma mesma espécie. CINZ não reconhece formas ou variedades; portanto, nomes atribuídos a essas duas categorias não têm validade em nomenclatura científica. Infelizmente, muitas das formas e variedades citadas na literatura antiga foram interpretadas como sendo subespécies em trabalhos mais recentes, sem a devida análise crítica dos aspectos biológicos.


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Questões de Taxonomia Biológica do Enem

Exercício 1: (UFPB 2009)
Em uma aula de Sistemática, a professora falou acerca das principais categorias taxonômicas (reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie) e, para ilustrar sua aula, apresentou a seguinte relação de organismos representantes da rica biodiversidade da caatinga.
Nome científicoNome popular ou equivalente
Callonychium brasilienseEspécie de abelha
Amazonetta brasiliensisEspécie de pato
Euphractus sexcinctusTatu-peba
Dasypus novemcinctusTatu verdadeiro
Schinopsis brasiliensisBaraúna, planta arbórea
Richardia brasiliensisPlanta herbácea
Opuntia inamoenaCacto
Opuntia palmadoraCacto
Com relação aos organismos citados, identifique as afirmativas corretas:
 
 
 
 
 

Exercício 2: (UFPB 2008)
Um professor de Biologia orientou os estudantes para coletarem exemplares diversos do reino Animalia, e os agruparem de acordo com as carac­terísticas que julgassem comuns. Os estudantes organizaram os animais nos seguintes grupos:
Grupo IEsponjas e estrelas-do-mar.
Grupo IIMinhocas, piolhos de cobra e centopéias.
Grupo IIICarrapatos, aranhas e escorpiões.
Grupo IVCaranguejos, siris e camarões.
Grupo VMoscas, abelhas, besouros e borboletas.
Em seguida, o professor explicou e caracterizou os diversos filos desse reino, e solicitou que os animais fossem reagrupados, de acordo com os filos a que cada um pertence. O reagrupamento correto desses animais, em filos, encontra-se na alternativa:
 
 
 
 
 

Exercício 3: (UFSC 2011)
As figuras abaixo mostram o verso das cédulas de real atualmente em circulação:
notas animais
Sobre a imagem de animais representados nas cédulas, assinale a(s) proposição(ões) correta(s).
 
 
 
 
 
 
 
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Você já ouviu falar da Febre Chikungunya???

O que é Febre Chikungunya?

Febre Chikungunya é uma doença parecida com a dengue, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae. Seu modo de transmissão é pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado e, menos comumente, pelo mosquito Aedes albopictus.
Seus sintomas são semelhantes aos da dengue: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. Porém, a grande diferença da febre chikungunya está no seu acometimento das articulações: o vírus avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local.

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O sábio e o passarinho

Muitas vezes, lemos textos por aí cuja autoria é desconhecida. Alguns são maravilhosos e é lamentável que não possamos conhecer seu autor. Ainda assim, vale a pena reproduzir os interessantes e passá-los adiante.
Por isso, dou de presente aos leitores o texto a seguir, que é uma daquelas estórias proverbiais que trazem uma moral e nos fazem pensar, o que é sempre muito bom.
“ Em uma vila da grécia, vivia um sábio famoso por saber sempre a resposta para todas as perguntas que fossem feitas.
Um dia, um jovem adolescente, conversando com um amigo, disse: “Eu acho que sei como enganar o sábio. Vou pegar um passarinho e o levarei, dentro da minha mão, até o sábio. Então, perguntarei a ele se o passarinho está vivo ou morto. Se ele disser que está vivo, espremo o passarinho, mato-o e deixo-o cair no chão; mas se ele disser que está morto, abro a mão e o deixo voar”.
Assim, o jovem chegou perto do sábio e fez a pergunta: “Sábio, o passarinho em minha mão está vivo ou morto?”
O sábio olhou para o rapaz e disse: “Meu jovem, a resposta está em suas mãos!”
É possível tirarmos diversas conclusões ou mensagens do texto acima, a depender de quem lê. Mas uma coisa é certa: muitas vezes a solução para nossos problemas está mesmo em nossas mãos…

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Tipos de Cálculos


Cálculos



Formação de cristais (areias ou pedras) nas cavidades do corpo que atuam como reservatório de líquidos. Geralmente o cristal surge a partir de um pequeno coágulo, algum pedaço de muco ou até mesmo algum corpo estranho que consegue penetrar no reservatório. Esse núcleo sólido é então envolvido pelos minerais presentes nos líquidos orgânicos, formando os cálculos.

Existem dois tipos:

Cálculo renal: Uma desordem causada por uma estrutura cristalina que se forma nas várias partes do trato urinário. São depósitos organizados de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário. Cálculos renais constituídos por cálcio são os mais comuns. Alguns outros minerais normalmente encontrados são: estruvita, oxalato, ácido úrico. Comumente as pedras podem ser formadas por uma mistura destes elementos. Quando houver um excesso destes minerais no organismo, há uma tendência para que eles se depositem na urina. Em geral, o acúmulo de minerais que acabam se cristalizando ocorre devido a uma disfunção metabólica no organismo.


Cálculo biliar: Cálculos biliares são pequenas pedras que se formam na vesícula biliar, órgão localizado no lobo inferior direito do fígado onde a bile se concentra e de onde é lançada sob a influência de um hormônio intestinal. A bile produzida no fígado consiste na mistura de várias substâncias, entre elas o colesterol, responsável por cerca de 75% dos casos de formação de cálculos. Alguns deles se alojam na vesícula biliar e não causam sintomas. Outros ficam presos no duto biliar e bloqueiam o fluxo da bile para o intestino.

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Pneumoconiose


Pneumoconioses são grupos de doenças pulmonares causadas por aspiração de poluentes como carvão,amianto,sílica (grãos de areia minúsculos) e outros.

O pigmento exógeno mais comum é o carbono ou a poeira do carvão. Ao ser inalado ele é capturado pelos macrófagos dos alvéolos e é transportado através dos vasos linfáticos para os linfonodos regionais da região traqueobrônquica. O acúmulo desse pigmento escurece o tecido pulmonar e os linfonodos envolvidos.

A pneumoconiose dos mineiros de carvão ocorre em duas formas: simples e complicada (fibrose grave massiva). A inalação do pó de carvão provoca essa doença. A forma simples geralmente não é incapacitante, ao contrário da forma complicada. O risco de desenvolver a doença está relacionado à duração e à extensão da exposição ao pó de carvão. A maioria dos trabalhadores afetados tem acima de 50 anos de idade.

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O que é Icterícia?

Icterícia


Icterícia é um estado no qual a pele se encontra amarelada devido a uma grande quantidade de pigmentos biliares no sangue. A parte branca dos olhos da pessoa com icterícia também fica amarelada.
Em condições normais, é comum haver pigmentos biliares no sangue, porém, não em quantidade excessiva como ocorre na icterícia. Tais pigmentos (resultantes da destruição da hemoglobina), são filtrados pelo fígado e excretados através das fezes.
Bilirrubina é é o produto da lise do anel pirrólico, sem a presença de ferro. Conjugada ao ácido glucurônico pelo hepatócito, a bilirrubina torna-se mais difusível, não se concentrando nas células que fagocitam hemácias, o que provoca um aumento generalizado desse pigmento, denominado de icterícia. Tem sua origem nos casos de lise hemática, de doença hepatocítica ou de obstrução das vias biliares. Acredita-se, hoje, que a bilirrubina seja originada da hematoidina, pigmento que se cristaliza próximo às hemácias rompidas.

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Sinais cardinais da inflamação


TUMOR: edema inflamatório, vasodilatação.


RUBOR: vasodilatação, chegando mais glóbulos vermelhos ao local.


CALOR: circulação do sangue com a temperatura interna do corpo. Também causado porque a área tem maior metabolismo gerando mais calor.


DOR: compressão e lesão de fribras nervosas, aumento da sensibilidade dos nociceptores e presença de bradicinina, que diminui o limiar da dor.


PERDA DA FUNÇÃO: edema, dor.

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O que é Queloide?


Queloides são o resultado de uma alteração determinada por fatores genéticos no processo normal de cicatrização causando o aparecimento de cicatrizes anômalas.
O resultado final de uma cirurgia e a qualidade estética de uma cicatriz dependem de diversos aspectos relacionados ao ato cirúrgico e ao paciente. Problemas relacionados a cicatrização normal podem provocar o surgimento de cicatrizes alargadas e muito inestéticas, ou mesmo provocar a perda da cirurgia.
Para que uma cicatrização adequada ocorra é preciso que o mecanismo responsável pela sua realização esteja em perfeito funcionamento. Distúrbios genéticos, Hereditários, podem causar alteração no mecanismo normal de cicatrização e com isto cicatrizes anômalas podem surgir.
A cicatriz tem por finalidade reparar um dano causado em nosso corpo preenchendo o espaço, o buraco, resultante da morte das células do tecido traumatizado de maneira a fechar este espaço e manter a integridade interna de nosso corpo.
Nosso organismo possui mecanismos que detectam quando a cicatriz produzida conseguiu reparar o dano causado e com isto o processo de cicatrização é parado e não há mais a produção de cicatriz.
Um queloide é um caso especial de cicatriz. São lesões fibroelásticas, avermelhadas, escuras, rosadas e as vezes brilhantes, com formato de corcova. Podem ocorrer na cicatrização de qualquer lesão da pele e até mesmo espontaneamente. Geralmente crescem, e apesar de inofensivas, não contagiosas e indolores, as lesões podem se tornar um problema estético importante.
Queloides são formados dentro dos tecidos. O colágeno, que é usado no tratamento de feridas tende a deixar a área da cicatriz muito maior, muitas vezes produzindo uma protuberância maior do que a cicatriz original.

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Choque





O choque ou colapso cardiovascular é a via final comum a um número de eventos clínicos potencialmente letais. O choque dá origem a hipoperfusão sistêmica causada pela redução no débito cardíaco ou no volume sanguíneo circulante efetivo. Os resultados finais são hipotensão, seguida por perfusão tecidual deficiente e hipóxia celular.

Os tipos de choque são:

  • Anafilático: Causado por uma alergia grave.
  • Hemorrágico: Causado por grande perda de sangue.
  • Neurogênico: Causado por alguma lesão na medula espinhal.
  • Psicogênico: Causado por algum fator psicológico, stress, medo, ansiedade…
  • Cardiogênico: Causado por alguma situação que leve ao mal funcionamento do coração.
  • Metabólico: Causado por grande perda de líquidos no corpo, diarreia, vômitos, insulina…
  • Séptico: Causado pela invasão ao corpo por muitos micro-organismos como vírus e bactérias.
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03 de Setembro - Dia do Biólogo

Obrigadooooooooooo....









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Pré-veja o Enem: Ebola - Como o Enem poderá cobrar esse assunto


Enem: saiba como o vírus ebola pode ser cobrado na prova


A febre hemorrágica ebola tornou-se uma epidemia que ameaça a saúde dos países do oeste da África. Mas o que você sabe sobre este assunto? Para explicar os fatores envolvidos quando ocorre a disseminação de uma doença, o apresentador do quadro Pode Cair no Enem, Marco Aurélio Carvalho, conversou com Nina Basílio, coordenadora de conteúdo do site Mande Bem no Enem. "A chance do tema epidemia cair na prova é grande por reunir os aspectos relevância, ordem social, ciência, cultura e política. Inicialmente, o vírus ebola parece se relacionar apenas à questão da saúde, mas é tão complexo que envolve também fatores demográficos, sociais e econômicos'', opina a especialista.

Classificação
Os estudantes devem prestar atenção na categorização das enfermidades em endemia, epidemia e pandemia. O que caracteriza e diferencia os termos é sua propagação e a extensão do espaço atingido: a endemia é local, restrita a uma região específica, a epidemia pode se espalhar rapidamente por outros países, enquanto a pandemia chega a outros continentes. ''No caso do ebola, as chances de se tornar uma pandemia são remotas devido à maneira de contágio através de fluidos corporais e pelo cuidado que tem havido'', acredita Nina.

História
No passado, outras doenças já dizimaram populações inteiras. A Peste Negra, causada por uma bactéria transmitida por pulgas e ratos, matou milhares de pessoas durante a Idade Média e alcançou o nível de pandemia. No século XX, o surgimento do vírus HIV criou um estado de pânico devido às escassas informações sobre a patologia e por sua grande taxa de mortalidade. A aids é a segunda doença infecciosa que mais fez vítimas no mundo, ficando atrás apenas da tuberculose.

Ouça a entrevista completa no player abaixo:
00:00

Para ficar por dentro dos tópicos importantes para sua prova, acompanhe o quadro Pode cair no Enem todas as segundas-feiras, às 9h10, durante o programa Todas as Vozes da Rádio MEC AM do Rio de Janeiro.

Colaborou: Maianna Souza

Fonte: EBC
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

EBOLA: a humanidade está em perigo? [Por Nélio Bizzo]

Material de Nélio Bizzo - Link

EBOLA: a humanidade está em perigo?
Há um surto de uma virose em alguns países da África Ocidental que merece toda a atenção da comunidade internacional. Todos já devem ter ouvido falar do vírus Ebola, tecnicamente Zaire ebolavirus, uma partícula viral (tecnicamente “vírion”) comporto por uma molécula de RNA muito particular, pois sua geometria molecular é inversa ao sentido usual, inserida em um envelope filiforme característico, de onde resulta o nome do grupo dos filovírus. O aspecto realmente assustador desse surto é a rapidez com a qual a virose evolui nos pacientes contaminados, e sua alta letalidade. A virose pode matar de 90 a 100% dos infectados. Médicos e enfermeiros que atendem os doentes nos locais do surto devem medir sua temperatura duas vezes ao dia. Ao menor sinal de febre, são colocados em isolamento.
O QUE É O EBOLA
O vírus Ebola (EBOV) provoca uma das mais letais infecções transmissíveis, responsável por altas médias de fatalidade e substancial morbidade, em surtos esporádicos. À medida em que os seres humanos invadem o interior de regiões endêmicas, na África Central e Ocidental, próximas da floresta tropical, o risco de se contaminar com o vírus aumenta, pois há animais, como os grandes morcegos frugívoros da família Pteropodidae, que são considerados reservatórios naturais da doença. Embora não sejam hematófagos, e não apresentem sintomas, eles podem eventualmente compartilhar alimento, água etc e contaminar com sua saliva recipientes compartilhados por animais domésticos e mesmo frutas que venham a ser consumidas.
A transmissão pelo ar ainda não foi totalmente descartada, além da reconhecida transmissão por contato direto com os líquidos do corpo entre pessoas. Homens que conseguiram sobreviver continuaram a transmitir o vírus pelo sêmen por sete semanas depois de recuperados. Tudo somado, o perigo de uma epidemia de grandes proporções aumenta, dado que não existe tratamento nem prevenção, seja na forma de remédios ou vacinas.
Neste ano, até o presente momento (agosto de 2014) foram confirmados 2127 casos da doença, com 1145 mortes, em Serra Leoa, Guine, Liberia e Nigeria. No entanto, diante da precariedade dos registros sanitários daquela região, é muito possível que esses números sejam muito subestimados. Pouco se sabe sobre a doença, mas por aquilo que se conseguiu esclarecer desde 1976, quando da primeira aparição do vírus no Zaire (hoje República Democrática do Congo), nas proximidades do Rio Ebola, sabe-se que a contaminação ocorre no contato com líquidos corporais com alguma escoriação da pele ou com superfícies úmidas, como olhos, mucosa do nariz, boca, etc. Animais domésticos, como porcos, também podem ser transmissores, em especial em regiões onde há morcegos da família Pteropodidae, o que cobre uma larga área. O hábito de abater macacos para alimento, e o consequente contato com seu sangue, parece ter sido decisivo para o início da transmissão para humanos.
O vírus inativa a linha de frente do sistema imune que está presente no tecido epitelial. Existem células dendríticas em meio às células da epiderme que têm função de detectar corpos estranhos e disparar sinais de ativação de linfócitos T, que normalmente são muito efetivos contra microrganismos invasores, inclusive na ativação de anticorpos. Sem essa linha de defesa, o vírus se replica rapidamente, mesmo se não penetre nos linfócitos. Assim, partículas virais são silenciosamente produzidas a partir dessa parte do tecido epitelial, que não é vascularizada, mas, aumentando muito em número, logo ganham a corrente sanguínea. A incubação da doença pode durar de dois a 21 dias, quando então aparecem sintomas como febre, intensa fraqueza, dor de cabeça e dor de garganta. Esses sintomas iniciais são agravados com a progressão da doença, que leva ainda ao comprometimento das funções hepática e renal. As pessoas podem contaminar outras apenas quando o vírus aparece em seu sangue ou secreções, o que pode demorar até 61 dias após o início dos sintomas.
Ao atingir outras regiões do corpo, as partículas virais se deparam com grandes células chamadas macrófagos, que normalmente se deslocam com movimento ameboide por entre as células do tecido conjuntivo frouxo. Essas células são devoradoras de partículas estranhas, e, assim, englobam as partículas virais filiformes, mas com uma reação adversa. A maquinaria viral no interior do macrófago ativa a produção desenfreada de proteínas que desencadeiam a coagulação sanguínea, formando coágulos (“trombos”) que bloqueiam a circulação em vasos pequenos, além de produzirem substâncias que danificam o epitélio de revestimento dos vasos sanguíneos. Isso provoca hemorragias, com sangramento pelo nariz, olhos, vagina etc. Embora essa seja uma reação comum, nem todos os pacientes apresentam esse tipo de hemorragia.
As partículas virais, que aumentam rapidamente em número, atacam outros órgãos e diversos tipos de tecidos, em especial no fígado, comprometendo a produção de elementos celulares relacionados com a coagulação sanguínea, e nas glândulas adrenais, que deixam de produzir hormônios relacionados com o controle da pressão sanguínea. No trato gastrointestinal, a destruição de células leva à perda rápida de líquidos, com forte diarreia que pode rapidamente levar à desidratação.
TRATAMENTO E COBAIAS
Os doentes são tratados com cuidados paliativos, contornando os problemas com reposição de líquido e eletrólitos. Como as partículas virais estão nos líquidos perdidos, a saliva, o suor e o sangue podem contaminar outras pessoas, inclusive por contato direto simples. Isso explica duas razões para temer dessa doença: sua potencialidade de disseminação é muito grande e o tratamento dos doentes requer uma infraestrutura especializada, que normalmente não existe nos países que estão sofrendo o surto. A terceira razão é, contudo, a mais evidente: a mortalidade é muito alta.
A alta mortalidade da virose fez eclodir um debate mundial sobre a ética na clínica médica, pois diante da situação emergencial é necessário tentar utilizar remédios e técnicas que ainda estão em teste, fazendo dos doentes verdadeiras cobaias humanas. No entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu um bom número de especialistas e definiu alguns parâmetros que, se satisfeitos, permitem o uso de drogas e tratamentos ainda experimentais, mesmo se há dúvidas de que, de fato, possam trazer benefício maior do que os possíveis efeitos colaterais.
As estatinas, por exemplo, poderão ser utilizadas no tratamento dos doentes, pois têm efeito sobre os trombos (efeito antitrombótico), melhoram a função do endotélio dos vasos e outros efeitos comprovados. No entanto, podem provocar diarreia, náusea e outros efeitos adversos que poderiam agravar o quadro dos doentes, daí a dúvida que alguns especialistas levantam sobre os reais benefícios que algumas drogas podem efetivamente trazer aos doentes. No entanto, é alta a probabilidade de drogas com efeito conhecido na clínica médica sobre o estado hemodinâmico de fato trazerem benefício aos doentes.
Diversas drogas experimentais têm sido sugeridas, mas os órgãos internacionais consideram apenas a possibilidade de recomendar aquelas que já tiveram resultados positivos em humanos, ou em experimentos com primatas, em testes padronizados. Neste caso, vemos como o uso de animais é indispensável na pesquisa de drogas novas na clínica médica.
No entanto, esse conjunto de drogas e terapias são paliativas e visam prolongar a vida dos doentes; uma outra linha de atuação tem sido tentada com drogas utilizadas no tratamento de hepatite C, como um interferon sintético. O laboratório ucraniano que o produz (Pharmunion BSV Developent) já encaminhou 60.000 doses gratuitamente para os países africanos com a doença. Os pacientes que foram levados aos Estados Unidos receberam um coquetel de anticorpos, chamado Zmapp, mas não é possível ter certeza se sua sobrevivência tenha sido devida ao tratamento. Essa terapia deriva de testes com macacos Rhesus, em artigo publicado no ano passado, os quais demonstraram que um coquetel de anticorpos produzidos a partir de uma técnica especial (os anticorpos monoclonais) salvou 43% dos animais infectados, enquanto a mortalidade do grupo controle (e os registros históricos) tenha sido total.
Ironicamente, uma terapias em estudo é derivada da chamada soroterapia, testada há mais de um século, na qual se procuram pacientes que tenham sobrevivido à doença, e lhes é pedida doação de sangue. Em seu soro deve haver anticorpos específicos contra o vírus Ebola; se ele ajudar a combater o vírus, seria uma terapia muito eficiente. Com técnicas modernas seria possível produzir esses anticorpos artificialmente e ter um novo tratamento potencialmente muito efetivo.
No entanto, os cuidados da OMS se justificam, pois se forem testadas drogas experimentais na África, sem garantias mínimas de real possibilidade de benefício, ao invés de ajudar, tais iniciativas poderiam atrapalhar o combate do surto. O sentimento de que as companhias farmacêuticas multinacionais estejam se aproveitando do surto para fazer testes de campo em seres humanos poderia despertar reações adversas e perigosas, o que poderia deixar fora de controle a disseminação da doença. No momento o alerta internacional vai no sentido de impedir que a doença se espalhe por outros países. Portos e aeroportos devem isolar pessoas que apresentem febre ao chegar das regiões de ocorrência do surto. Por enquanto essa é a única forma segura de tratar o surto, sem tornar cobaias humanas as pessoas doentes de uma virose que mata mais da metade dos doentes.
QUAL A REAL DIMENSÃO DOS RISCOS?
A área na qual já foram detectados vírus Ebola ou similares cobre uma área muito extensa na África. Os morcegos tidos como reservatórios naturais são de porte avantajado e podem se deslocar por grandes distâncias. A distribuição geográfica desses morcegos é muito ampla, indo da costa ocidental da África até a Austrália. Esses fatos somados ao precário serviço sanitário e de controle de fronteiras dos países africanos torna o quadro muito preocupante.
O Brasil tem recebido fluxo migratório muito importante da região ocidental da África, que se intensificou com a Copa do Mundo. O comércio com os países dessa região, sobretudo o trânsito de containers nos portos, deve ser fiscalizado de maneira mais rigorosa. Da mesma forma, a chegada de passageiros dessas regiões deve ser acompanhada de avisos e melhor monitoramento por parte das autoridades sanitárias.
Por fim, a atuação na região onde irrompeu o surto e a solidariedade internacional são fundamentais para garantir tratamentos humanitários e evitar que haja um êxodo da região. Ações de esclarecimento sobre formas de prevenção de contágio são parte dessa estratégia junto às populações diretamente atingidas.
Fonte: Organização Mundial da Saúde, Science Magazine (special collection Ebola Virus) – agosto de 2014, e
PETTITT, J et al, Therapeutic Intervention of Ebola Virus Infection in Rhesus Macaques with the MB-003 Monoclonal Antibody Cocktail. Sci Transl Med (5): 199ra113 (2013)


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