TRADUTOR

Mostrando postagens com marcador Excreção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Excreção. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Desidrose

O que é?

Doença de causa desconhecida devida provavelmente à retenção de suor entre as células da epiderme (camada mais superficial da pele). Alterações climáticas e estresse emocional têm sido relatados como prováveis fenômenos desencadeantes.

Manifestações clínicas

A doença atinge as mãos e os pés, iniciando com coceira e formação de vesículas (pequenas bolhas) endurecidas semelhantes a grãos de sagu, atingindo principalmente a face lateral dos dedos, as palmas das mãos e as plantas dos pés. A coceira pode ser intensa e o ato de coçar rompe as bolhas que eliminam líquido transparente.

O quadro ocorre em surtos que se repetem e duram de uma a duas semanas, com o ressecamento das bolhas e descamação nos locais atingidos. As lesões podem ocorrem em pequeno número mas em alguns casos tomam toda a superfície das mãos ou pés.

Quadros semelhantes são as erupções disidrosiformes, que podem ter como causa micoses ou processos alérgicos de contato ou alergia medicamentosa. Nestes casos, eliminando-se a causa as lesões tendem a desaparecer.

Tratamento

O tratamento é feito com medicações de uso local que ajudam a aliviar a coceira, evitar infecções secundárias e aceleram a evolução natural do processo. Deve ser indicado por um médico dermatologista de acordo com cada caso.

Fonte: Dermatologia.net

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Odor Corporal ou Bromidrose

O termo odor corporal refere-se aos odores exalados pelo corpo devido à acção de bactérias, como por exemplo a halitose. Pode-se referir mais especificamente aos odores provenientes do suor através do termo bromidrose, que se refere à secreção de suor que se torna mal-cheirosa graças à decomposição de bactérias que propicia, como é o caso do chulé, por exemplo. Contudo, doenças e alimentação também podem alterar os odores corporais.

Bromidroses

Existem dois tipos de bromidrose: a écrina e a apócrina. Não têm relação com cheiro de corpo, são enfermidades diversas. As glândulas apócrinas situadas no tecido adiposo axilar secretam ácidos graxos que possuem cheiros característicos. Para curar a bromidrose apócrina deve-se procurar um cirurgião plástico e fazer a retirado do tecido adiposo. Não se deixem levar pela conversa de dermatologistas,cujas receitas na maioria dos casos só pioram o odor.Para quem não tem condições de fazer a cirurgia, uma boa opção é utilizar cloreto de alumínio a 10%, e só se banhar com sabonetes sem perfumes. As camisas também devem ser lavadas com detergentes em pó sem hidróxido de sódio e sem perfume na fórmula.

Fonte: Wikipédia

Bromidrose (cecê, chulé)

O que é?

Bromidrose é o suor com cheiro desagradável, que ocorre nas axilas ou nos pés. A causa é a atuação de bactérias presentes nestas regiões sobre o suor, provocando o odor característico.

Manifestações clínicas

A manifestação clínica é o odor fétido exalado por estas regiões do corpo após situações que provoquem a sudorese. Nos pés, podem acompanhar o quadro a maceração (aspecto esbranquiçado da pele) ou descamação da pele.

Tratamento

Para evitar a bromidrose, as orientações abaixo devem ser seguidas:

  • Lavar os locais afetados, ensaboando bem e dando preferência a sabonetes antissépticos
  • Secar bem a pele após o banho, especialmente entre os dedos dos pés
  • Trocar as roupas e meias diariamente
  • Evitar o uso de tecidos sintéticos, dando preferência ao algodão
  • Preferir calçados abertos
  • Colocar os calçados no sol e mantê-los sempre limpos
  • Evitar deixar a pele úmida por muito tempo
  • O tratamento visa diminuir a população bacteriana nos locais afetados e, assim, controlar sua atuação sobre a secreção sudoral.

Pode ser feito com o uso de produtos sob a forma de talcos, sprays ou cremes contendo antibióticos e outras substâncias que dificultam o crescimento das bactérias. Em caso de excesso de suor, a hiperidrose, pode-se associar substâncias anti-transpirantes. Para a indicação do produto mais adequado, deve-se procurar o médico dermatologista.

Fonte: Dermatologia.net
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Sudorese excessiva (Hiperidrose)


O corpo humano possui mecanismos para regular sua temperatura e necessita transpirar mais ou menos conforme a temperatura ambiente, ou como forma de eliminar calor quando praticamos exercícios físicos. Eventualmente, há uma disfunção desses mecanismos e teremos então a hiperidrose. Ela ocorre em cerca de 1% da população, trazendo importante desconforto a essas pessoas do ponto de vista social. O indivíduo tende a se retrair, pois constrange-se ao contato físico com as pessoas e um simples aperto de mão torna-se um problema. Há dificuldades profissionais ao manusear papéis e outras atividades. A hiperidrose pode ocorrer como conseqüência do hipertireoidismo, de distúrbios psiquiátricos, de menopausa ou da obesidade. Devemos então afastar essas possibilidades que teriam tratamento clínico, e caso não haja indícios dessas patologias, estaremos diante de Hiperidrose Primária, cujo tratamento será cirúrgico, hoje realizado por moderna técnica pouco invasiva e muito precisa, chamada Simpatectomia Torácica Videotoracoscópica.

O início dos sintomas pode ocorrer na infância, na adolescência ou somente na idade adulta, por razões desconhecidas. Eventualmente, podemos encontrar história familiar. Os pacientes referem sudorese constante, às vezes, inesperada, mas a maioria deles relata fatores agravantes. Os fatores desencadeantes da sudorese excessiva são o aumento da temperatura ambiente, o exercício, a febre, a ansiedade e a ingestão de comidas condimentadas. Geralmente, há melhora dos sintomas durante o sono. O suor pode ser quente ou frio. Pode afetar todo o corpo ou apenas a região palmar das mãos, planta dos pés, axilas, região inframamaria, inguinal ou cranio-facial. Quando a hiperidrose é intensa, a pele pode apresentar fissuras; se nas axilas, haverá odor fétido.

Tratamento clínico

Uso de antiperspirantes e adstringentes (cloreto de alumínio em álcool etílico, solução de glutaraldeído 2%, etc.): esses produtos devem ser aplicados sobre a pele seca, após banho frio, imediatamente antes de se deitar. Apresentam o inconveniente de causar dermatite de contato ou deixar a pele com coloração amarelada.
Uso de talco ou amido de milho natural (para os casos mais leves): deve ser aplicado entre os dedos, sob as mamas ou em pregas da pele.
Banho com sabonete desodorante: seu uso prolongado pode levar à dermatite. Não calçar o mesmo par de sapatos por dois dias seguidos; utilizar palmilhas absorventes, que devem ser substituídas freqüentemente.
Tratamento medicamentoso, com drogas antidepressivas, ansiolíticas e anticolinérgicas: essas drogas proporcionam apenas alívio parcial e apresentam efeitos colaterais importantes e indesejáveis, como alteração da visão, boca seca, problemas urinários, sedação e outros.
Iontoforese, biofeedback e psicoterapia.
6. Injeções locais de toxina botulínica (existem várias marcas), com duração de 4-6 meses e uso limitado a áreas de pequena extensão, o que torna rara a indicação desse método.

Os tratamentos clínicos disponíveis são falhos na medida em que não são definitivos, alguns são desagradáveis e mais dispendiosos quando temos de repeti-los periodicamente.

Tratamento Cirúrgico

Através da videocirurgia torácica (videotoracoscopia), com a qual a agressão é mínima, a segurança no ato é grande e o resultado é ótimo, com duas pequenas incisões de cerca de 1cm e o auxílio de um sistema de vídeo, podemos interromper a condução nervosa responsável pelo problema e o resultado é imediato. A simpatectomia torácica é utilizada no tratamento da hiperidrose palmar e axilar, tem resultados positivos também para distrofia simpática reflexa (síndrome dolorosa dos membros superiores), em casos selecionados de problemas circulatórios graves de membro (doença vascular periférica embólica ou aterosclerótica), doença de Raynaud (caracterizado por dor e má-circulação dos membros) e outras. Os melhores resultados são encontrados no tratamento da hiperidrose primária. Os pacientes portadores de hiperidrose primária grave, geralmente, já tentaram inúmeros tipos de tratamento conservador, com dermatologistas e psiquiatras.

O procedimento está contra-indicado nos pacientes portadores de hiperidrose secundária, nos pacientes portadores de insuficiência respiratória ou cardiovascular grave e nos pacientes com seqüela de doença pleural (tuberculose, empiema).

Técnica Operatória

O paciente pode ser internado no dia da operação. Inicialmente, ele é monitorizado e, sob anestesia geral, realizamos cauterização da cadeia simpática (responsável pelo suor). O equipamento necessário para a operação consiste de uma óptica rígida de 5 a 10mm de diâmetro, câmera e o monitor de vídeo para visualizar o campo operatório. O instrumento utilizado, via de regra, é o eletrocautério ou bisturi ultra-sônico. Na operação, são necessários apenas dois pequenos cortes de 1cm cada um, nos quais introduzimos os instrumentos necessários para realizá-la.

Pós-Operatório

A dieta é liberada tão logo o paciente esteja recuperado da anestesia e pode receber alta no dia seguinte à operação ou no mesmo dia conforme o horário da cirurgia. Poderá retornar às suas atividades habituais dentro de poucos dias, no máximo em 10 dias. As cicatrizes são muito pequenas, quase imperceptíveis.

Resultados Cirúrgicos

Os resultados são imediatos. As extremidades superiores (membros superiores e axilas) encontram-se secos e quentes, assim que o paciente recupera-se da anestesia em 95% dos casos. Os pacientes referem que pela primeira vez, em muitos anos, as mãos estão secas e quentes. Em 50% das vezes, o mesmo ocorre em relação à hiperidrose plantar e craniofacial. Os resultados são, geralmente, permanentes e a melhora na qualidade de vida é indiscutível. O índice de satisfação chega a 98%.

Efeitos Colaterais e Complicações

Em 20 a 50% dos pacientes, pode ocorrer hiperidrose compensatória. Trata-se de um aumento da sudorese em outras partes do corpo, geralmente, no dorso e no tórax anterior. Provavelmente, representa uma resposta termo-reguladora do organismo. Essa condição é tolerável para maioria dos pacientes. Na maioria dos casos, o quadro melhora com o passar do tempo (aproximadamente 6 meses) ou o paciente aprende a conviver com ela. A síndrome de Claude-Bernard-Horner (pálpebra caída, olhos encovados e pupilas contraídas permanentemente) é complicação extremamente rara. O pneumotórax (permanência de ar residual nas pleuras) no pós-operatório é uma complicação possível, que na maioria das vezes, resolve-se espontaneamente (é absorvido), não necessitando intervenção específica. O hemotórax, a lesão do tecido pulmonar e do plexo braquial (complexo nervoso responsável pelos membros superiores) e a infecção dos cortes realizados também são complicações possíveis, embora muito raras.

Conclusão

A simpatectomia videotoracoscópica tem se mostrado o único método eficaz para curar a hiperidrose moderada e grave de mãos e faces. É o método de escolha, especialmente se outras opções terapêuticas já foram testadas, sem resultado satisfatório. Constitui-se, também, em método eficaz para o tratamento do "blushing facial", ou seja, rubor e sudorese excessiva na face. A técnica endoscópica é extremamente segura e eficaz, pois conduz à cura definitiva em quase 100% dos casos.

Fonte: ABC da Saúde
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Excreção

Em biologia, chama-se excreção o processo de eliminação de produtos do metabolismo que devem ser eliminados do organismo, afim de atingir um estado de equilíbrio interno, ou homeostase. Como exemplo, temos o gás carbônico, a água, sais minerais e excretas nitrogenadas (amônia, uréia ou ácido úrico)

A eliminação dos resíduos nitrogenados está diretamente relacionada com as quantidades de água de que dispõe o ser vivo.

Introdução

Excreção é o processo através do qual são eliminadas substâncias nocivas, inúteis ou em excesso no organismo. Por exemplo: quando as células absolvem aminoácidos, desse trabalho é, muitas vezes, gerado um produto tóxico: amônia. Ela é encaminhada para o fígado, formando-se lá a uréia. Caso isso não ocorresse, teríamos que ter mais água para que ela fosse diluída.

Também serve para manter o controle osmótico do sangue. Caso você coma sal demais, ele fica no plasma (deixando-o hipertônico), e assim desidratando outros órgãos. Isso não ocorre graças ao rim. E é por causa dele que quando bebemos muito, nossos órgãos não incham.

As duas vias de excreção são: urina e suor. No inverno você urina mais porque sua menos, no verão é o contrário.

Classificação quanto às excretas nitrogenadas

Amoniotélicos: Excretam amônia, substância extremamente tóxica para os organismos e bastante solúvel em água. É necessário muita água para o seu transporte, e portanto esse tipo de excreção ocorre na maioria dos invertebrados aquáticos e nos peixes ósseos de água doce.

Ureotélicos: Excretam uréia, que é solúvel em água e menos tóxica que a amônia, e ocorre no figado no chamado ciclo de ornitina. Ocorre em animais que dispõem de um pouco menos de água, como nos anelídeos, peixes cartilaginosos, anfíbios e mamíferos.

Uricotélicos: Excretam ácido úrico, substância de toxidez muito baixa e insolúvel em água, o que representa uma adaptação para a vida terrestre. São uricotélicos: insetos, répteis e aves.

Néfrons

Para cada um dos néfrons chega uma certa quantidade de sangue que será trabalhada.
O que precisa ser retirado de tóxico está no Plasma.

Nos néfrons ocorre a filtração e a reabsorção. A filtração ocorre na cápsula do néfron, e constitui em filtrar substâncias do sangue, mas só aquelas com moléculas pequenas. O sangue que chega aos capilares sanguíneos do glomérulo pela arteríola aferente é forçado pela pressão sanguínea contra as paredes do capilar e da cápsula, que possui paredes semipermeáveis, e, desse modo, parte do plasma sanguíneo extravasa, ou seja, é filtrada para o interior da cápsula. Na segunda etapa ocorre a reabsorção, que acontece ao lado dos túbulos renais. Graças aos capilares envoltos aos néfrons, esses últimos liberam substâncias úteis ao corpo na veia renal, de volta a circulação.

Etapas da Fisiologia

  1. Filtração Glomerular - Cerca de 20% do plasma (do qual só a proteína não passa, por ser uma macromolécula, seguindo com o sangue) vaza para a cápsula de Bowman.
  2. Tubo Urinífero - O líquido que passa pela cápsula chama-se filtrador glomerular. O único componente que sai inteiro são as excretas e o que tiver a mais de sal. Logo, podemos concluir que: existe a reabsorção ativa de nutrientes, hormônios e parte do sal.
  3. Do Tubo Urinífero passa para o vaso sanguíneo, ocorrendo a osmose: reabsorção passiva.
Fonte: Wikipédia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Incontinência urinária




Incontinência urinária

Por Dr. Drauzio Varella
Incontinência urinária é a perda involuntária da urina pela uretra. Distúrbio mais freqüente no sexo feminino, pode manifestar-se tanto na quinta ou sexta década de vida quanto em mulheres mais jovens. Atribui-se essa prevalência ao fato de a mulher apresentar, além da uretra, duas falhas naturais no assoalho pélvico: o hiato vaginal e o hiato retal. Isso faz com que as estruturas musculares que dão sustentação aos órgãos pélvicos e produzem a contração da uretra para evitar a perda urinária e o músculo que forma um pequeno anel em volta uretra sejam mais frágeis nas mulheres.

Causas
A eliminação da urina é controlada pelo sistema nervoso autônomo, mas pode ser comprometida nas seguintes situações:
• Comprometimento da musculatura dos esfíncteres ou do assoalho pélvico;
• Gravidez e parto;
• Tumores malignos e benignos;
• Doenças que comprimem a bexiga;
• Obesidade;
• Tosse crônica dos fumantes;
• Quadros pulmonares obstrutivos que geram pressão abdominal;
• Bexigas hiperativas que contraem independentemente da vontade do portador;
• Procedimentos cirúrgicos ou irradiação que lesem os nervos do esfíncter masculino.



Sintomas
Tipos e sintomas
1) Incontinência urinária de esforço – o sintoma inicial é a perda de urina quando a pessoa tosse, ri, faz exercício, movimenta-se;
2) Incontinência urinaria de urgência – mais grave do que a de esforço, caracteriza-se pela vontade súbita de urinar que ocorre em meio as atividades diárias e a pessoa perde urina antes de chegar ao banheiro;
3) Incontinência mista – associa os dois tipos de incontinência acima citados e o sintoma mais importante é a impossibilidade de controlar a perda de urina pela uretra.

Diagnóstico
São dados importantes para o diagnóstico o levantamento da história dos pacientes e a elaboração de um diário miccional onde eles devem registrar as características e freqüência da perda urinária.
Outro recurso para firmar o diagnóstico é o exame urodinâmico, que é pouco invasivo e registra a ocorrência de contrações vesicais e a perda urinaria sob esforço.

Tratamento
O tratamento da incontinência urinária por esforço é basicamente cirúrgico, mas exercícios ajudam a reforçar a musculatura do assoalho pélvico. Atualmente, a cirurgia de Sling, em que se coloca um suporte para restabelecer e reforçar os ligamentos que sustentam a uretra e promover seu fechamento durante o esforço, é a técnica mais utilizada e a que produz melhores resultados.
Para a incontinência urinária de urgência, o tratamento é farmacológico e fisioterápico. O farmacológico pressupõe o uso ininterrupto de várias drogas que contêm substâncias anticolinérgicas para evitar a contração vesical. Esses remédios provocam efeitos colaterais, como boca seca, obstipação e rubor facial.



Recomendações
• Procure um médico para diagnóstico e identificação da causa e do tipo de perda urinária que você apresenta;
• Não pense que incontinência urinária é um mal inevitável na vida das mulheres depois dos 50, 60 anos. Se o distúrbio for tratado como deve, a qualidade de vida melhorará muito;
• Considere os fatores que levam á incontinência urinária do idoso – uso de diuréticos, ingestão hídrica, situações de demência e delírio, problemas de locomoção – e tente contorná-los. Às vezes, a perda de urina nessa faixa de idade é mais um problema social do que físico;
• Evitar a obesidade e o sedentarismo, controlar o ganho de peso durante a gestação, praticar exercícios fisioterápicos para fortalecer o assoalho pélvico, são medidas que podem ser úteis na prevenção da incontinência urinária.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Cálculo Renal (Pedras nos Rins)





Pelo Dr. Drauzio Varella

Cálculo Renal

Cálculos renais, ou pedras nos rins, são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias, resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, sem sintomas, mas pode também provocar dor muito forte que começa nas costas e se irradia para o abdômen em direção da região inguinal. É uma dor que se manifesta em cólicas, isto é, com um pico de dor intensa seguido de um certo alívio. Em geral, essas crises podem ser acompanhadas por náuseas e vômitos e requerem atendimento médico-hospitalar.


Diagnóstico

Além das evidências clínicas (dor intensa e sinais de sangue na urina), cálculos renais podem ser diagnosticados por Raios X de abdômen, ultra-som ou pela urografia excretora, um exame mais específico das vias urinárias.

Sintomas
·Sangue na urina;
·Suspensão ou diminuição do fluxo urinário;
·Necessidade mais freqüente de urinar;
·Infecções urinárias.


Tratamento

·Ao contrário do que se recomendava no passado, durante as crises deve ser evitada a ingestão exagerada de líquidos. Liquido em excesso pode aumentar a pressão da urina no rim e, conseqüentemente, aumentar as dores. Medicamentos podem ser indicados apenas pelo médico levando em conta a causa da formação dos cálculos. Durante as crises, é indicado o uso de analgésicos e antiinflamatórios potentes para aliviar a dor que é extremamente forte, quase insuportável;
·Litotripsia, ou seja, bombardeamento das pedras por ondas de choque visando à fragmentação do cálculo o que torna sua eliminação pela urina mais fácil;
·Cirurgia percutânea ou endoscópica: por meio do endoscópio e através de pequenos orifícios, o cálculo pode ser retirado dos rins após sua fragmentação;
·Ureteroscopia: por via endoscópica, permite retirar os cálculos localizados no ureter.


Recomendações

·Beba muita água regularmente. De dois a três litros por dia. Essa é a medida mais importante para prevenir cálculos renais;
·Utilize um filtro de papel quando houver a possibilidade de estar eliminando um cálculo. A análise de sua composição pode orientar o médico na escolha do tratamento mais adequado;
·O uso de medicamentos contra dor deve ser prescrito pelo médico. Alguns deles são desaconselháveis para pessoas com problemas estomacais ou para gestantes;
·Controle a ingestão de alimentos ricos em proteínas e cálcio se os cálculos forem formados por excesso de ácido úrico ou cálcio;
·Não se automedique nem faça o próprio diagnóstico. Procure atendimento médico, especialmente se tiver dores intensas nas costas ou no abdômen e sinais de sangue na urina.


Causas

·Volume insuficiente de urina, ou urina supersaturada de sais;
·Grande quantidade de cálcio, fosfatos, oxalatos, cistina, ou falta de citrato;
·Distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireóide;
·Infecções urinárias;
·Alterações anatômicas;
·Obstrução das vias urinárias.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...